Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior

Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior
Podem contar com a CDU para "preservar e valorizar as tradições populares e a cultura popular do distrito de Portalegre. Como por exemplo o Jardim Florido e as Festas do Povo de Campo Maior."

domingo, 23 de junho de 2013

Resumo da Asembleia Municipal de 30 de Abril de 2013


 
Introdução e tempo reservado à população:
 
No período reservado à população intervieram dois munícipes.
 
Período Antes da Ordem do dia:
 
Entramos com um tema que tem tanto de quente como de polémico e que foi a recusa de visto do Tribunal de Contas no processo de fiscalização prévia, da minuta de contrato de cessão de exploração do complexo de piscinas cobertas de Campo Maior, com promessa de transmissão da propriedade plena, a celebrar com a Campiscinas, pelo prazo de 30 anos e no valor de 8.675.000,00€ (oito milhões, seiscentos e setenta e cinco mil euros).
 
O eleito da CDU reconheceu, humildemente, que tinha alguma dificuldade em avaliar o acórdão do Tribunal de Contas, uma vez que não é jurista nem economista, nem tem nenhuma estrutura nessas duas áreas em apoia-lo, pelo que se limitou a reforçar a posição assumida pela CDU no mandato anterior ao considerar essa grande e moderna estrutura desportiva, um negócio altamente ruinoso para Campo Maior e para os Campomaiorenses, pois se a autarquia não encontrar uma solução viável, como por exemplo, a sua venda, a sua manutenção e todos encargos inerentes tornam-se incomportáveis a curto prazo.
 
Disse igualmente que se as acusações feitas, se confirmarem em relação a irregularidades cometidas no mandato anterior neste processo, prevemos uma situação gravíssima relativamente a todos os envolvidos. Mas de momento não queremos julgar ninguém, preferindo aguardar resolução. E pronunciar mais tarde.
 
Voltou, novamente, ao tema da insegurança que se continua a viver em Campo Maior, relatando dois casos que testemunhou e dos quais quis dar conhecimento à Assembleia Municipal, manifestando ainda o seu acordo para a constituição de eleitos autárquicos para se deslocar ao tribunal de Elvas e expor toda esta lamentável situação.
 
De seguida apresentou uma saudação à comemoração do 25 de Abril e 1º de Maio denominado "Para Cumprir Abril é Necessário Realizar Maio"  
 
"Abril - Mês da Prevenção de Maus Tratos a Criranças e Jovens em Risco" Foi mais um documento apresentado apresentado pela CDU, para lembrar a importância que estas comissões tanto a nível como nacional têem no apoio a casos de risco na população jovem.
 
Período da Ordem do dia:
 
De salientar a aprovação da prestação de contas relativamente a 2012, com nove a favor, 8 do PS e 1 da CDU, 7 votos contra e 2 abstenções do Movimento "A Nossa Terra".
 
É com a CDU que os Campomaiorenses podem contar para a defesa dos seus interesses.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O dia do "Centenário de Álvaro Cunhal" e a Exposição até 23.Junho.2013 no CCCM

 
 
Com a presença de umas largas dezenas de pessoas, entre as quais o Presidente da Autarquia Ricardo Pinheiro, o Vereador Sérgio Bicho, os deputados municipais João Muacho e António João Gonçalves e o Presidente da Junta de Freguesia de Degolados Florival Cirilo, cumpriu-se o programa pré-estabelecido pela Comissão Concelhia do Partido Comunista Português de Campo Maior, com o apoio da Câmara Municipal de Campo Maior, para as comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal. Inaugurou-se a exposição, onde os 15 painéis presentes, que lá estarão até ao próximo dia 23, retratam o que foi a vida e o extra ordinário percurso desta grande personalidade portuguesa e comunista, do século XX e entrada no século XXI, o que muito bem frisou nesse momento, Fernando Carmosino, membro do Comité Central do P.C.P. e também da Comissão Organizadora.

