Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior
Podem contar com a CDU para "preservar e valorizar as tradições populares e a cultura popular do distrito de Portalegre. Como por exemplo o Jardim Florido e as Festas do Povo de Campo Maior."
A CDU Campo Maior convida toda a população a participar na Reunião Plenária Ordinária da Assembleia Intermunicipal do Alto Alentejo dia 18 de Dezembro de 2012 pelas 21:00 no Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre.
Tendo como ordem de trabalho os seguintes pontos:
1 - Período antes da ordem do dia;
2 - Discussão e votação da ata da reunião ordinária 12 de Outubro de 2012;
3 - Apresentação das atividades desenvolvidas pela CIMAA, nos termos da alínea e) do artigo 16ºdos seus estatutos;
4 - Aprovação de revisão à Norma de Controlo Interno (NCI);
5 - Discussão e votação do Plano de Atividades para o ano de 2013;
6 - Discussão e votação do Orçamento para o ano de 2013
A presença da população é fundamental em democracia para criticar, propor, aprovar ou discordar das decisões dos seus representantes políticos.
Toda a informação referente a este importante órgão aqui.
Reúne no próximo sábado, dia 15 de Setembro, em
Setúbal, o Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, órgão máximo do
PEV entre congressos. Nesta reunião estará em debate a situação eco-política
nacional, a situação nas regiões e a preparação da agenda do partido para os
próximos tempos.
“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras
jornalistas para uma conferência de imprensa, onde darão conta das conclusões
desta reunião, que se realizará pelas 17.30h de sábado, 15 de Dezembro, no Hotel
Laitau, em Setúbal.
No mesmo dia, 15 de Dezembro, celebra-se ainda
o 30º aniversário do Partido Ecologista “Os Verdes”, que será assinalado em
sessão comemorativa que decorrerá na Sociedade Musical e Recreativa União
Setubalense (Av. Luisa Todi, 233/7), a partir das 21.30h. No âmbito desta
celebração, que contará com um apontamento musical a cargo da banda Green Tree,
será ainda feito o lançamento do livro “30 Anos de Lutas Ecologistas”.
O Partido Ecologista “Os Verdes” convida todos
os senhores e senhoras jornalistas a participar nesta comemoração.
Programa – 15 de Dezembro
Reunião do Conselho Nacional do PEV (Hotel
Laitau)
17.30h – Conferência de imprensa (Hotel Laitau-
Av. General Daniel de Sousa, 89)
21.30h – Sessão comemorativa do 30º aniversário
do Partido Ecologista “Os Verdes” e lançamento do livro “30 Anos de Lutas
Ecologistas” (Sociedade Musical e Recreativa União Setubalense)
No próximo sábado, dia 15, em Lisboa, tem lugar a segunda manifestação nacional que a CGTP-IN decidiu realizar, para dar seguimento aos objectivos que uniram milhões de trabalhadores na última greve geral. Tal como no Porto, dia 8, o alvo mais próximo é o Orçamento do Estado, e a exigência mais lata é o combate à exploração e ao empobrecimento, a par da reclamação de uma nova política.
A concentração de trabalhadores dos distritos de Leiria, Santarém, Castelo Branco, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro está marcada para as 15 horas, em Alcântara. A manifestação seguirá para junto da residência oficial do Presidente da República, em Belém.
8 de Dezembro de 2012 - Porto
No sábado, dia 8, a manifestação da CGTP-IN no Porto, contra o Orçamento do Estado para 2013, contra a exploração e pela mudança de política, evidenciou a determinação de quem resiste e luta, mas também deixou claro que as posições do movimento sindical unitário merecem crescente simpatia da população.
Vídeo e texto intergral da intervenção do Deputado Agostinho Lopes.
A primeira e importante ilação que podemos e devemos tirar da profunda crise que o país vive, é que o PCP tinha e teve razão. A «cassete» do PCP falava verdade. Usando, uma adequada frase feita, o PCP previu e preveniu.
Nós avisámos e lutámos contra a política de direita de sucessivos governos PS, PSD e CDS-PP que, ao longo de 37 anos, conduziram o país ao desastre.
E “é preciso avisar toda a gente”. E na presente batalha política e ideológica, combater a amnésia, o esquecimento, o silêncio, as deturpações, sobre as causas da crise, sobre as responsabilidades e os responsáveis da crise.
É mesmo uma questão central da resposta à crise, saber como chegámos até à crise! Para que velharias ideológicas não prevaleçam sobre as respostas necessárias. Para que as receitas políticas e económicas que aqui nos conduziram não sejam vendidas, em dose reforçada, como solução para a crise. Para que os coveiros do país não apareçam agora travestidos de salvadores!
