Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior

Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior
Podem contar com a CDU para "preservar e valorizar as tradições populares e a cultura popular do distrito de Portalegre. Como por exemplo o Jardim Florido e as Festas do Povo de Campo Maior."

quarta-feira, 12 de março de 2014

João Ferreira tem a melhor prestação dos eurodeputados portugueses


Conforme se pode constatar na imagem, João Ferreira, deputado do Partido Comunista Português, eleito pela CDU em 2009, teve a melhor prestação face aos restantes eleitos por Portugal no Parlamento Europeu.
 
 
João Ferreira é cabeça de lista da CDU dia 25 de Maio para o Parlamento Europeu.
 
 
Dia 25 de Maio é importantíssimo para Portugal e Europa dar mais força à CDU.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Apresentação da Declaração Programática Eleitoral do PCP para as Eleições para o Parlamento Europeu



Apresentação da Declaração Programática Eleitoral do PCP para as Eleições para o Parlamento Europeu, pelas 17h00, no Centro de Trabalho Vitória, na Avenida da liberdade, 170, em Lisboa.
 
Participam e intervêm João Ferreira, 1º candidato da CDU às eleições ao Parlamento Europeu, e Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.
 
Dia 25 de Maio de 2014 é fundamental votar CDU para o Parlamento Europeu, como garantia de soberania de portugal e de uma Europa mais justa e fraterna.
 
 

quinta-feira, 6 de março de 2014

O PCP Celebra o 93º Aniversário - Parabéns!

1921 - Partido Comunista Português - 2014
 

"O Partido Comunista Português celebra hoje o seu 93.º aniversário. Fundado a 6 de Março de 1921, o seu aparecimento correspondeu à necessidade sentida por sectores politicamente mais conscientes do operariado português de criação de um partido de classe – um Partido da classe operária e de todos os trabalhadores - com o objectivo supremo de construção do socialismo e do comunismo.
 
Com o golpe de Estado de 1926, o PCP viria a ser ilegalizado e as suas sedes encerradas e, perante a fascização do Estado, foi o único partido a enfrentar e combater a ditadura fascista e a lutar, nas duras condições da clandestinidade, pelo seu derrube, através da Revolução Democrática e Nacional.
 
Com o 25 de Abril de 1974, é o Partido que se bate como nenhum outro pela realização de profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais, que se traduziram em importantes conquistas e realizações para servir os trabalhadores e o povo e melhorar as suas condições de vida, num País desenvolvido, independente e soberano.
 
Iniciado o processo contra-revolucionário com o I Governo Constitucional (PS/Mário Soares), o PCP transforma-se no partido da resistência a este processo e da defesa das conquistas revolucionárias de Abril, que, há 37 anos, três partidos – PS, PSD e CDS – que, sozinhos ou em coligação, se têm revezado no Governo, vêm procurando destruir.

Hoje, o Partido Comunista Português continua a ser o Partido da classe operária e de todos os trabalhadores. E é também o Partido de Abril, não apenas porque deu um contributo sem paralelo no panorama partidário português para a sua concretização e definição da sua natureza amplamente democrática, antimonopolista e anti-imperialista, como é hoje o Partido que assume e toma como referência a plenitude dos seus valores e conquistas.

Partido que se bate por um programa de desenvolvimento do País e cuja concretização é igualmente indissociável da luta que hoje trava pela ruptura com a política de direita e pela materialização de uma política patriótica e de esquerda.

Partido que se bate por um programa de desenvolvimento do País e cuja concretização é igualmente indissociável da luta que hoje trava pela ruptura com a política de direita e pela materialização de uma política patriótica e de esquerda.

Partido da verdade, da esperança e do futuro, portador do projecto da construção em Portugal de uma sociedade socialista – «uma so-ciedade de liberdade e de abundância, em que o Estado e a política estejam inteiramente ao serviço do bem e da felicidade do ser humano»  (Álvaro Cunhal, O Partido com Paredes de Vidro) – é o Partido a que vale a pena aderir, de que vale a pena ser militante. ..."
 
Manuel Rodrigues, Director do Avante!
 
