Uma delegação da candidatura da CDU por Portalegre às eleições legislativas de 2015, que incluiu a cabeça de lista e dirigente do Partido Ecologista “Os Verdes”, Manuela Cunha, e também o 2º candidato da lista, Joel Moriano, campomaiorense, entre outros candidatos e ativistas da CDU, visitou domingo, 23 de Agosto, as Festas do Povo de Campo Maior.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Candidatura da CDU por Portalegre visita Festas de Campo Maior
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quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Candidatura da CDU às Legislativas presta declarações sobre Municipalização do Ensino - Crato - 13 de Agosto de 2015
Amanhã, dia 13 de Agosto pelas 10h, no Crato, a cabeça de lista da CDU às Legislativas por Portalegre, a dirigente do PEV Manuela Cunha, prestará declarações à comunicação social, no quadro de uma conferência de imprensa desta Coligação sobre a municipalização do ensino, junto à entrada da Escola Básica Ana Maria Ferreira Gordo.
Av. D. Carlos I, 146 - 1º Dto
1200-651 Lisboa
Tel: 21 396 03 08 ou 21 396 02 91
Fax: 21 396 04 24
Email: pev@osverdes.pt
Relembramos que os Municípios do Crato e Sousel, assinaram os contratos interadministrativos de delegação de competências com o Governo, contratos estes que foram alvos de uma providência cautelar por parte do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), e contestados pelos eleitos locais da CDU. Por seu lado, os dois partidos da Coligação (PCP-PEV), através das suas representações parlamentares na Assembleia da República, também se opuserem à municipalização do ensino e apresentaram Projetos de Resolução para travar a mesma, por considerarem que é um ataque à Escola Pública e ao direito à educação para todos.
Desde já convidamos os senhores e senhoras jornalistas a estarem presentes nesta conferência de imprensa que terá lugar pelas 10h, junto à Escola Básica Ana Maria Ferreira Gordo.
Pl’o Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 - osverdes@gmail.com) - www.osverdes.pt
12 de Agosto de 2015
Partido Ecologista "Os Verdes"Av. D. Carlos I, 146 - 1º Dto
1200-651 Lisboa
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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Apresentação do livro "A Resistência Antifascista em Campo Maior" de José Leão na CURPI
Domingo será apresentada a obra literária de José Leão sobre a resistência antifascista em Campo Maior.
O autor, presente na sessão, desvendará histórias desta heróica luta, muitas delas vividas e sentidas na primeira pessoa, e as restantes, património memorial do enorme coletivo que desde sempre combateu o regime de Salazar e Caetano, também, na nossa vila.
Nas instalações da CURPI, pelas 15H do próximo Domingo 9 de Agosto. Contamos com a presença de todos os amantes da liberdade e democracia.
Trás outro amigo também
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Apresentação da Lista da CDU às Legislativas de 2015 em Portalegre
O espaço Robinson, na cidade de Portalegre, acolheu, no dia 1 de Julho a iniciativa de apresentação dos candidatos da CDU pelo círculo eleitoral de Portalegre nas próximas Eleições Legislativas de 2015.
Fernanda Bacalhau - Mandatária Distrital
Intervieram na sessão a mandatária distrital Fernanda Bacalhau, a cabeça de lista pelo círculo eleitoral Manuela Cunha, José Luís Ferreira, deputado na Assembleia da República e membro da Comissão Executiva do Partido Ecologista “Os Verdes” e José Dias Coelho da Comissão Política e do Comité Central do PCP.
Manuela Cunha - Cabeça de Lista da CDU por Portalegre
Tendo a iniciativa arrancado com a intervenção de Fernanda Bacalhau referindo que “a CDU assume as suas responsabilidades. Por isso, aqui está a fazer a apresentação pública da sua candidatura às próximas eleições legislativas. Candidatura de um conjunto de pessoas capazes de assumir e cumprir os mais nobres valores e compromissos com os trabalhadores e demais população do distrito de Portalegre.”
José Luís Ferreira - Deputado na AR e dirigente do Partido Ecologista "Os Verdes"
José Dias Coelho - Dirigente do PCP
De seguida a apresentação dos quatro candidatos pelo distrito:
Em primeiro, MANUELA CUNHA - Animadora cultural, com 58 anos, membro do Conselho Nacional e da Comissão Executiva do Partido Ecologista «Os Verdes». Participou activamente no Movimento Estudantil e no Movimento Anti-Nuclear em França nos anos 70 e posteriormente nas lutas ecologistas em Portugal.
Foi representante do Partido Ecologista «Os Verdes» na Comissão Nacional de Eleições e foi vereadora na Câmara Municipal de Almeirim, eleita pela CDU, entre 2001 e 2009.
Em segundo na lista, JOEL MORIANO – 23 anos, natural de Campo Maior, é Licenciado em Direito e frequenta o Mestrado em Direito do Trabalho.
Desenvolveu actividade no movimento associativo estudantil e participa no movimento associativo cultural da sua terra.
É membro da JCP e do PCP.
