Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior

Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior
Podem contar com a CDU para "preservar e valorizar as tradições populares e a cultura popular do distrito de Portalegre. Como por exemplo o Jardim Florido e as Festas do Povo de Campo Maior."

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Resumo da Assembleia Municipal de 16 de Setembro de 2013

UMA SESSÃO E UM MANDATO DE GRANDE DIGNIDADE POR PARTE DA CDU
  
"Tudo o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita" é um velho provérbio popular e que se pode aplicar perfeitamente, a este atribulado mandato que agora termina. Na verdade, quando o eleito da CDU chegou aos Paços do Concelho pelas 18,30 h do dia 16 de Setembro (com a pontualidade e a assiduidade que sempre o caracterizou, diga-se a propósito que não faltou a uma única reunião, durante os 4 anos de mandato, numa clara demonstração de respeito pelo Poder Local Democrático). Foi confrontado com a surpreendente decisão do Sr.Presidente da Assembleia Municipal ter suspendido esta última sessão, sem nada que o justificasse a não ser, uma tentativa de boicotar o funcionamento deste importante órgão autárquico, na sua derradeira reunião e nas vésperas da abertura oficial da campanha(os eleitos e candidatos do PS já há muito que a faziam com o dinheiro dos nossos impostos, via Câmara Municipal)) para o acto eleitoral do dia 29 de Setembro. No entanto e como o regimento prevê esta situação e como havia quorum (1 membro da CDU, 8 do PS e 2 do Grupo "A Nossa Terra") foi eleita uma nova mesa e onde o deputado da CDU ocupou o lugar de 1º.secretário. Depois de lido o expediente pelo presidente da mesa, intervieram 3 dos munícipes presentes, entrando-se de seguida no período Antes da Ordem do Dia, onde o representante da CDU, depois de cumprimentar a Assembleia, o Executivo e o Público presente, recordou o triste e lamentável episódio do voto em branco para a eleição da mesa da Assembleia Municipal no dia 29 de Outubro de 2009, reprovando quem "desenhou" e depois quem levou à prática tão ignóbil acto, traindo os seus companheiros de bancada e pondo em causa a honestidade e a lealdade dos restantes membros da Assembleia Municipal.

Destacou depois o respeito que sempre teve para com este órgão autárquico e para com os seus eleitos, reconhecendo também que sempre se sentiu respeitado por todos eles, ficando fora de todas as quezílias ocorridas entre os outros dois grupos parlamentares e que no fundo são da mesma área política e portanto, também responsáveis pela situação que se vive no País e particularmente em Campo Maior.

De seguida e sempre com o pensamento nos VALORES DE ABRIL, em respeito pelo programa apresentado pela CDU nas eleições autárquicas de 2009, pelos Campomaiorenses que nesse programa votaram e o elegeram e uma vez que é altura de prestar contas a esses eleitores a quem queremos dizer, responsavelmente, o que fizemos ao seu voto; lembrou as posições assumidas ao longo do mandato, em defesa dum melhor funcionamento do nosso Centro de Saúde e do Serviço Nacional de Saúde e manifestou a sua oposição à redução do horário do Centro; em defesa duma Escola Pública de qualidade, sobretudo quando tentaram encerrar o Ensino Básico em Degolados; manifestando-se contra a extinção de freguesias e a Lei de Finanças Locais aprovada pelo governo; a exploração do abastecimento de água à população do nosso concelho ter sido concedido a privados (a água é um bem público e essencial à nossa vida) com os consequentes prejuízos para os Campomaiorenses e para o Município; o ruinoso negócio das piscinas da Fonte Nova; a continuada insegurança que se vive na nossa terra; a não resolução e agravamento do problema do Mártir Santo; a constante e acelerada degradação do nosso centro histórico, pelo que propôs a criação de um gabinete técnico para se proceder ao levantamento dos prédios em mau estado de conservação; a realização da 1ª.Assembleia Municipal na histórica aldeia de Ouguela, as saudações a datas tão importantes da nossa História como são o 25 de Abril, o 5 de Outubro (que este governo de extrema direita deixou de considerar feriado) ou o 1º. de Maio, para além de em várias ocasiões, sempre com o pensamento nos VALORES DE ABRIL, ter manifestado a sua preocupação pelo crescente desemprego, pelos salários e reformas de miséria, pelos jovens que não têm perspectivas de futuro e sobretudo por muitas famílias que estão a passar por momentos difíceis e que em vez de se lhe procurar dar uma vida com dignidade, lhe vão dando caridade em nome da solidariedade.

