Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior

Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior
Podem contar com a CDU para "preservar e valorizar as tradições populares e a cultura popular do distrito de Portalegre. Como por exemplo o Jardim Florido e as Festas do Povo de Campo Maior."

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Vitor Silva - 38 anos - Apoiante Independente da CDU Campo Maior

 
 
As questões aqui apresentadas pelo Vítor Silva demonstram que a população confia nos eleitos da CDU para fazer ouvir a sua voz em local próprio. E são uma Garantia de que os seus direitos serão defendidos e salvaguardados.
 
Desde sempre a CDU Campo Maior esteve junto da população na defesa dos mais elementares pilares da democracia.

A segurança, o património, a defesa das minorias étnicas contra a discriminação bem como a promoção da qualidade de vida numa sociedade inclusiva são para a CDU questões fundamentais. E
constaram das críticas, análises e propostas não só dos anteriores mandatos como do actual na Assembleia Municipal de Campo Maior, onde o eleito António João Gonçalves relatou publicamente e sucessivamente a complicada situação que se vive em Campo Maior. Questionando por diversas vezes o executivo e os restantes membros dos diversos órgãos autárquicos eleitos, alguns deles já no anterior mandato.
 
Como exemplo, questionou o executivo no dia 15 de Dezembro de 2011:
 
 
"Na introdução ao Orçamento Municipal, por parte do executivo, o eleito da CDU destacou duas propostas:
 
1ª "Encontrar as soluções adequadas para a caracterização dos principais anseios dos munícipes".
 
2ª "Apostar na valorização e qualificação ambiental e territorial".
 
Dia 6 de Maio de 2011, teve lugar nos Paços do Concelho uma reunião do Concelho Municipal de Segurança e após a mesma a sala foi aberta à população, que a encheu por completo. Com dois únicos temas: A falta de segurança que se vive em Campo Maior (com os assaltos constantes) e o elevado estado de degradação na zona do Mártir Santo. Quer a nível patrimonial (onde se destaca a igreja, que é Património Municipal) quer a nível ambiental.
 
Se estes foram os principais anseios da população, porque não existe uma única contemplação no orçamento e plano para 2012?"
 
A questão levantada, à data, continua, infelizmente, sem resposta por parte de quem as deveria dar.
 
 

Sala cheia no lançamento da Fotobiografia de Álvaro Cunhal




Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, Sessão de lançamento da Fotobiografia de Álvaro Cunhal.

Pode ser lida na totalidade aqui a intervenção.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Margarida Azinhais - Jovem Apoiante da CDU Campo Maior

 
A voz da Margarida traduz o sentimento de muitos jovens em Campo Maior. Que não encontram nas políticas para a juventude exercidas na nossa vila a resposta às suas necessidades e anseios. E onde o futuro se resume a uma mão cheia de nada.
 
Porque as breves palavras, por vezes, revelam um maior sentimento.
 
Os jovens em Campo Maior encontram na candidatura da CDU às Eleições Autárquicas de 2013 todas as respostas que procuram. A eles cabe decidir e construir o seu próprio futuro.
 
Vem construir a nova sociedade, incluisiva e sem discriminações, onde o mérito seja reconhecido e criar um lugar com verdadeiras oportunidades para todos.
 
 
"Na Terra dos Sonhos podes ser quem tú és, ninguém te leva a mal" Jorge Palma
 
 
A CDU está presente no Conselho Municipal da Juventude em Campo Maior.
 
 
CDU nas Autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência
 
 
Junta o teu apoio à CDU!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Apresentação e oficialização da candidatura da CDU aos órgãos autárquicos de Campo Maior

 

 
Com a entrega no Tribunal da comarca de Elvas, pelas 09,45h da manhã de 2ª.feira, dia 5 de Agosto, das listas concorrentes às próximas eleições autárquicas, a CDU do concelho de Campo Maior, completou um longo e exaltante processo administrativo, de participação cívica e democrática, onde se envolveram largas dezenas de democratas e de Campomaiorenses, que querem o desenvolvimento da sua terra e o bem estar dos seus conterrâneos.
 
Estiveram presentes neste importante e significativo acto, o mandatário concelhio António Paula Campos, os cabeças de lista às Juntas de Freguesia de Degolados e de S. João Batista, respectivamente João José Pinheiro e Luís Gonçalves, à Assembleia Municipal, Paulo Ivo Almeida, à Câmara Municipal, António João Gonçalves, o apoiante Florindo Sabino e o coordenador distrital da CDU, João Fernando Serra. Um acto simples e breve mas que nos encheu de satisfação a todos nós pela concretização duma responsabilidade assumida, no tempo e na altura certa, em prol e na defesa do Poder Local Democrático e duma vida melhor para os homens, mulheres e jovens do nosso Concelho.
 