Seguiu-se a exibição dum pequeno documentário sobre alguns momentos mais exaltantes da sua forte intervenção, quer na clandestinidade, quer no pós 25 de Abril, na sociedade portuguesa.

Por fim e para encerrar as actividades da tarde, assistimos a um colóquio moderado por António João Gonçalves que, em nome da Comissão Concelhia saudou e agradeceu à Câmara Municipal na pessoa do seu Presidente, que muito os honrou com a sua presença, a disponibilidade do Centro Cultural e de todo o apoio que receberam do "staf" daquela estrutura municipal. Ainda e também uma palavra de apreço para todos os que se associaram a esta iniciativa dos comunistas de Campo Maior, reconhecendo assim os méritos a este grande patriota que "hoje recordámos". De seguida deu a palavra ao Presidente Ricardo Pinheiro que numa breve mas calorosa intervenção , agradeceu o convite, referiu que não poderia faltar a este marcante acto pela grande figura que foi Álvaro Cunhal, identificando-se com alguns dos valores que o antigo dirigente comunista defendia, como uma sociedade mais justa e onde haja lugar para todos.

Por fim, foi a vez de Fernando Carmosino usar da palavra e durante largos minutos justificar o lema"Vida, Pensamento e Luta de Álvaro Cunhal", realçando a sua multifacetada intervenção no plano politico, social, cultural e artístico, a sua abnegação, tenacidade, lucidez, sacrifício (foi preso político cerca de 21 anos) e a sua grande dedicação ao seu partido de sempre, o Partido Comunista Português, com o objectivo supremo de servir os interesses de Portugal e dos Portugueses.

A iniciativa terminou ao serão, com a exibição do filme Cinco Dias Cinco Noites, baseado na obra literária de Álvaro Cunhal, com o mesmo nome.

Em suma e na nossa modesta opinião, um dia muito rico pela fortíssima mensagem que este grande Homem nos deixou para o nosso futuro e de Portugal, assim nós a consigamos ou queiramos assimilar, para que também nos possa ajudar a ultrapassar o momento tão difícil que muitas famílias portuguesas estão a atravessar. 

domingo, 16 de junho de 2013

Essa Vida Preciosa, Salvemo-la - Jorge Amado

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Jorge Amado (10.Ago.1912 - 6.Ago.2001)
 
Álvaro Cunhal (10.Nov.1913 - 13.Jun.2005)
 
«Tão magro, de magreza impressionante, chupado a face fina e severa, as mãos nervosas, dessas mãos que falam, mal penteado o cabelo, um homem jovem mas fisicamente sofrido, homem de noites mal dormidas, de pouso incerto, de responsabilidades imensas e de trabalho infatigável, eu o vejo, sentado ao outro lado da mesa, diante de mim, falando com a sua voz um pouco rouca, os olhos ardentes no fundo de um longo e sempre vencido cansaço, e o vejo agora como há cinco anos passados, sua impressionante e inesquecível imagem: Álvaro Cunhal, conhecido por Duarte, o revolucionário português. Falava sobre Portugal, sobre que poderia falar?
 
Sua paixão e sua tarefa: libertar o povo português da humilhação Salazarista, libertar Portugal dessa já tão larga noite de desgraça, de silêncios medrosos, de vozes comprimidas, de alastrada e permanente fome do povo, de corvos clericais comendo o estômago do país, de tristes inquisidores saídos dos cantos mal iluminados das sacristias e da História para oprimir o povo e vendê-lo à velha cliente inglesa ou ao novo senhor norte-americano. Sua paixão e sua tarefa: fazer de Portugal outra vez um país independente e do povo português um povo novamente livre e farto e dono da sua natural alegria.
 