Em terceiro lugar SÍLVIA FELIZ - 39 anos, é Técnica de Recursos Humanos na Câmara Municipal de Avis e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.
Eleita, pela CDU, na Assembleia Municipal de Avis.
Militante do PCP.
O quarto candidato VITOR MARTINS - 38 anos, é Técnico Superior, com funções de coordenação, no Serviço Distrital de Portalegre da Segurança Social.
Vereador na Câmara Municipal de Nisa, eleito pela CDU.
Participa na vida de colectividades desportivas, recreativas, culturais e sociais.
Não tem filiação partidária.
(fotos de Rui Alves)
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quarta-feira, 29 de julho de 2015
Resumo da Assembleia Municipal dia 29 de Junho de 2015
Decorreu no dia 29 do passado mês de Junho, a reunião ordinária da Assembleia Municipal de Campo Maior. Nesta sessão marcou presença o deputado municipal Joel Moriano, em substituição de Paulo Almeida que não pode estar presente por motivos profissionais.
No período antes da ordem do dia foi colocada, pelo eleito da CDU, uma questão relativa ao previsto aumento do preço das entradas no "Festival Raya Jovem Summer Fest", uma vez que, o cartaz que foi publicado nas redes sociais previa um aumento de 2 € na entrada para a totalidade dos dias e de 1 € na entrada diária. A colocação da questão deveu-se não tanto ao valor previsto das entradas (que seria de 5 € para todos os dias ou 3 €/dia) mas sim por se estar a abrir um precedente de aumento de preços que poderia levar a que, em edições posteriores, com sucessivos aumentos de preços, pudesse impedir que muitos campomaiorenses não pudessem ter acesso a este evento cultural.
A esta questão respondeu a Senhora Vereadora Isabel Raminhas, justificando o incremento de preço com o aumento da qualidade do festival e com o seu reconhecimento a nível regional, frisando no entanto que a publicação tinha sido erro pois o preçário ainda não tinha sido aprovado em reunião de Câmara Municipal.
De seguida respondeu o Senhor Presidente da Câmara Municipal, dizendo que desconhecia o eventual aumento dos preços, uma vez que ainda não tinha sido aprovado em reunião do executivo e que concordava com a observação feita pelo deputado Joel Moriano.
No tocante à ordem do dia, esta de correu de forma tranquila havendo uma apresentação do Senhor deputado João Muacho relativa ao modo de funcionamento e estruturação das Festas do Povo de 2015.
Todos os pontos da ordem de trabalhos foram aprovados.
É na CDU que os campomaiorenses podem contar.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
PCP apresenta Programa Eleitoral - Legislativas 21015
O PCP apresentou, anteontem, num hotel de Lisboa, o seu Programa Eleitoral às eleições legislativas de Outubro. Na sua intervenção, que reproduzimos na íntegra nestas páginas, Jerónimo de Sousa sublinhou que o programa propõe a «ruptura com as receitas e caminhos que afundaram o País» e aponta a um «horizonte de progresso e desenvolvimento». Com ele, os comunistas têm um importante instrumento de intervenção, esclarecimento e mobilização dos trabalhadores e do povo.
Progresso e desenvolvimento, dignidade e soberania nacionais, resistência e luta. Estas foram algumas das palavras-chave da intervenção do Secretário-geral do Partido na apresentação do Programa Eleitoral, e correspondem acima de tudo a linhas essenciais e marcantes da proposta política do PCP, consubstanciada no programa «Política Patriótica e de Esquerda – Soluções para um Portugal com Futuro».
Perante uma sala repleta e uma plateia atenta e participativa, Jerónimo de Sousa reafirmou ser precisamente «no caminho da resistência e da afirmação da soberania, e não no da vassalagem aos centros do capital transnacional, que se defendem os interesses e direitos do povo português e do País». É este o caminho que o PCP aponta no seu Programa Eleitoral.
As três questões essenciais identificadas pelo Partido são demonstrativas da natureza antimonopolista da sua proposta: a renegociação da dívida, a recuperação pelo Estado do comando político da economia e uma mais justa política fiscal. Se a primeira representa uma «condição de desenvolvimento» e deverá ser articulada com o estudo e preparação do País para se libertar do euro, já a segunda implica a «retoma, por via da nacionalização, negociação adequada ou outros instrumentos, de empresas e sectores estratégicos, a começar pela banca».
A terceira questão resumiu-a Jerónimo de Sousa ao defender uma «política fiscal que inverta a transferência de rendimento do trabalho para o capital e desagrave as desigualdades». Se há «impostos a mais» sobre as camadas trabalhadoras e populares, há a menos, «e bem a menos, sobre o grande capital, os seus lucros e dividendos».