Na ordem do dia foi aprovada por maioria uma moção de repúdio pela tentativa de suspensão desta Assembleia, foram aprovadas as atas das sessões ordinárias de 30/04/13 e de 26/06/2013 e o acordo de colaboração de actividades de enriquecimento curricular e o respectivo procedimento concursal para o recrutamento de 10 técnicos para essas actividades. Com as intervenções finais do público, de 4 dos munícipes presentes e dos cordiais cumprimentos de despedida entre todos os autarcas presentes, chegámos ao final do mandato, onde procurámos defender os interesses de Campo Maior e dos seus residentes, pois os eleitos da CDU, estão nos órgãos autárquicos para servirem e não para se servir, com Trabalho, Honestidade e Competência.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Convite para a Cerimónia da Tomada de Posse no CCCM

 
Convite
 
A Coordenadora da CDU Campo Maior segundo o convite do Presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, Rui Manuel Gonçalves Pingo, tem a honra de convidar V.Exª. para a cerimónia de tomada de posse dos membros eleitos para a Assembleia Municipal e Câmara Municipal para o mandato 2013-2017, a ter lugar no próximo dia 11 de Outubro, pelas 18,30 horas, no auditório do Centro Cultural de Campo Maior.
 
CDU Campo Maior, 10.Outubro.2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

'Manifestação da CGTP não põe em causa a segurança'

 
Arménio Carlos - Secretário Geral da CGTP-IN
 
O secretário-geral da CGTP assegurou hoje que a manifestação que vai atravessar a ponte 25 de Abril, em Lisboa, no dia 19 não ameaça a circulação ferroviária nem a segurança das pessoas e não deverá originar situações de violência.
 
Arménio Carlos disse aos jornalistas que a questão da segurança não se coloca, quer para a circulação ferroviária quer para os manifestantes que vão desfilar no tabuleiro superior, e lembrou as várias provas desportivas que têm ocorrido na ponte 25 de Abril.
 
"Temos fotografias de corridas na ponte enquanto o comboio passava, sem problemas, e quanto à segurança das pessoas, salientamos que o tabuleiro tem várias faixas de rodagem e que todo o controlo de acesso é feito na zona das portagens", disse acrescentando que a CGTP também gere a saída dos manifestantes em Alcântara.
 
Arménio Carlos, que falava aos jornalistas à saída de uma audiência com a presidente da Assembleia da República, disse que, se for necessário, as estruturas da CGTP podem disponibilizar pessoas para garantir a segurança dos acessos ao tabuleiro inferior da ponte.
 
"Quanto aos alegados problemas de violência na sequência da manifestação, toda a gente sabe que não há violência nas manifestações da CGTP", afirmou o sindicalista lembrando que o próprio ministro da Administração Interna tem reconhecido o rigor e o civismo com que decorrem os protestos da CGTP.
 
O Sistema de Segurança Interna (SSI) deu um parecer técnico desfavorável à realização, a 19 de Outubro, de uma marcha de protesto da CGTP que inclui a travessia da ponte 25 de Abril, invocando diversos problemas de segurança.
 
A CGTP-Intersindical Nacional manteve a intenção de realizar a marcha na Ponte 25 de Abril considerando falsos os argumentos do parecer técnico desfavorável do Sistema de Segurança Interna.
"Isto deixou de ser um problema técnico e passou a ser um problema político e em democracia os problemas políticos resolvem-se com diálogo", disse o secretário-geral da CGTP-IN.
 
Arménio Carlos considerou que se justifica uma nova reunião com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e com os presidentes das câmaras municipais de Lisboa e Almada e do Sistema de Segurança Interna.
 
O sindicalista lembrou que a Inter já fez travessias de várias pontes do país, nomeadamente a ponte D. Luís, no Porto, sem qualquer problema.
 
A CGTP convocou para dia 19 uma jornada nacional de luta contra a austeridade e o empobrecimento, que inclui uma marcha com travessia da ponte 25 de Abril e outra marcha no Porto, com travessia da ponte do Infante.
 
A central sindical pediu a audiência à Presidente da Assembleia da República para lhe dar conta das suas reivindicações, nomeadamente a atribuição de subsídio social de desemprego, enquanto durar a crise, a quem já não recebe apoio social.
 
Lusa/SOL, Lisboa, 8.Outubro.2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Um conjunto de resultados de inegável valor, importância e significado

Intervenção de Jerónimo de Sousa, analisa e comenta o resultado das Eleições Autárquicas de 29 de Setembro de 2013. Ao Lado dos dirigentes do PEV, da ID e de muitos apoiantes independentes.
 