Ah! Aqueles cansados olhos fundos sorriam e a voz estrangulada de cólera se abria em doçura de palavras de amor para falar de Portugal e do povo português. Eu compreendia que aquele homem de magreza impressionante, de físico combalido pela dura ilegalidade perseguida, era o seu próprio país, seu próprio povo e que, com seu cansaço, sua fadiga de anos, sua rouca voz de velho sono, suas mãos ossudas, eles estava construindo a vida, o dia de amanhã, o mundo novo a nascer das ruínas fatais do Salazarismo.
 
Como era terno seu sorriso ao falar das festas populares nas aldeias do Minho ou dos homens rudes de Trás-os-Montes! Conhecia tudo do seu país e do seu povo, tudo o que era autêntico de Portugal, desde o mar-oceano com a sua história portuguesa e gloriosa até as vinhas ao sol e as cantigas e os poemas dos poetas reduzidos na sua grandeza pela censura fascista; desde as histórias heróicas dos militantes presos, torturados até à loucura e à morte, as tenebrosas histórias do Tarrafal, o campo de concentração mais antigo e mais cruel da Europa, até às doces histórias de amor da província portuguesa, com um sabor romântico das velhas legendas.
 
Contou-me coisas de espantar com sua voz ora doce, grávida de ternura, ora violenta de cólera desatada quando falava da fome dos trabalhadores, da opressão Salazarista sobre o povo, da opressão imperialista sobre a sua pátria de primavera e mar. (...) os comunistas portugueses, heróis anónimos do povo, os invencíveis, os que estão rasgando a noite fascista com a lâmina de sua audácia e de sua certeza para que novamente o sol da liberdade ilumine o país dos pescadores e das uvas. De um me disse: «Esse esteve no Brasil e aprendeu com vocês» (...) Falou do campo, dos homens que habitam as montanhas, daqueles que Ferreira de Castro, o grande romancista, descreveu em «Terra Fria» e «A Lã e a Neve». (...) Falou dos operários das cidades daqueles que Alves Redol descreveu em seus magníficos romances e contou da sua irredutível resistência ao regime Salazarista. (...) Naquela tarde como que me apossei por inteiro de Portugal, do melhor Portugal, do Portugal eterno, como se Álvaro Cunhal o trouxesse nas suas mãos ossudas, tão descarnadas e nervosas, como se trouxesse – e o trazia em verdade – no seu coração de revolucionário e patriota.
 
Voltei a vê-lo ainda uma vez, dias depois, e a longa conversa sobre Portugal continuou. Falou-me dos escritores, dos plásticos, dos pescadores, fadistas, e sobretudo da luta subterrânea, dura e difícil e jamais vencida. (...) Veio o processo, dentro dos métodos infames dos tribunais fascistas. Ali se ergueu Álvaro Cunhal (Militão morrera de torturas) e não era o réu, era o acusador, a voz de fogo a queimar o vergonhoso rosto dos carrascos do seu povo, dos vendilhões da sua pátria. (...) Pretendem matá-lo e nós sabemos que são frios assassinos os que querem matá-lo. É uma vida preciosa, preciosa para Portugal e para o mundo, ajudemos o povo português a salvá-la! (...) Há alguns meses eu estava em frente ao mar Pacífico, na costa sul do Chile, em Isla Negra, em casa de Pablo Neruda, meu companheiro de lutas de esperança. Uma figura de proa de barco se elevava em frente ao mar de ondas altas e violentas. Por isso falámos de Portugal e do seu destino marítimo. Contei ao poeta sobre Cunhal, e Pablo levantou-se, deixou-me com o pescador que parara para escutar-nos e quando voltou havia escrito esse maravilhoso poema que é «A Lâmpada Marinha» sobre Portugal, seu povo, Álvaro Cunhal e o dia luminoso de amanhã (...) Hoje o mais bravo dos filhos desse povo heróico, aquele que tudo sacrificou para ser fiel à esperança do povo está com sua vida ameaçada.»

Texto para a campanha internacional para a libertação de Álvaro Cunhal, 1954.
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

«Fellows bilderberger» - Avante!