“É preciso avisar toda a gente”. O PCP tinha e teve razão!
Tinha e teve razão quando se opôs ao processo de recuperação capitalista e latifundista. Tinha e teve razão quando se opôs ao processo de privatização e liberalização e quando combateu a reconstituição renovada e reforçada dos grupos monopolistas. Tinha e teve razão quando se opôs ao processo de integração capitalista europeu, da CEE à União Europeia, de Maastricht ao Euro, de Nice ao Tratado de Lisboa.
Tinha e teve razão quando, de forma insistente e persistente, se opôs a políticas nacionais e comunitárias de liquidação das nossas pescas, da nossa agricultura, da nossa indústria, à predação do nosso subsolo. Tinha e teve razão quando se opôs à expansão desenfreada das áreas comerciais dos grupos da grande distribuição.
Tinha e teve razão quando se opôs aos processos de financeirização da economia. Tinha e teve razão quando se opôs a uma gestão orçamental conforme as imposições do Pacto de Estabilidade. Tinha e teve razão quando combateu o assalto ao comando de empresas e sectores estratégicos pelo capital multinacional.
E tinha e teve razão quando se opôs aos PEC do governo PS, e quando, a 5 de Abril de 2011, avançou com a proposta de renegociação da dívida junto dos nossos credores. Tinha e teve razão na sua oposição ao Pacto de Agressão da Troika e à violenta ofensiva levada a cabo pelo actual governo.
O PCP tinha, teve e tem razão quando afirma e sublinha que não há alternativa sem ruptura com as políticas que nos conduziram ao desastre!
A crise teve algumas virtudes. Converteu o Presidente da República, que recentemente condenou Cavaco Silva primeiro-ministro, responsável pelos (e transcrevo) «estigmas que nos afastaram do mar, da agricultura e até da indústria (...)»
Converteram-se os rendidos à «Nova Economia» e a uma economia «desmaterializada» (não fazia sentido produzir ferro e ácido sulfúrico). Agora, no programa do governo PSD/CDS, a reindustrialização do país! Farsantes duas vezes! «Esquecem-se» de quem e como desindustrializou o país, para agora quererem reindustrializá-lo! E simultaneamente, desmantelam da CIMPOR, a maior empresa industrial portuguesa!
Descobriram que os monopólios cobram rendas ditas excessivas, na energia eléctrica, no gás natural, nos combustíveis, etc.! Houve quem descobrisse, que esses monopólios dos chamados bens não transaccionáveis, abocanharam, dos sectores produtivos, micro, pequenas e médias empresas, dos consumidores, um valor equivalente a 15% do PIB (24 mil milhões euros), durante duas décadas! De facto, descobriram o que está descoberto, os monopólios impõem preços de monopólio!
Descobriram que os monopólios subvertem a dita «livre concorrência» e que abusando de posições dominantes e da dependência económica das PME, capturam elevadas margens das cadeias de valor, esmagando as margens e rendimentos de produtores agrícolas e industriais.
E até houve os que descobriram a «dívida externa» e a gravidade para o país da dependência dos mercados financeiros! Alguns dos mesmos que hoje se interrogam, metafisicamente, sobre a razoabilidade para a economia portuguesa da adesão ao Euro!
Os que «combateram» as posições do PCP sobre o Euro! Os que hoje fazem por esquecer o que disse e propôs o PCP sobre a moeda única. Os que viam o Euro como o guarda-chuva do país contra a especulação financeira! E a protecção do país, numa crise decorrente da falta de meios de pagamento por desequilíbrios externos profundos. Por definição, no Euro, não havia crises dessas!
Afirmámos no nosso anterior XVIIIº Congresso:
«Os que hoje (estávamos em Dezembro de 2008, 1º ano da crise do subprime) enfatizam a importância do euro na resistência do País à crise não estão apenas a falar cedo demais. Deveriam explicar que sustentabilidade e acréscimo de produtividade e competitividade, trouxe o euro à economia portuguesa. Ou, pelo menos, interrogarem-se sobre como vai o País pagar a sua gigantesca dívida externa – quase 150 milhões de euros (100% do PIB). Porque se há coisa segura e certa é que os credores, mais tarde ou mais cedo, vão cobrá-la!».
E não demoraram muito a fazê-lo...