1. A CDU saúda os milhares de candidatos, activistas e militantes do PCP, do PEV, da ID, da juventude CDU e independentes que com a sua dedicação e a sua intervenção contribuíram para construir esta importante vitória eleitoral.
 
Uma vitória da confiança e da esperança sobre a desilusão e o conformismo, comprovando que os trabalhadores e o povo têm nas suas mãos e também no seu voto a possibilidade de com o apoio à CDU, juntar vontades e energias indispensáveis a uma empenhada e confiante intervenção na luta por um País mais justo, desenvolvido e soberano. Um resultado que dá mais força e confiança à luta por uma política alternativa que derrote o rumo de desastre imposto pela política de direita e abra perspectivas de uma política alternativa, patriótica e de esquerda.
 
A CDU saúda todos aqueles que lhe confiaram o seu apoio e o seu voto reafirmando-lhes o firme compromisso de que encontrarão agora na acção dos milhares de eleitos da Coligação uma presença de trabalho e dedicação para a construção de uma vida melhor e para o progresso e desenvolvimento das suas freguesias e concelhos. E sublinha especialmente que o apoio e a confiança agora depositadas na CDU estará presente para dar voz e expressão, em todos os locais e em todos os momentos, à luta em defesa dos direitos, pelo emprego, a protecção social e a uma vida digna.
 
2. A expressiva votação alcançada com o significativo reforço da percentagem eleitoral, aumento do número de vereadores, a confirmação da generalidade das suas posições de maioria e a conquista de novas maiorias, como são os casos de Évora, Beja, Grândola, Alcácer do Sal, Alandroal, Cuba, Vila Viçosa, Monforte, Silves, com a possibilidade de vencer em mais municípios, nomeadamente Loures.
Este reforço representa uma sólida progressão da CDU que testemunha a ampla corrente de apoio e confiança de um número crescente de portugueses e portuguesas.
 
3. A CDU sublinha o inegável valor, importância e significado do conjunto dos resultados hoje obtidos. Resultados que são expressão do reconhecimento da intervenção da CDU nas autarquias, do seu percurso de trabalho, honestidade e competência, de dedicação aos interesses populares e à causa pública.
 
Mas o importante progresso e avanço eleitoral, e o expressivo avanço da votação e posições obtidas traduz igualmente o reconhecimento da intervenção coerente e determinada das forças que integram a CDU – o PCP, o PEV, a Intervenção Democrática - na defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações e na resistência e combate à política de direita.
 
A votação obtida pela CDU constitui um factor de confiança e esperança de que é possível um outro caminho e um outro rumo, um estimulo à luta e ao que ela pode abrir de perspectivas e concretização de uma política alternativa, e um testemunho de que, como temos afirmado, está nas mãos dos trabalhadores e do povo com a sua acção, opções e voto derrotar os partidos da política de direita e dar mais força à CDU e à concretização de uma política patriótica e de esquerda.
 
4. A CDU reafirma a sua convicção de que cada posição agora conquistada, cada um dos mais de três mil mandatos alcançados pela CDU constituirão um elemento mais de trabalho, intervenção e inteira entrega na defesa dos interesses das populações, na promoção das condições de vida local e na luta por um Portugal mais justo e desenvolvido.
 
Uma intervenção que terá continuidade já amanhã na luta de todos os dias – em que avulta essa grande acção de luta nacional a “Marcha Por Abril, Contra a exploração e o empobrecimento” já convocada pela CGTP para o próximo dia 19 de Outubro.
 
Uma intervenção para fazer avançar as propostas que assegurem a melhoria dos salários e pensões, o respeito pelos direitos de quem trabalha, o reforço da protecção social, a defesa e valorização dos serviços públicos, a aposta na produção nacional e na criação de emprego.
 
O avanço da CDU é um importante estímulo na intervenção activa e confiante para o reforço de posições nas eleições do Parlamento Europeu de 25 de Maio do próximo ano, na defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, da soberania e independência nacionais.
 
5. Independentemente da natureza, factores e dinâmica locais destas eleições, a expressiva perda de votação de PSD e CDS é indissociável de uma clara condenação dos trabalhadores e do povo português da política de ruína e de empobrecimento para que estão a arrastar o país e a vida dos portugueses.
 
As manobras já ensaiadas para procurar afastar leituras nacionais destas eleições não iludem que estes resultados traduzem uma expressão significativa o plano eleitoral do crescente isolamento político e social dos partidos do Governo que só reforçam a necessidade, possibilidade e urgência da sua demissão.
 