O Portugal News, jornal de língua inglesa mais lido no país, com conexões e interesses significativos das potências anglófonas, chamou a A. J. Seguro «fellow bilderberger», companheiro Bilderberg, de P. Portas.

Sabe-se deste Clube da «elite» financeira, ideológica e política europeia ocidental e norte-americana, que foi criado em 1954 por um núcleo de oligarcas próximos da CIA, com a preocupação de «combater o anti-americanismo». Desde então reúne anualmente «notáveis», que vão rodando em torno do «Comité de Governo», cujo «Chairman» é agora Henri de Castries, um conde francês, patrão da multinacional AXA, com experiência de governo com Chirac e de CEO nos USA e Reino Unido e em que participa, há muito, Pinto Balsemão, «deputado independente» no fascismo, primeiro-ministro do PSD, patrão dos media, banqueiro internacional, etc.

O Comité escolhe os convidados das suas conferências anuais, espécie de MBA em mistificação ideológica neoliberal e geoestratégia do imperialismo e dos seus objectivos de articulação e «Governo Mundial». É praticamente indispensável o «certificado Bilderberg» para ter lugar ao mais alto nível na ofensiva de esbulho da soberania dos estados, de espoliação dos povos, de saque dos direitos e ajuste de contas com os trabalhadores, de guerra, ocupação e recolonização imperialista.

Há anos que todos os primeiros-ministros das políticas de direita, do PS e PSD, recebem o «canudo» Bilderberg. Assim, não é novidade o convite a Seguro, nem tão pouco a ostentação da opção de classe de o ter aceite, como assumido «candidato a primeiro-ministro», num país sob ocupação da troika imperialista. Nem surpreende a confiança discreta que o Clube Bilderberg finalmente expressou em Portas, que há anos se bate por isso.

Mas registe-se os factos para memória futura: que Seguro e Portas passaram ao mesmo tempo pelo Bilderberg; que avança o namoro PS-CDS, com Portas a copiar o PS sobre o «Estado Social» e a ser elogiado por isso; e que Seguro, com o CDS em silêncio, aponta «a dimensão económica e política» duma UE mais federalista.

Até onde irão juntos os «fellows bilderberger»?
 

Carlos Gonçalves in Avante!, 13.junho.201
 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Centenário de Álvaro Cunhal dia 8 de Junho no Centro Cultural de Campo Maior

 
 
 
A Comissão Concelhia de Campo Maior do Partido Comunista Português, tem o prazer de convidar a todas e todos os camaradas, simpatizantes, amigas e amigos e população em geral a participar nas comemorações do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal, figura ímpar da história e da democracia em Portugal.
 
Comemorações que contam com a presença de Fernando Carmosino, membro do Comité Central do Partido Comunista Português. E o apoio da Câmara Municipal de Campo Maior.
 
Programação no Centro Cultural de Campo Maior:
 
16:00 - Inauguração da exposição "Vida , Pensamento e Luta de Álvaro Cunhal"
(patente ao público até dia 23 de Junho)


16:30 - Exibição do documentário - "Cadernos na Prisão"

17:00 - Colóquio "Vida , Pensamento e Luta de Álvaro Cunhal"

21:30 - Exibição do filme "Cinco Dias, Cinco Noites"
 
 
Muito poderia ser dito sobre Álvaro Cunhal e a sua obra.
 
A melhor forma de o recordar é dar continuidade à mesma.
 

sábado, 18 de maio de 2013

Tribunal de Coimbra absolve militantes do PCP no caso da pintura das Escadas Monumentais

 
 
Perante a sentença do Tribunal de Coimbra, conhecida ontem, que absolve os três militantes comunistas acusados da prática de um crime pela pintura das escadas monumentais, realizada em Maio de 2011, a Direcção Regional de Coimbra do PCP vem informar:
 
1. O Tribunal considerou como provado que ao longo dos últimos 39 anos as inscrições murais realizadas naquelas escadas, pelo PCP e CDU, bem como por outros intervenientes, correspondiam ao legítimo exercício da liberdade de expressão conferida pela Constituição da República Portuguesa.
 