Sem ruptura não há solução
Após traçar as linhas gerais do Programa Eleitoral do PCP, Jerónimo de Sousa respondeu às perguntas dos jornalistas presentes, que incidiram sobretudo sobre a situação na Grécia e eventuais entendimentos com o PS. Quanto à primeira questão, o dirigente do Partido valorizou a corajosa resposta do povo grego, que se levantou contra a chantagem e a ingerência da União Europeia e do FMI. A situação na Grécia, acrescentou, dá razão ao PCP quando defende a necessidade de preparar e estudar a saída do euro: «Sem o caminho de ruptura não há solução duradoura para os problemas do País.»
Sobre os eventuais acordos com o PS, Jerónimo de Sousa lembrou que o PCP não tem qualquer problema à partida com acordos, compromissos e negociações. A questão, precisou, é sempre a mesma: saber que política emanaria desses acordos. «Para continuar a política de direita, não contem com o PCP», reafirmou.
A abrir a sessão, Fernanda Mateus, da Comissão Política, destacou o processo de construção do Programa Eleitoral, ligado à vida e aos problemas e aspirações dos trabalhadores e do povo. Francisco Bartolomeu encantou os presentes com a sua interpretação, ao piano, de canções como «Venham mais cinco», de José Afonso; «Valsinha», de Chico Buarque; «E depois do Adeus», de Paulo de Carvalho»; ou «Lisboa Menina e Moça», de Carlos do Carmo.
Avante! Nº 2171, 9.Julho.2015
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segunda-feira, 6 de julho de 2015
Sobre o referendo realizado na Grécia - João Ferreira do CC do PCP
João Ferreira, membro do Comité Central do PCP
O resultado do referendo hoje realizado na Grécia, com a vitória do «Não», constitui uma clara afirmação de rejeição dos inaceitáveis ditames e imposições da União Europeia e do FMI pelo povo grego e a reafirmação da vontade de mudança de política que expressou nas eleições realizadas a 25 de Janeiro.
Um resultado que, independentemente da evolução que se venha a verificar naquele país, afirma a rejeição da continuação da política de exploração e empobrecimento que a União Europeia e o FMI têm procurado impor, continuadamente e de forma acrescida nos últimos cinco meses, aos trabalhadores e povo grego.
Um resultado que é tão mais significativo, quando alcançado sob a pressão de uma inadmissível e colossal operação de ingerência e desestabilização promovida pela União Europeia e o FMI contra o povo grego, que em Portugal contou com a activa participação do Governo PSD/CDS e do Presidente da República.
Uma vergonhosa operação que, para salvaguardar o autêntico saque do capital transnacional, do directório de potências que comandam a União Europeia, não hesita em afrontar a soberania e a democracia, o direito de um povo decidir soberanamente do seu destino.
O que a realidade mostra, a começar pelo nosso país, é que as políticas e instrumentos de dominação da União Europeia – do Euro ao Tratado Orçamental – são contrários ao desenvolvimento e ao progresso económico e social e constituem inaceitáveis obstáculos ao desenvolvimento de políticas em favor dos legítimos interesses e aspirações dos povos, respeitadoras da sua vontade e soberania.
O resultado do referendo na Grécia constitui uma importante derrota para a União Europeia e o FMI, para todos aqueles que representam e actuam em função dos intentos e interesses dos grandes grupos económicos e financeiros.
A inaceitável postura do Governo PSD/CDS e do Presidente da República traduz a sua clara opção de procurar impor de qualquer maneira a política de direita e branquear as responsabilidades pelas suas brutais consequências económicas e sociais, nomeadamente, as do pacto de agressão – assinado pelo PS, PSD e CDS com a União Europeia, o BCE e o FMI.
O PCP alerta para o prosseguimento das manobras daqueles que, como a União Europeia e o FMI, desrespeitando a vontade do povo grego, procurarão impor à Grécia – como impõem a Portugal – a dependência e o desastre económico e social. O que se impõe é o respeito da vontade, uma vez mais, expressa pelo povo grego.
O PCP reafirma a sua exigência ao Governo e ao Presidente da República que, abandonando a sua atitude de submissão, adopte uma atitude de defesa intransigente dos interesses nacionais.
Saudando os trabalhadores e o povo grego, o PCP reafirma a sua solidariedade com a sua resistência e luta contra os ditames e imposições da UE e do FMI e em defesa dos seus direitos e aspirações.
A evolução na União Europeia comprova que é o caminho da resistência e da luta – e não o da submissão e subordinação –, que defende os direitos e interesses do povo português e do País.
Em Portugal, esse caminho exige a ruptura com a política de direita e a concretização de uma alternativa patriótica e de esquerda – pela qual o PCP se bate.
Uma alternativa patriótica e de esquerda que, confrontando os constrangimentos e condicionalismos da União Europeia e do Euro – que comprometem o direito de Portugal a um desenvolvimento soberano –, opta claramente pelos direitos e interesses do povo e do Pais, pela justiça e progresso social, pela soberania e independência nacionais, por uma Europa de cooperação entre Estados soberanos e iguais em direitos, de progresso e de paz.
Está nas mãos do povo português, na sua confiança, na sua determinação e vontade, dar expressão à construção de uma real alternativa que assegure um Portugal com futuro.
Lisboa, 5 de Julho de 2015
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