6. Os resultados obtidos pela CDU, e sobretudo a corrente de apoio às suas propostas e intervenção, a expressiva participação de jovens e independentes que fazem desta coligação um grande espaço de convergência, são um sólido elemento de confiança para as batalhas políticas futuras que continuaremos a travar por uma vida melhor, pela indispensável demissão do Governo, pela rejeição do Pacto de Agressão e pela derrota da política de direita, por uma política patriótica e de esquerda, que afirme os valores de Abril no futuro de Portugal.
 
Jerónimo de Sousa, Secretário Geral do PCP. Lisboa, 29 de Setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

António João Gonçalves - Candidato à Câmara Municipal de Campo Maior





Após a apresentação pública das listas no Centro Comunitário de Campo Maior, da oficialização das mesmas no Tribunal de Elvas dia 5 de Agosto.
 
Iniciou-se a 8 de Agosto uma longa série de reuniões de trabalho com várias Instituições, associações e colectividades do nosso concelho entre as quais: o Centro de Saúde de Campo Maior, a Paróquia, a Banda 1º.de Dezembro, a CURPI, o Núcleo da Liga dos Combatentes, o Despertar Alentejano, as Harmónicas, a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, o GEDA, os Bombeiros Voluntários de Campo Maior, a Casa do Povo de Campo Maior, a Associação dos Trabalhadores do Município, o Rancho Folclórico, o Convento de Santo António, a Cooperativa de Habitação e o Centro de Dia de Degolados. Encontros que serviram para dar a conhecer os nossos candidatos e as linhas mestras do nosso programa, bem como sentir o pulso de todas essas forças vivas do nosso concelho. que, embora, com as muitas dificuldades que têm sentido, sobretudo de ordem financeira, muito têm contribuído para o desenvolvimento de Campo Maior e uma melhor qualidade de vida dos campomaiorenses.
 
Disponibilizando-se os candidatos da CDU, se forem eleitos como esperam, para colaborar na melhoria das condições de trabalho dentro das mesmas com o intuito que este se reflicta na população, através de uma estreita e eficaz parceria, de resolver os problemas com que se debatem.
 
Tivemos ainda oportunidade de visitar em plena laboração, a prestigiada fábrica de aperitivos Sanzé, onde o seu proprietário, amigo João Cachola, nos recebeu e guiou simpaticamente, pelas várias secções das suas instalações, o que muito nos sensibilizou.
 
Visita dos alunos da Escola Básica da Avenida
 
Momento alto da campanha foi a simpática e interessante visita, na passada Quarta Feira dia 25, à nossa sede de candidatura, duma turma de 26 alunos do ensino básico da Escola da Avenida, acompanhados da respectiva professora Lurdes Lopes, que foram colocar ao candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal, várias perguntas relacionadas com a sua candidatura e actividade politico-partidária. O que nos deixou muito honrados e comovidos, ao constatar que as crianças, futuras senhoras e senhores, demonstram muito interesse pela mais nobre das tarefas que o ser humano pode desempenhar. A arte de servir o próximo.
 
 Foi na verdade um momento muito especial na nossa campanha eleitoral e que nós valorizámos muito, pela forma como estas crianças do nosso concelho, sabiamente conduzidas pela sua competente e dedicada mestra, abordaram tantos e tão diversificados temas sobre a vida do dia a dia dos Campomaiorenses e que soluções teremos para resolver as muita adversidades com que nos debatemos.
 
Merece, da nossa parte, uma reflexão, porque eles são os homens e as mulheres do futuro, do amanhã! Contamos com eles e eles também podem contar connosco, podem contar com a CDU!

 A campanha tem seguido tranquila, com respeito pelos eleitores do nosso concelho e também pelas outras forças politicas, distribuindo os nossos documentos e nomeadamente o nosso programa eleitoral e culminará no último dia de campanha com a distribuição dum comunicado à população, apelando ao voto na CDU, que é na verdade a força politica que mais tem defendido os interesses de quem trabalhou, trabalha, perdeu o emprego ou espera ingressar no mercado de trabalho.
 
Apesar da serenidade que tem pautado a nossa campanha, não deixamos de esclarecer o que tem sido, na nossa opinião, um mau desempenho dos executivos eleitos. Porque se comprometeram a aumentar a qualidade de vida à população, o que na realidade não tem acontecido, fruto sobretudo de políticas erradas e má gestão dos dinheiros públicos.
 