 
 
Já antes, na tarde do dia 13 de Julho no Centro Comunitário de Campo Maior, tivera lugar a apresentação pública da candidatura da Coligação Democrática Unitária e os cidadãos presentes na sessão ("devemos promover a coragem onde há medo"...disse Nelson Mandela) ficaram a conhecer a lista completa ao Municipio e os cabeças de lista aos outros órgãos autárquicos, conforme indicado mais acima, faltando aqui apenas apresentar publicamente a nossa camarada Sandra Rosa como a primeira da lista à Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação. Esta iniciativa da Comissão Concelhia Coordenadora da CDU foi presidida e apresentada pelo camarada João José Pinheiro e onde intervieram o mandatário António Paula Campos, os candidatos Paulo Ivo Almeida e António João Gonçalves e por fim a nossa camarada Gabriela Tsukamoto, presidente da Câmara Municipal de Nisa e membro da DORPOR - Direcção da Organização de Portalegre do Partido Comunista Português, que numa acertiva e brilhante intervenção, abordou alguns aspectos da situação politica local, regional e nacional.
 
Para finalizar esta nossa informação, informamos que se realizou na manhã de 6 de Agosto, no Tribunal de Elvas, o sorteio para o posicionamento nos boletins de voto, das forças politicas concorrentes a este acto eleitoral no nosso concelho dia 29 de Setembro de 2013,  estando a CDU situada na terceira posição.
 
CDU - Trabalho - Honestidade - Competência

terça-feira, 23 de julho de 2013

Acampamento Pela Paz - 26 a 28 Julho - Maranhão - Avis




De 26 a 28 de Julho -- Está de volta a IV edição do Acampamento pela Paz, inserido na preparação do 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes!

--- Informações sobre o Acampamento pela Paz --

Está quase a chegar a IV edição do Acampamento pela Paz! Aqui vão algumas informações úteis:

. Todas as inscrições podem ser feitas através do e-mail cnp.portugal.18@gmail.com (indicando nome, idade, contacto telefónico e localidade)

. O preço do Acampamento (25€) inclui transporte, refeição ligeira na 6a feira à chegada, jantar de sábado, entrada na Feira Franca de Avis no sábado à noite, campismo, participação em qualquer actividade (ou em todas!) durante o Acampamento

. No e-mail de inscrição, pedimos que nos informem de onde pretendem sair. Estamos a organizar os transportes, e em função do número de pessoas em cada sítio organizaremos melhor os pontos de partida.

. O pagamento pode ser feito durante o transporte ou à chegada a Avis

. Qualquer dúvida, já sabem, enviem e-mail para cnp.portugal.18@gmail.com

. Em breve publicaremos o Programa de Actividades, fiquem atentos!



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sobre a decisão do Presidente da República de manter o actual governo em funções

Conferência de Imprensa, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa
 
A decisão anunciada pelo Presidente da República de prolongar a vida a um governo e a uma maioria agonizantes confirma a inteira cumplicidade com que Passos Coelho e Paulo Portas têm contado para suportar os seus projectos de destruição nacional.
 
Ao contrário do que o Presidente da República invoca, não há na Constituição limitação ao poder que tem e devia exercer de dissolução da Assembleia da República. Ao não a assumir, Cavaco Silva confirma a sua opção estratégica: a de uma intervenção ao serviço dos interesses do grande capital (os chamados mercados) e do directório de potências que têm em curso um processo de exploração, extorsão dos recursos nacionais e dos rendimentos dos portugueses. Ficou claro que o chamado compromisso de “salvação nacional” não foi mais que um exercício para tentar aprisionar o País ao caminho da política de direita, do Pacto de Agressão que o afunda e da submissão externa.
 
O inaceitável espectáculo de degradação política, os repetidos atropelos à lei fundamental do país, a manifesta situação de não funcionamento regular das instituições, a descredibilização ética do governo e da maioria, o seu isolamento social não justificam outra decisão para uma saída digna e democrática da actual crise politica e institucional que não seja a da dissolução da Assembleia da República e a convocação de eleições antecipadas. Ao não o fazer, o Presidente da República assume, mais do que antes, a inteira responsabilidade de todas as consequências do prosseguimento da acção do governo e do rumo para o abismo económico e social. O passo dado por Cavaco Silva significa, não um passo para vencer os problemas nacionais, mas sim no agravamento da crise política, institucional, económica e social em que o País se encontra.
 
Não é a invocação de falsas incertezas e instabilidades que justificam o comprometimento do Presidente da República com este governo e a sua manutenção, mas sim a deliberada atitude de criar as condições para que este possa prosseguir já no Orçamento de Estado o roubo nos salários e rendimentos dos trabalhadores e do povo, novos cortes nas funções sociais do Estado, na protecção social, milhares de despedimentos na Administração Pública, novos passos na ruinosa política de privatizações.
 