De forma esquemática. A crise do subprime/especulação imobiliária (EUA), depois a crise estrutural do capitalismo, depois a crise (dos desequilíbrios estruturais) da Zona Euro, nomeadamente os défices acumulados pelas diferenças de competitividade, cuja expressão mais significativa são elevadíssimas dívidas externas, atingiram. As “crises”, envolveram Portugal, revelando, relevando, potenciando as fragilidades/debilidades da nossa economia. E facilitaram, convocaram o ataque concertado dos seus credores, na espiral da especulação das taxas de juro dos financiamentos de que o Estado Português precisava e da dívida já contraída.
As respostas da Troika (FMI/CE/BCE), têm um objectivo claro. Como se salvam os credores? Como se salvam os grandes bancos europeus e internacionais, os fundos de investimento e os especuladores, as economias do Centro e Norte da Europa, a começar pela Alemanha?
Os ditos Programas de Assistência Económica e Financeira/Programas de Ajustamento, são a forma de o fazerem, transferindo os custos dos desequilíbrios, os possíveis prejuízos da especulação, as potenciais perdas para cima dos países «intervencionados». Tudo sob uma brutal chantagem. Ou aceitam ou vão à falência, ficando sem meios para assegurar o funcionamento do Estado. Ou a ameaça da expulsão do euro! Quem quer falar de solidariedade europeia, de coesão europeia, “vendidas” ao longo dos últimos anos, por tanta gente…
O Orçamento do Estado para 2013 é apenas um novo e brutal passo na continuidade, em progressão geométrica das opções que foram tomadas por PS, PSD e CDS desde 2010. Em que à aplicação de uma dose de austeridade se segue uma dose reforçada de austeridade, no círculo vicioso e sem saída em que a política de direita encerrou o Estado.
Dos PEC 1, 2, 3 e 4, ao pedido de intervenção externa da Troika, da subscrição do Pacto de Agressão ao Orçamento do Estado de 2012, a que se seguiram novas medidas recessivas e penalizadoras da economia, desembocamos agora neste Orçamento do Estado para 2013! Filme que tem em curso novos episódios, como o da refundação do Estado, versus corte de 4 mil milhões de euros na segurança social, saúde, educação e despedimentos de trabalhadores da administração pública!
E não respondem à crise, não rompem o círculo, porque não respondem às causas profundas das dívidas e défices acumulados... Antes os agudizam, porque não respondem à questão essencial do necessário crescimento económico, da criação de riqueza!..
Há uma alternativa à política de direita conduzida há décadas por PS, PSD e CDS.
Uma política patriótica e de esquerda, que baseada na Constituição da República, rompe com a política de direita, o domínio monopolista e a integração capitalista europeia.
Uma política alternativa, que, rejeitando o Pacto de Agressão, assume como orientações a imediata renegociação da dívida pública, a alteração radical da política fiscal, o combate aos défices estruturais, um programa de estímulo ao investimento público e à modernização das forças produtivas. Uma política que em convergência com outros países vítimas da especulação e ingerência, luta pela dissolução da União Económica e Monetária.
Queremos que o País se liberte das imposições da UEM, de que o euro é instrumento. Uma abordagem, que não subestima a natureza do poder político sob o qual poderá acontecer a saída do euro e as condições em que a saída se processará. Mas há duas ilusões a evitar. A de que é possível uma política alternativa à que está em curso, com a manutenção no euro e mais federalismo. A ideia de que tudo se resolve com a saída pura e simples do euro, qualquer que seja a forma como se sai e as condições de saída.
Um governo patriótico e de esquerda, deve preparar o país para qualquer reconfiguração da Zona Euro - nomeadamente a saída da UEM/euro por decisão própria ou da crise da UE - salvaguardando os interesses de Portugal.
A crise do euro, da zona euro, do EU é a crise do capitalismo. E com a crise, colapsam também, as suas bases, teses e axiomas ideológicas, roídas por contradições e fugas para a frente.
O “risco” era/é a justificação moral e suporte “teórico” do lucro. O “lucro”, na economia burguesa, era a compensação do risco do capital/investimento do capitalista/accionista. A crise pôs em causa o axioma, com a gigantesca “socialização” dos riscos/perdas da banca e seguros e grandes grupos industriais (GM). Depois da SARL, limitando os riscos, pondo a salvo as fortunas pessoais/familiares, procedeu-se agora à “legalização” da indemnização por dinheiros públicos, dos prejuízos das grandes empresas privadas, com as justificações “Grande demais para falir” ou do “risco sistémico”.