A Comissão Coordenadora Concelhia da CDU de Campo Maior

26 de Setembro de 2013

 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Paula Campos - Mandatário da Candidatura da CDU Campo Maior

 
Mensagem de António de Paula Campos, mandatário da candidatura da CDU Campo Maior às Eleições Autárquicas de 2013.
 
Vão a sufrágio os três importantes órgãos do poder local democrático (sendo que as Assembleias de Freguesia são constituídas por três distintas).
 
Constituição completa da lista de candidatos da CDU Campo Maior.
 
Câmara Municipal:

. António Gonçalves
. José Leão
. Ana Cachapa
. Manuel da Rosa
. Liliana Pereira
. José Caldeirão
. José Favita

 
Assembleia Municipal:
 
. Paulo Ivo Almeida
. Joel Moriano
. Sandra Vitorino
. António Ceia
. Vítor Silva
. Ana Barata
. Luís Sabino
. António Vieira...
. Carla Carrajana
. Luís Ramalhete Gonçalves
. João Cordeiro
. Maria Silveira
. Francisco Chorão
. Elisa Cordeiro
. António Carixas
. Rui Vieira
. Maria Almeida
. António Estribio
. Marta Pinto Ângelo
. João Pinheiro
 
 
Assembleias de Freguesia:
 
Lista da CDU para a Assembleia de Freguesia N.ª S.ª da Graça dos Degolados

. João José Pinheiro
. Maria Miranda
. Liliana Pereira
. Rogério Martins
. Hugo Laço
. Manuela Afonso
. António Rodrigues
. António Pessoa
. Joel Moriano
. José Leão
 
Lista da CDU para Assembleia de Freguesia N.ª S.ª Expectação

. Sandra Rosa
. João Sachim
. Bruno Saragoça
. Damiana Saragoça
. Manuel Azinhais
. Fernando Sousa
. Jacinta Tiburcio
. Jorge Nini...
. Francisco Fitas...
. Ana Chorão
. Manuela Carreiras
. Luís Silva
 
Lista da CDU para Assembleia de Freguesia S. João Baptista

. Luís Torre Gonçalves
. Fátima Vitorino Pereira
. João Soutino
. Joaquim Teixeira
. Aldemira Negrita
. António Silveira
. Luís Gartagaté da Silva
. Maria Cachapa...
. João Domingos
. Catarina Pinto Ângelo
. Idaulina Rosa
. Francisco Chorão
 
CDU nas Autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

João Pinheiro - Candidato à Freguesia de Degolados




Falar da única freguesia rural de Campo Maior passa inevitavelmente pela abordagem à maior construção pública ali existente. A Barragem do Abrilongo.
 
Equipamento mandado construir sobre a Ribeira do Abrilongo pelo então Ministro da Agricultura do Partido Socialista Luís Capoulas Santos,terminado em 2000 a sua construção, sem que até à data tenha sido dele (investimento) retirado qualquer retorno.
 
Retorno esse bem mais complicado de executar, pois toda a obra se encontra numa ZPE (Zona de Protecção Especial).
 
Informação retirada do Diário da república:
 
"ANEXO XXIII

 Zona de Protecção Especial de Campo Maior

 (superfície: 9575,99 ha)

 Limites

 A área da Zona de Protecção Especial de Campo Maior é definida pelos seguintes limites: acompanha o curso da ribeira do Abrilongo desde que este inflecte para o interior de Portugal até se encontrar com o rio Xévora. Segue o curso do rio Xévora até ao caminho carreteiro que o atravessa a sul do monte de São Salvador, seguindo para sudoeste, confluindo ao CM 1113. Segue este caminho municipal e no encontro com o ribeiro do Vale dos Meiras toma o percurso do último para sul até ao ponto de maior aproximação com o CM 1116, a sul da Horta da Figueira. Continua pela EM 1116 até se cruzar com a EN 371, a partir da qual toma a direcção de sudoeste até chegar ao retiro, que fica na fronteira. Continua para noroeste pela fronteira até se encontrar novamente com a entrada da ribeira do Abrilongo em Portugal."
 
Para Degolados e as suas gentes foi ainda decretado o encerramento da sua Escola Básica (felizmente não encerrou) por José Sócrates. A CDU apresentou uma moção contra o seu encerramento, contributo decisivo para que os alunos degoladenses não sentisses necessidade de se descolar a Campo Maior. Da mesma forma que esteve na linha da frente da defesa do estado social.
 
Pretendemos dar continuidade à nossas política.
 
Dia 29 de Setembro VOTA CDU!