O PCP rejeita as manobras de incitação ao medo com que o Presidente da República tenta justificar o injustificável. Não são as eleições que podem criar problemas na vida política nacional. Bem pelo contrário, é a permanência em funções do governo PSD/CDS que se assumirá como factor de agravamento dos problemas do país. As eleições assumem-se assim como um imperativo nacional e um contributo para uma clarificação da actual situação, uma oportunidade para o povo português poder afirmar a sua vontade de inverter o caminho de exploração, empobrecimento e declínio nacional. Não há remodelações que disfarcem a falta de legitimidade de um governo e de uma maioria que são já passado e que estão derrotados pela luta dos trabalhadores e do povo.
 
Há muito que o actual governo perdeu a sua legitimidade política. Invocar a verificação de uma maioria desesperada e obcecadamente agarrada que lhe dá suporte não é mais que a recusa por parte do Presidente da República do exercício das suas funções e responsabilidades.
 
O anúncio de uma moção de confiança encenando uma pretensa legitimidade do Governo sustentada numa maioria em decomposição, sem base de apoio social e político, só acentua a necessidade e a urgência da dissolução da Assembleia da República e a realização eleições antecipadas.
 
Perante um Governo e uma maioria que sofreram um abalo irreparável, a questão que se coloca já não é a de se serão derrotados, mas sim a do desenvolvimento e intensificação da luta dos trabalhadores e do povo para acelerar a sua derrota.
 
No actual momento, o PCP reafirma o seu apelo às forças sociais e políticas, a todos os democratas e patriotas para a convergência e mobilização capaz de romper com a actual política e assegurar um rumo de desenvolvimento, soberania e progresso social.
 
O país precisa do PCP e da CDU, dos seus valores de trabalho, honestidade e competência, e da sua entrega e dedicação aos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo. O povo português tem no reforço da CDU, a começar nas eleições para as autarquias locais, um importante momento para afirmar a sua determinação em dar força e expressão à ruptura com a política de direita e à afirmação de uma alternativa política patriótica e de esquerda.
 
Na actual situação está ainda mais nas mãos dos trabalhadores e do povo, com o uso de todos os direitos que a Constituição consagra, a possibilidade de impedir o desastre nacional e de abrir caminho a um Portugal com futuro.
 
Domingo 21 de Julho de 2013
 
 
 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

95º Aniversário de Nelson Mandela - António Filipe na AR em 2008



Parabéns Madiba! Nelson Mandela faz hoje 95 anos.
 
Intervenção de António Filipe
 em 18 de Julho de 2008
 
Sr. Presidente,
Srs. Deputados:
 
Nelson Mandela faz, precisamente, hoje 90 anos e o PCP decidiu propor à Assembleia da República que aprovasse um voto de congratulação por este acontecimento, associando-se, aliás, a vozes que, por todo o mundo, manifestaram o seu júbilo pelos 90 anos de Nelson Mandela.
 
Não sabemos ainda como é que os partidos à direita vão votar o nosso voto, mas, seja como for, ele já cumpriu a sua função, porque, se o PCP não o tivesse proposto, decerto que a Assembleia da República não aprovaria nenhum voto de congratulação pelos 90 anos de Nelson Mandela.
 
Assim, vai aprovar.
 
Mas nós votaremos todos os votos. Estejam descansados!
 
O que é interessante é a necessidade que os partidos à direita sentiram de apresentar votos próprios, demarcando-se do voto apresentado pelo PCP sobre esta matéria. Fazem-no para se desembaraçarem de embaraços que a vossa própria história vos cria.
 
Isto porque aquilo que os senhores não querem que se diga, lendo os vossos votos, é que Mandela esteve até hoje na lista de terroristas dos Estados Unidos da América. Mas isto é verdade! É público e notório - toda a gente o sabe!
 
Os senhores não querem que se diga que Nelson Mandela conduziu uma luta armada contra o apartheid, mas isto é um facto histórico. Embora os senhores não o digam, é a verdade, e os senhores não podem omitir a realidade.
 
Os senhores não querem que se diga que, quando, em 1987, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, com 129 votos, um apelo para a libertação incondicional de Nelson Mandela, os três países que votaram contra foram os Estados Unidos da América, de Reagan, a Grã-Bretanha, de Thatcher, e o governo português, da altura.
 
Isto é a realidade! Está documentado!
 
Não querem que se diga que, em 1986, o governo português tentou sabotar, na União Europeia, as sanções contra o regime do apartheid.
 
Não querem que se diga que a imprensa de direita portuguesa titulava, em 1985, que: «Eanes recebeu em Belém um terrorista sul-africano». Este «terrorista» era Oliver Tambo!
 
São, portanto, estes embaraços que os senhores não querem que fiquem escritos num voto.
 
Não querem que se diga que a derrota do apartheid não se deveu a um gesto de boa vontade dos racistas sul-africanos mas à heróica luta do povo sul-africano, de Mandela e à solidariedade das forças progressistas mundiais contra aqueles que defenderam até ao fim o regime do apartheid.
 Congratulamo-nos vivamente com os 90 anos de Nelson Mandela e queremos saudar, na sua pessoa, a luta heróica do povo sul-africano pela sua dignidade, pela igualdade entre todos os seres humanos e contra o hediondo regime do apartheid.