Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior

Candidatos da CDU à Assembleia da República em Campo Maior
Podem contar com a CDU para "preservar e valorizar as tradições populares e a cultura popular do distrito de Portalegre. Como por exemplo o Jardim Florido e as Festas do Povo de Campo Maior."

terça-feira, 6 de maio de 2014

Intervenção do PCP na Sessão do 40º Aniversário do 25 de Abril


Intervenção do PCP
Sessão solene do 40º aniversário do 25 de Abril
 
Hoje os trabalhadores e o povo português comemoram 40 anos do 25 de Abril de 1974.
A Revolução de Abril constituiu uma realização da vontade do povo português, uma afirmação de liberdade, de emancipação social e de independência nacional.
A Revolução de Abril, culminando uma prolongada e heróica luta anti-fascista, pôs fim a 48 anos de ditadura, à guerra colonial reconhecendo aos povos colonizados em luta o direito à independência, ao isolamento internacional de Portugal e realizou profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais que constituem componentes de um sistema e de um regime que abriram na vida do País a perspectiva de um novo período da história marcado pela liberdade e pelo progresso social.
A conquista e instauração das liberdades, dos direitos dos cidadãos e de um regime de democracia política foram inseparáveis da liquidação do poder económico e político dos grupos monopolista e dos latifundiários, através das nacionalizações, do controlo operário e da Reforma Agrária e das outras transformações socioeconómicas indispensáveis ao desenvolvimento do País. Perante a conspiração, a sabotagem e as tentativas de golpes de força de sectores reaccionários apoiados pelos grandes capitalistas, pelos agrários e pelo imperialismo estrangeiro, as referidas transformações foram além do mais necessárias para a defesa das liberdades e da democracia.
A classe operária, os trabalhadores, as massas populares e os militares progressistas – unidos na aliança Povo-MFA – desempenharam um papel fundamental em todas as conquistas democráticas, que foram depois consagradas na Constituição da República, aprovada em 2 de Abril de 1976.
Partido decisivo na luta pela conquista da liberdade e da democracia, o PCP interveio em todo este processo como força política insubstituível e determinante. O seu papel na Revolução de Abril e na fundação do regime democrático inscreve-se como dos maiores feitos da sua história.
A Revolução de Abril mostrou conter em si a força e as potencialidades necessárias para empreender a eliminação de muitas das mais graves desigualdades, discriminações e injustiças sociais e para a construção de uma nova sociedade democrática.
A Revolução de Abril significou um extraordinário progresso da sociedade portuguesa. As suas grandes e históricas conquistas criaram condições para um dinâmico desenvolvimento económico, social, político e cultural conforme com a situação, os interesses, as necessidades e as aspirações do povo português e de Portugal, que caracterizaram no seu conjunto o regime democrático resultante da Revolução – uma democracia avançada rumo ao socialismo.
Para além do seu significado histórico no plano nacional, a Revolução de Abril constituiu um relevante acontecimento na história contemporânea, com importantes repercussões internacionais.
Apesar das suas aquisições históricas, muitas das suas principais conquistas foram, entretanto, destruídas. Outras, embora enfraquecidas e ameaçadas, continuam presentes na vida nacional. Todas são referências e constituem valores essenciais no presente e para o futuro democrático e independente de Portugal.
Os grandes Valores da Revolução de Abril criaram profundas raízes na sociedade portuguesa e projectam-se como realidades, necessidades objectivas, experiências e aspirações no futuro democrático de Portugal.
O 40º Aniversário da Revolução de Abril assinala-se num momento em que os trabalhadores e o povo português se confrontam com o aprofundamento da agressão aos seus direitos sociais, económicos e culturais
A grave situação que Portugal vive actualmente é indissociável da política de direita levada a cabo ao longo dos últimos 37 anos por sucessivos governos, que foram sistematicamente destruindo e combatendo as transformações e conquistas progressistas da Revolução de Abril, promovendo a reconstituição do poder dos grupos monopolistas e a submissão do País à União Europeia, e ao imperialismo. Uma política de intensificação da exploração e destruição dos direitos laborais e sociais dos trabalhadores e do povo português, que afundou a produção nacional, arruinou a economia e endividou o País.
No momento em que os trabalhadores e o povo português assinalam o 40º Aniversário da Revolução de Abril, o PCP reafirma o seu firme empenhamento e confiança que, com a força e determinação da luta dos trabalhadores e do povo, com a acção convergente dos democratas e patriotas, é possível derrotar o governo PSD/CDS e a política de direita e abrir caminho à construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, na afirmação do projecto da Democracia Avançada, dos Valores de Abril no futuro de Portugal, tendo no horizonte o socialismo.
O PCP não pode deixar de expressar a sua mais firme rejeição pelas tentativas de responsabilizar a Revolução de Abril – e o que esta significou e representou de avanços de emancipação e de progresso social e nacional – pelas desastrosas consequências de 37 anos de processo contra-revolucionário, este sim, o verdadeiro responsável pelo actual rumo de retrocesso e declínio nacional.
Do mesmo modo, face às tentativas de reescrita da história e de apagamento da natureza e real significado da Revolução de Abril, o PCP salienta que comemorar Abril é combater o branqueamento da natureza terrorista da ditadura fascista que oprimiu o povo português e assassinou, prendeu, torturou milhares de democratas e da ditadura que intensificou a exploração dos povos das colónias e fez uma criminosa guerra colonial, causa da morte e estropiamento de milhares de jovens portugueses e de patriotas africanos.
Que comemorar Abril é defender e afirmar o seu carácter revolucionário que não só devolveu a liberdade ao povo e ao País, como realizou profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais.
Que comemorar Abril é prestar a justa homenagem aos militares de Abril pelo seu papel na liquidação da ditadura fascista e que reconhecidamente tão maltratados foram por sucessivos detentores do poder político ao longo dos últimos 37 anos.
Que comemorar Abril é combater o silenciamento e a descaracterização da luta heróica dos trabalhadores, de democratas e patriotas, nos quais se incluem, com relevante papel, os comunistas.
O futuro de Portugal como País democrático, desenvolvido, soberano e independente, não pode ser assegurado mantendo o domínio e interesses das forças que trouxeram o País à grave situação em que se encontra.
É na defesa do regime democrático e da Constituição da República, importantes conquistas de Abril, que se encontra a matriz de uma política patriótica e de esquerda capaz de assegurar o desenvolvimento económico e social do País, e não na sua subversão e destruição, como procuram fazer os dirigentes políticos e os partidos que querem autoabsolver-se e absolver as suas opções e práticas políticas como causas das situações de desastre em que nos encontramos.
Para o PCP as comemorações do 40º Aniversário da Revolução de Abril devem ser um tempo e um momento de afirmar nas ruas a indignação e recusa pelo que estão a fazer ao povo e a Portugal, à sua história e ao seu futuro, um momento de resistência e luta contra esta ofensiva reaccionária, contra as forças que pretendem ajustar contas com Abril, agredindo a democracia, a soberania, a liberdade e o desenvolvimento de Portugal.