Avante!, 6.Março.2014
 
Adere ao PCP!

segunda-feira, 3 de março de 2014

Tribunal de Contas dá Razão à CDU Campo Maior

 
 
Desde a primeira proposta e votação para entrega da gestão da água a privados (Aqualia - Aquamaior - Águas de Campo Maior, S.A.) em 2007, pelo anterior executivo do Partido Socialista, que a CDU Campo Maior votou contra. Mostrando preferência pela gestão pública de um bem essencial à população.
 
Não só não lhe foram dados ouvidos aos seus anseios e preocupações por parte dos restantes eleitos (Partido Socialista e Movimento Independente por Campo Maior à data da votação e, mais tarde, Partido Socialista e A Nossa Terra Campo Maior, ) como votaram favoravelmente na grande maioria das péssimas decisões que penalizaram a população campomaiorense e os cofres da autarquia.
 
Surge agora um a Relatório do Tribunal de Contas, datado de Fevereiro de 2014 que dá razão a todas as preocupações apresentadas pelo eleito João José Pinheiro desde 2007 e mantidas coerentemente por António João Gonçalves no mandato 2009 - 2013. A CDU tinha e tem razão!
 
Este relatório, que pode ser aqui lido na íntegra, tem como tópicos principais para a população de Campo Maior os seguintes:
 
"25. Todas as entidades gestoras se pronunciaram à excepção da Aquamaior - Águas de Campo Maior , S.A."
 
"300. Em 29 de Outubro de 2007, foi celebrado entre o concedente, a CMCM e a concessionária Aquamaior - Águas de Campo Maior, S.A., por um períodos de 30 anos, o contrato de concessão para exploração e gestão dos sistemas de distribuição de água para consumo público e recolha de efluentes do concelhos de Campo maior."
 
"301. Em 1 de marco de 2008, teve início a atividade da concessionária Aquamaior enquanto gestora do serviço de águas e saneamento."
 
 "317. A retribuição a pagar ao concedente durante todos o período da concessão oscila em cerca de 1.273.011,00€."
 
"319. Em 25 de Fevereiro de 2010, foi aprovado em Assembleia Municipal um memorando de entendimento ao contrato de concessão, sequência de um processo de equilíbrio económico-financeiro da concessão apresentado pela concessionária, em novembro de 2009."
 
"322. Da celebração do memorando de entendimento resultou a criação de uma tarifa para os consumos municipais quando estes consumos acumulados ultrapassarem os 40.000 metros cúbicos e o aumentos do tarifários para os utilizadores em 26%.
 
"337. A partir de 2010 a empresa apresentou pela primeira vez um EBITDA positivo em resultado do aumento do tarifários em 26%, que, consequentemente originou o aumento dos proveitos tarifários.
 
"370. Como consequência, o principal fator de risco desta concessão, identificado pelo concedente e pela concessionária encontra-se alocado aos consumidores, por via do aumento do tarifários, já que para além do aumento ordinários do tarifários ocorrido anualmente podem, ainda, estar sujeitos a aumentos extraordinários decorrentes da situação descrita."
 
"380. Ou seja, na concessão de Campo Maior, sempre que ocorrem alterações contratuais, estas estão na sua generalidade alocadas ao consumidor final por via do aumento das tarifas da água.
 
"393. todavia, o Tribunal reafirma que o lançamento de uma parceria público-privada, deverá ser sempre precedido de um estudo que demonstre o seu value for money, comparativamente ao modelo de contratação tradicional, a fim de justificar a opção por aquela modalidade."
 
Algumas considerações importantes sobre as tomadas de posição em Assembleia Municipal.


Votação do aumento da tarifa em 25 Fevereiro de 2010


Aditamento ao contrato com a Aqualia


Declaração da CDU sobre a privatização da água


Intervenção de munícipe sobre a Aqualia

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Sobre a situação na Ucrânia


Para combater a extrema direita na europa - 25 Maio - Vota CDU!