Na Europa, a banca obteve mais de 3 Biliões de euros públicos. Em Portugal muitos milhares de milhões de euros na salvação do BPN, BPP, BCP, etc
A criação de empresas, com o capital social simbólico de um euro ou o propagandeado “empreendedorismo” são versões do mesmo fenómeno. Com a grande crise do capitalismo, o capitalista chegou ao paraíso: receber lucro sem arriscar capital! Mas fica também mais justificada a superação revolucionária do capitalismo, para que não sejam uns, a apropriar-se dos lucros e os contribuintes, os Estados, a pagar os erros de gestão, a especulação, os roubos…
Ganham mais força os revolucionários, os comunistas, para lutarem pela democracia avançada, pelo socialismo.
Intervenção de Sérgio Farinha - Membro do Executivo da DORPOR
O XIX Congresso do PCP, realização de máxima importância para o Partido Comunista Português, teve início prático uma semana antes e fim uma semana depois da data marcada para as intervenções e votações. Realizado com o generoso trabalho de militância dos membros, simpatizantes e apoiantes do partido (muitos deles a aproveitar o seu tempo de férias para dar apoio), contou com a fundamental colaboração das entidades apoiantes do evento. A elas agradecemos todo o apoio dado.
De destacar a grande participação dos 1219 delegados, a presença de mais de 60 partidos estrangeiros, as mais de 100 intervenções, a excelente presença de membros, militantes, convidados, apoiantes, simpatizantes, da juventude e presença do povo em geral que inundou a sala de fraterno calor humano. A maioritária votação de apoio ao novo Comité Central, a aprovação do todos os órgãos do partido por unanimidade assim como a unânime reeleição de Jerónimo de Sousa para Secretário Geral.
Deste congresso o Partido Comunista Português saiu mais forte, mais unido, mas sobretudo mais capaz de dar resposta aos problemas de Portugal e do seu povo.
A Organização Regional de Portalegre fez-se representar por 25 delegados e em número semelhante de suplentes/convidados ao XIX Congresso do Partido Comunista Português que se realizou nos dias 30 de Novembro, 1 e 2 de Dezembro de 2012 em Almada.
O distrito manteve os três membros no Comité Central.
Campo Maior foi representado por um delegado.
Toda a informação sobre o XIX Congresso do PCP aqui.
Intervenção de Sérgio Farinha - Membro do Executivo da DORPOR:
"Camaradas
No trabalho
preparatório, na Organização Regional de Portalegre, mereceram aceitação
unânime as propostas submetidas à apreciação da organização do Partido.
Chegado o XIX Congresso, saudamos os
delegados e convidados, confiantes de que o PCP se fortaleceu e está mais
preparado para combater a política de direita, de modo a derrotar o pacto de
agressão e contribuir para a política e o governo patrióticos e de esquerda, de
que Portugal e os portugueses necessitam.
O distrito de Portalegre é uma região
cada vez mais pobre, envelhecida, abandonada pelo poder central, marcada pelo
desinvestimento central, pela deslocalização e degradação dos serviços
públicos, pelo encerramento de empresas, pela destruição da agricultura, da
indústria agro-alimentar e demais produção industrial autóctone, pela
liquidação do pequeno comércio, com reflexos directos no aumento do desemprego.
Os efeitos negativos da política de
direita no sector agrícola, no País, no Alentejo e no distrito de Portalegre, como
foi a destruição da reforma agrária; o estrangulamento das pequenas e médias
explorações agrícolas e a agricultura familiar, têm contribuído para a
concentração e o abandono das terras, enquanto os grandes proprietários recebem
milhões de euros para não produzir.
O sector industrial da cortiça,
têxteis e rochas ornamentais, que tinham algum peso no distrito e davam
trabalho a milhares de trabalhadores, foram gradualmente arruinados pelas
políticas do PS, PSD e CDS, levando ao seu encerramento.
No sector público, a ofensiva iniciada
em 1993, pelo Gov. PSD de Cavaco Silva, foi continuada pelos sucessivos (des)governos,
fazendo o distrito perder poder político e decisório, ficar mais isolado, mais
dependente, e as populações mais abandonadas e desprotegidas.
Portalegre é o único distrito sem
ligação directa à rede de autoestradas; apenas servido pela ferrovia de
mercadorias; e a rede de transportes rodoviários é desajustada às necessidades
das populações e à deslocação de pessoas e bens.
No distrito, os comunistas lutam,
reivindicam, e fazem propostas de políticas que enfrentem os problemas do
interior e que promovam o desenvolvimento das potencialidades existentes.