José Carlos Ary dos Santos “As portas que Abril abriu”
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
O PCP apela aos trabalhadores e ao povo, à juventude, a todos os democratas e patriotas para que participem activamente na comemorações do próximo 1º de Maio.
Para libertar Portugal da dependência e da submissão, recuperar para o País o que é do País, devolver aos trabalhadores e ao povo os seus direitos, salários e rendimentos – numa inabalável afirmação de confiança e luta pelos Valores de Abril no futuro de Portugal.
Viva a Revolução de Abril!
 
Campo Maior 25 de Abril de 2014
 

 

domingo, 4 de maio de 2014

João Ferreira (candidato da CDU) visita o Distrito de Portalegre

 
 
João Ferreira, primeiro candidato às eleições para o Parlamento Europeu e deputado eleito pela CDU visita o distrito de Portalegre, dia 5 de Maio.

A visita tem início às 10:00  na Estação de Tratamento de Plantas - Unidade de Investigação - Elvas

Contacto com a população e comerciante na Rua de Alcamim em Elvas às 11:30 - Elvas

Almoço Sobre Património Classificado Pela UNESCO às 13:00 no Restaurante São Domingos - Elvas

Reunião com a Administração do Hospital Distrital de Portalegre às 15:00 - Portalegre

Reunião com a união dos Sindicatos do Norte Alentejano na Rua do Carmo, 12 às 17:30 - Portalegre

Jantar com mandatários concelhios e apoiantes da CDU às 19:30 na Cervejaria Santos em Portalegre

Sessão Pública na Biblioteca Municipal de Portalegre às 21:30
 
É na Coligação Democrática Unitária que todos os nortealentejanos podem confiar, dia 25 de Maio é dia de reforçar a votação na CDU.
 
Toda a informação sobre a candidatura da CDU às eleições para o Parlamento europeu pode ser consultada aqui.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sessão Pública em Campo Maior com a presença do deputado João Oliveira


 
Convidamos todas e todos os campomaiorenses a participar na Sessão Pública em defesa dos serviços públicos, dia 4 de Maio (Domingo).
 