Nota do Gabinete de Imprensa do PCP

Perante a recente e dramática evolução da situação na Ucrânia, o PCP expressa a sua condenação pelo autêntico golpe de estado levado a cabo pelos sectores mais reaccionários da oligarquia ucraniana com o apoio do imperialismo, após meses de desestabilização e de escalada de violência, desencadeadas após o anúncio da suspensão da assinatura do acordo de associação com a União Europeia em Novembro passado.
 
Os acontecimentos evidenciam a instrumentalização por parte das potências imperialistas da NATO – concertadas com as classes dominantes na Ucrânia – do profundo descontentamento acumulado entre os trabalhadores e amplas camadas da população, resultante do desastre social e económico da restauração do capitalismo na Ucrânia nas últimas duas décadas.
 
O PCP denuncia e condena a brutal ingerência e desestabilização dos EUA, da UE e da NATO na situação interna da Ucrânia que – promovendo e apoiando as forças de extrema-direita, neonazis e xenófobas e fomentando o exacerbar de tensões, de divisões e clivagens –, visa assegurar o domínio político, económico e militar deste imenso país, de forma a avançar na sua escalada de tensão e estratégia de confronto com a Federação Russa, realidade que representa uma acrescida ameaça à segurança e à paz na Europa e no Mundo.
 
O PCP alerta para o real significado e perigos que representam o avanço das forças de extrema-direita e de cariz fascista e neonazi na Ucrânia – no que constitui uma séria ameaça à democracia, aos direitos e liberdades e à própria integridade e soberania do país –, assim como chama a atenção para projectos que a pretexto da “ajuda externa” procuram impor gravosas condições económicas e políticas.
 
O PCP denuncia e rejeita a campanha e as acções anticomunistas e expressa a sua mais veemente condenação dos ataques perpetrados contra os militantes, dirigentes e sedes do Partido Comunista da Ucrânia, assim como das tentativas para limitar ou mesmo ilegalizar a actividade do Partido Comunista da Ucrânia.
 
O PCP reafirma a sua solidariedade aos trabalhadores e ao povo ucraniano, assim como ao Partido Comunista da Ucrânia e a todos os militantes e simpatizantes comunistas ucranianos e à sua luta em prol da paz, do bem-estar social, da soberania e independência da Ucrânia.
 
Terça 25 de Fevereiro de 2014

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Encontro Nacional do PCP - Almada




Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Almada, Encontro Nacional do PCP - «A situação nacional, as eleições para o Parlamento Europeu e a luta por uma política patriótica e de esquerda» Aqui.
 
A Organização Regional de Portalegre (DORPOR) e Concelhia de Campo Maior do Partido Comunista Português estiveram presentes.
 
 
25 de Maio é fundamental votar CDU para o Parlamento Europeu
 
 
O reforço da CDU nas próximas eleições, com a eleição de mais deputados, reforçando a defesa dos interesses nacionais, dos interesses dos trabalhadores e do povo português no Parlamento Europeu, será um factor essencial para esta mudança de rumo, contribuindo também decisivamente para a luta pela demissão do actual governo e pela derrota da sua política.
 
Almada, Sábado 22 de Fevereiro de 2014
 
 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Importante vitória dos estivadores de Lisboa

 
 

PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAISES UNI-VOS
Depois de uma luta prolongada, os Sindicato dos estivadores do Porto de Lisboa, firmou um acordo com os Operadores Portuários, que constitui um recuo importante na ofensiva contra os trabalhadores, só conseguido com a determinação numa luta dura que contou com uma forte solidariedade internacional e nacional.
 
Com este acordo abrir-se-á um processo de negociação colectiva, mas para já pára o processo de precarização das relações de trabalho, com a substituição dos actuais estivadores por contratados a prazo, que serão readmitidos os trabalhadores antecipadamente dispensados e parado o processo relativo à eventual falência da ETPL.
 
Esta é mais uma demonstração de que com a determinação na luta os trabalhadores, os resultados aparecerão.
 
A FECTRANS saúda os trabalhadores deste sector, que com a unidade, determinação e mobilização, obtiveram um importante resultado com a sua luta.
 
18 de Fevereiro de 2014
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CGTP-IN                                                                                 FECTRANS