2. De igual forma, entendeu o Tribunal que este quadro legal viria apenas a alterar-se aquando da publicação do Despacho publicado um mês antes dos factos em Diário da República e por via do qual se abriu o procedimento de classificação, no grau de interesse nacional, da Universidade de Coimbra – Alta e Sofia, decorrente da inclusão na área de protecção da candidatura a Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
 
3. O Tribunal considerou ainda que este novo enquadramento não era do conhecimento da generalidade da população de Coimbra, existindo à altura, a convicção de que a CDU, à semelhança do que já havia feito numerosas vezes no passado, no mesmo local, estava a praticar um acto de propaganda político-eleitoral permitido por lei, não havendo por isso dolo, condição necessária para a punibilidade do crime.
 
Como se disse nas notas que a Direcção Regional do PCP tornou públicas na altura dos factos, o empolamento dado a esta acção de propaganda da CDU e as orquestradas tentativas de boicote de acções da CDU só podiam ser lidos como uma campanha que se destinava a atingir a intervenção política da CDU e o que ela comporta de proposta alternativa ao rumo de desastre que está a ser imposto ao país.
 
O PCP reafirma, para lá deste episódio, o firme propósito de continuar, como até aqui, a respeitar, divulgar e defender -exercendo- os princípios e direitos conferidos pela Constituição da República Portuguesa, nomeadamente aqueles relacionados com a sua liberdade de propaganda e intervenção política, no sentido de contribuir para o esclarecimento e formação da vontade do povo português.
 
Coimbra, 16 de maio de 2013
 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

"Os Verdes" apresentam projecto que recomenda o estudo da Constituição da República Portuguesa na escolaridade obrigatória


 
Tal como anunciado na sessão solene do 25 de Abril, pela Deputada Heloísa Apolónia, “Os Verdes” apresentaram hoje na Assembleia da República um Projeto de Resolução que recomenda a divulgação e o estudo da Constituição da República Portuguesa (CRP) na escolaridade obrigatória.
 
A CRP é a Lei fundamental do país, à qual toda a arquitetura legal e todo o enquadramento jurídico e de decisão política têm que se submeter. Trata de matérias relevantíssimas, entre as quais dos princípios relativos ao nosso Estado democrático, aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, à organização do poder político, ou à estrutura dos órgãos de soberania, questões determinantes para a vida coletiva e concreta dos cidadãos, e também para o exercício do seu direito de participação.
 
No entanto, 37 anos depois da sua aprovação, a CRP é ainda desconhecida por muitos portugueses, no que se refere ao seu conteúdo real, sendo que muitos jovens terminam a sua escolaridade sem nunca terem abordado a Constituição.
 
O PEV considera que o conhecimento do conteúdo geral da CRP é um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e do seu Estado, levando-os, consequentemente, a consolidar o respeito e o desejo de preservação e de vivência dessas bases da democracia.
 
Para “Os Verdes”, o sistema de ensino, que deve constituir a fonte por excelência do conhecimento e do despertar do gosto pela busca do saber e para alimentar o desejo de participação, não deve continuar a deixar de fora a abordagem da CRP. É, portanto, com esse objetivo, que o PEV apresenta a presente iniciativa legislativa para que seja integrado, nos conteúdos curriculares do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, o estudo da Constituição da República Portuguesa.
 “Os Verdes” recomendam ainda que se disponibilize gratuitamente a todos os estudantes, do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, um exemplar da Constituição da República Portuguesa.
 
O Projeto de Resolução de “Os Verdes” será discutido na Assembleia da República no próximo dia 16 de Maio.
 
Ver Projeto de Resolução: PJR n.º 704/XII 2ª