Pelas 16h00 no Centro Comunitário de Campo Maior, com a presença de João Oliveira, deputado à Assembleia da República e membro da Comissão Política do Partido Comunista Português.
 
Importante iniciativa com vista ao esclarecimento do que são os serviços públicos, qual a sua origem, quem os paga, com que intuito foram concebidos, quem tem direito a usufruir e qual o futuro destes mesmos serviços, fundamentais num verdadeiro estado social.
 
Num momento em que aumenta o forte ataque a estes essenciais benefícios, não só a nível internacional, regional, nacional e até mesmo em Campo Maior, com o provável encerramento das finanças, a falta de um tribunal de proximidade como acontece  em concelhos de menor população, o sucessivo corte no horário, valências e meios no Centro de Saúde, a inexistência de pólos de Saúde com a devida regularidade em Ouguela e Degolados, a escasses de meios de segurança, a gestão da água entregue a privados, etc... medidas, todas elas aprovadas pelas maiorias PS, PSD com ou sem o CDS a nível nacional e pelo PS apoiadas pelos vários movimentos independentes (MICM e A Nossa Terra) em Campo Maior.
 
Está nas nossas mãos o destino dos nossos serviços públicos.
 
Pensar global é votar CDU dia 25 de Maio para o Parlamento Europeu. Porque todas as políticas estão directamente relacionadas, a CDU é de confiança!!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Caminhada do 1º de Maio em Portalegre

 
Amanhã, dia 1 de Maio, é celebrado o dia Dia Internacional do Trabalhador.
 
A União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA- CGTP-IN) tem o prazer de a/o convidar a participar numa caminhada comemorativa da data maior para todos os trabalhadores.
 
Decorrerá entre a UNSA e o Bairro do Atalaião. Ligando locais de grande significado para o movimento operário: sede do primeiro sindicato, sede da primeira associaçãonão mutualista, Coop. Operária, Fábrica Robinson.
 
A partida é às 9:30 no largo dos correios velhos (frente à Associação Comercial).
 
Aguardamos a vossa presença e que cada um traga consigo um/a amigo/a

terça-feira, 29 de abril de 2014

Assembleia Municipal dia 29 de Maio 2014


A Coordenadora da CDU Campo Maior convida a todas e todos a assistir e participar na Sessão Ordinária Pública da Assembleia Municipal de Campo Maior. A realizar no Salão Nobre dos Paços do Concelho dia 29 de Maio de 2014 (Terça) pelas 18h30.


Ordem de Trabalhos:

1-     Apreciação das informações do Senhor Presidente da Câmara, acerca da actividade do Município e da situação financeira do mesmo;
2-      Apreciação e votação da ata da sessão ordinária do dia 27/02/2014;
3-     Apreciação do ofício da CIMAA- Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo solicitando a eleição de dois membros da assembleia municipal para integrarem a assembleia distrital de Portalegre, para o quadriénio de 2013/2017;
4-     Apreciação do Oficio da Câmara Municipal de Elvas solicitando a aprovação do texto da Moção em defesa dos doentes oncológicos;
5-     Apreciação do e-mail do grupo Parlamentar Os Verdes dando conhecimento da pergunta dirigida ao Ministério das Finanças pelos Senhores deputados José Luís Ferreira e Heloísa Apolónia sobre o encerramento de Repartições de Finanças no distrito de Portalegre;
6-      Ofício da Comissão de Coordenação de Crianças e Jovens de Campo Maior remetendo cópia do relatório de Avaliação da Actividade da referida Comissão no ano 2013;
7-     Apreciação Carta do deputado municipal João Rosinha solicitando que seja substituído como membro da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco no Concelho de Campo Maior
8-      Apreciação do Regimento da Assembleia Municipal para o mandato 2013/2017
9-      Apreciação dos Documentos de Prestação de Contas do ano 2013;
10-  Apreciação da proposta do senhor presidente da câmara, referente ao pedido de autorização para a abertura de procedimento concursal comum para o recrutamento de um assistente técnico em regime de contrato de trabalho em funções públicas, por tempo indeterminado;
11-  Apreciação da informação da Técnica de Serviço Social, referente à alteração ao Regulamento do Programa – Campo Maior Solidário;
12-  Apreciação da proposta do senhor presidente da câmara, referente aos Contratos Interadministrativos de delegação de competências entre a Câmara Municipal de Campo Maior e as Juntas de Freguesia de Nossa Senhora da Graça dos Degolados, Nossa Senhora da Expectação e São João Baptista;
13-  Apreciação da informação número 19/DAF/2014-E.G., referente à Análise Económica- Financeira 2º semestre 2013;
14-  Apreciação da Informação número 10/DAF/2014, referente à sessão da posição contratual do fornecimento de licenciamento e manutenção de software Microsoft- Enterprise Agreemento nº6144130- autorização para o compromisso plurianual;
15-  Oficio do Tribunal de Contas informando que o processo referente à minuta de escritura de compra e venda de dois prédios urbanos destinados ao Centro Escolar de Campo Maior- Nabeirimóvel- Gestão de Investimentos Imobiliários;
16-  Apreciação da proposta do senhor presidente da câmara, referente à sociedade de acordo com a Sociedade Águas do Norte Alentejano para regularização da dívida através da alienação onerosa da ETAR das Lajes;
17-  Apreciação da informação número 14/2014 do Chefe de Divisão Administrativa e Financeira, referente ao pedido de autorização de compromisso plurianual para empreitada de construção da variante urbana de acesso à zona norte de Campo Maior;
18-  Apreciação da informação número 23/2014/DAF-E.G., referente à Constituição de Passagem Pedonal;
19-  Apreciação da minuta do protocolo para Realojamento de Famílias Carenciadas- Famílias de Etnia Cigana em situação de Ocupação Ilegal de Espaço Público na Vila de Campo Maior.
É com a CDU que os campomaiorenses podem contar na defesa dos seu interesses.
Ampliar o trabalho da CDU é votar dia 25 de Maio para o Parlamento Europeu na CDU. 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Cântico