Quanto à organização do Partido, temos
vindo a sofrer uma redução do corpo de funcionários e mesmo enfrentando dificuldades
e nem sempre conseguindo avançar como seria necessário e desejável, demos
alguns passos no reforço orgânico.
A nossa organização acompanha o
envelhecimento que atinge o distrito, mas existem potencialidades para o
recrutamento entre os jovens.
Nos últimos 4 anos, aderiram ao PCP, 71
novos camaradas, realizaram-se 10 Assembleias da Organização, responsabilizaram-se
30 novos camaradas, e promovemos 3 acções de formação ideológica.
Os efeitos da política de direita conduzida
contra os trabalhadores, tem reflexos negativos na situação financeira do
Partido.
Existem aspectos que temos de
continuar a melhorar:
- o recebimento da quotização, e ter
mais camaradas nesta tarefa.
- melhorar a discussão e a
compreensão de que os cargos públicos são do Partido, e de que o princípio de
não ser prejudicado nem beneficiado é um dever estatutário e como tal deve ser
encarado e cumprido.
- o aumento da receita e a redução de
despesas é fundamental para melhorar o trabalho orgânico e político do Partido.
Estamos convictos de que as conclusões
do nosso Congresso darão força à organização para:
- reforçar a intervenção e a
organização nas empresas e locais de trabalho;
- recrutar e responsabilizar mais
camaradas pelas tarefas partidárias;
- melhorar a atenção prestada à
formação politico-ideológica dos militantes e à difusão da imprensa do Partido;
- continuar o contacto com os
militantes e o esclarecimento da ligação com o Partido.
- continuar a trabalhar pelo reforço
da intervenção do Partido no Poder Local, contribuindo para um bom resultado eleitoral
no distrito, na região e no país;
Só uma organização forte tem
capacidade para responder às necessidades do nosso povo.
Só um povo consciente consegue
transformar a sociedade e construir um País melhor.
O XIX Congresso do Partido Comunista Português - «Democracia e Socialismo, os valores de Abril no futuro de Portugal», nos dias 30 de Novembro, 1 e 2 de Dezembro, no Complexo Municipal dos Desportos «Cidade de Almada», na Alameda Guerra Junqueiro, no Feijó (Almada).
Campo Maior será representado por um delegado.
Ordem de Trabalhos
Proposta
1. Discussão e aprovação da proposta de Resolução Política Discussão e aprovação da proposta de alteração ao Programa do Partido, e das alterações aos Estatutos decorrentes das alteração ao Programa
3. Mora os teus soldados de Novembro regressando a Tancos
chefes maiores de uma cólera ...
amordaçada .
4. Mora e esta raiva não menor de agora
hordas de cães contra as tuas gentes ...
os polvos da terra roubando as tuas terras
Mora com que sábio carinho as trataste
com que encanto nelas cresceste e te fizeste maior .
5. grandes as tuas assembleias Mora
as UCPs em peso
outro povo
...
o retintamente melhor de Mora
os que as dificuldades da vida mais escureceram
melhor cristal humano talharam .
6. as tuas mulheres operárias dos campos
quantos rostos cisgados em cansaço
sorrisos ...
maduros nesses olhos .
7. assembleias vestidas de confiança
prenhes de vivacidade e alegria
pura beleza ...
pura força de viver .
8. grandes as tuas assembleias
qualquer que fosse a hora
qualquer que fosse o local
...
elas aí estavam Mora
que rumor de raiva .
9. Mora que rumor de raiva surda te irrompe de dentro
ah a raiva incontida ...
ah como cantarás os cânticos da vitória
com que voz rouca
que louca alegria
te sairá da voz
da tua voz mais profunda mora .
10. sempre às tuas ordens Mora
e às suas ordens professor
amigo xitas ...
presidente hoje e sempre
o teu eterno sorriso pisco
um copo de humanidade
levantemos uma vez mais as taças .
11. não mais deixaremos de estar aqui
uns com os outros . as lutas ...
que travámos fizeram de nós definitivamente outros seres
bem melhores do que antes éramos .
12. obrigado Mora obrigado ás tuas gentes
foi praticamente aqui que comecei a ser gente ...
. fj 25 nov.75 tinha acabado de fazer 20 anos a 11 de novembro era revolucionário a tempo inteiro. estava tuberculoso de sem horas lutar e mal comer sem poiso certo . mas assim me fiz eu. amei aqueles tempos e todas as todas mulheres mora. obrigado . fj
poema de Filipe Chinita, desenho de Manuel Ribeiro de Pavia