Canto-vos
O desencanto
A agonia
A magoa
A dor
Do amor e desamor
De quem quer tanto
E crê
Na existência una
Que possui a capacidade de gerar um ser
Um mundo
Mas que em agonia
Vem ao cimo do nível
Pedindo mais ar
Mais vontade
Mais luta
Mais capacidade e consciência
Mais gente em forma de multidão
Menos umbigo
Menos beija mão
Menos resignação
Menos paciência
Eu que me desconheço
Não quero morrer em vão
Mas hoje
Ou ontem
Já nem sei
Tomei na minha mão
Esta vontade
Este dom
Esta determinação
De ousar não temer a dor
Não temer a contradição
Da classe
Que fiz ainda inconsciente
Mas que mesmo sem ela saberia existir em mim
Esta vontade
De gritar em alta voz
NÃO
E dizer basta
Mais uma vez não nos erguemos
Enquanto seres
E se deixarmos que outros nos subjuguem
Nos menosprezem
Nos tirem a voz
A vontade e o pão
Então
Nada mais resta
E nós
Ou morremos à fome pedido migalhas
Ou nos fazemos maiores
Pela indignação
E nada de dizer em voz baixinha
Que me dói a alma
Que sofro
E não consigo mais
BASTA
Basta de ladainhas
E agora
Se alguém chorar
Se alguém gritar
Se alguém perder
Que não sejamos mais nós
E em choros erguemos a espada
Da ultima e derradeira opção
Que em cada homem
Depois do nada
Como por milagre surge na mão
A espada
Que dilacera
Que magoa
Que fere
Mas que o faz com razão
Há limites
Há limites para a nossa humilhação
E façamos dos cravos a cor rubra
Da razão
Mudemos a cor dos olhos
E deixemos o sangue sair das veias
Não
Não e Não
Já tenho mais nada a perder
Depois de me levarem o chão
 

Zeza Silva, 25 de Abril de 2014

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Sessão Solene do 40º Aniversário do 25 de Abril em Campo Maior




Convidamos toda a população a participar na sessão solene das comemorações do 40º Aniversário do 25 de Abril de 1974.
 
Dia 25 de Abril de 2014 no Centro Cultural de Campo Maior às 21:00.
 
Organizada pela Câmara Municipal de Campo Maior, esta sessão conta com dois pontos de ordem:
 
- comemorações do 40º aniversário do 25 de Abril
 
(que conta com intervenções de todas as forças políticas com representação na autarquia)
 
- encerramento.
 
Vamos comemorar e reforçar a liberdade e todas as conquistas de Abril.
 
 
Antes desta sessão, e à margem da mesma, vai decorrer um almoço para celebrar o 40º aniversário da revolução dos cravos. No Restaurante "O Forno" pelas 13:00.
 
Praticar e desenvolver Abril é muito mais do que comemorar!
 
 
Viva à liberdade!
 
Viva ao 25 de Abril de 1974!
 
Viva Portugal!