terça-feira, 15 de maio de 2018
domingo, 13 de maio de 2018
Assembleia de Freguesia de São João Baptista dia 14 de Maio de 2017 (Extraordinária)
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segunda-feira, 30 de abril de 2018
Coreia: finalmente, o caminho da Paz - Abril Abril
Foi um dos mais extremos focos de tensão nuclear do globo, sob permanente ameaça do imperialismo. Para resolver o conflito foi preciso reunir as Coreias. Porque a paz é uma só, para ambas.
O que alguns analistas consideravam impossível há poucos meses, aconteceu. Os líderes da República Democrática Popular da Coreia (RPDC) e da República da Coreia (RC), Kim Jung-un e Moon Jae-in, reuniram-se numa cimeira da qual os resultados ultrapassaram as expectativas dos observadores ocidentais.)
Ao dar o nome à declaração conjunta produzida no final da cimeira, a pequena aldeia de Panmunjom, próxima da Linha de Demarcação Militar entre os dois estados, ficará na história como o local onde se começou a resolver aquele que tem sido, simultaneamente, um dos mais longos conflitos da história contemporânea e um dos mais perigosos focos de tensão nuclear no globo.
Por esta razão, a realização e os resultados da cimeira são importantes para os povos e os amantes da paz do mundo mas, como acontece em todos os conflitos entre povos, ou entre estados, são verdadeiramente decisivos para estes e para a região onde se passam.
Neste como noutros conflitos – em particular no Médio Oriente – é a vontade de diálogo e o desejo de paz dos protagonistas que são decisivos, e não as pressões ou intervenções militares das velhas e novas potências imperiais (Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e União Europeia/NATO).
Uma vontade de paz, prosperidade e reunificação da Coreia
Da cimeira resultou uma «Declaração de Panmunjom pela paz, prosperidade e reunificação da península coreana» a que tivemos acesso e da qual iremos assinalar algumas das afirmações mais relevantes.
As delegações declararam «uma vontade de paz, prosperidade e reunificação da península coreana» em tempos que designaram como «históricos» e «de mudança». Os líderes dos dois países quiseram «deixar claro», «ao mundo» mas também «aos 80 milhões de coreanos», que «começou uma nova era de paz», exprimindo a vontade de que «não haja mais guerra na península da Coreia».
A própria forma como os dois Estados são referenciados ao longo da declaração é sintomática da vontade de confluência manifestada. No preâmbulo e na assinatura da Declaração de Panmunjom os líderes dos dois países, Kim Jung-un e Moon Jae-in, são designados pelos seus títulos e como representando, respectivamente, a República Democrática Popular da Coreia (RPDC) e República da Coreia (RC); no resto do documento, porém, sempre que os países são referidos, utilizam-se os termos «Coreia do Norte», «Coreia do Sul» e «Coreias do Norte e do Sul».
A vontade de não-ingerência estrangeira no processo de paz e de reunificação é manifestada pelo reconhecimento do «princípio de que o destino dos nossos povos é algo que a nós mesmos compete».
Desmilitarização e desnuclerização: eixos fundamentais da paz
Outro ponto de relevo é o objectivo de aliviar os focos de tensão entre os dois países e resolver a ameaça de guerra «de forma realística», através da «cessação de todas as operações hostis» de parte a parte, «na terra, no mar e no ar», incluindo acções de propaganda militar «como o recurso a balões e propaganda por altifalantes», de forma a tornar a Zona Desmilitarizada «uma área de paz».
Importante, do ponto de vista militar mas também económico, propor-se «transformar o Mar Amarelo em águas seguras e pacíficas, destinadas a actividades pesqueiras» e prevenindo «choques militares acidentais».
«Construir um estável e permanente sistema de paz» é, afirma-se, «uma tarefa que não podemos adiar». Depois de «abater a tensão militar» entre os dois países, ambos se propõem «dar passos na direcção do desarmamento», aproveitando a passagem, este ano, do «65.º aniversário do armistício» na península da Coreia, e pretendem «anunciar o fim da Guerra da Coreia».
A concretização de um estável plano de paz implicará, na opinião dos dirigentes dos dois países, uma «cimeira tripartida» (RPDC, RC e EUA)» e outra «quadripartida» (os anteriores mais a RP da China).
Ambas as partes concordam na «desnuclearização da península coreana», reconhecem como «incrivelmente significantes», nesse sentido, as recentes «medidas activas» tomadas pela RDPC e «concordam em fazer todos os esforços para obter apoio internacional e cooperação para a facilitação da desnuclearização».
Sinais de uma détente anunciada
Ontem mesmo, precedendo a cimeira, o AbrilAbril dava conta do «clima de distensão e aproximação» que se vinha a sentir nos últimos meses, expresso nas delegações conjuntas da RPDC e da RC às Olimpíadas de Inverno, na troca de delegações culturais e na abertura de uma linha telefónica entre os dois países.
O momento decisivo foi, no entanto, como anunciámos, o anúncio por Kim Jong-un, a uma «sessão plenária extraordinária do Comité Central do Partido dos Trabalhadores», de que, «no âmbito da chamada Ofensiva para a Paz, a RPDC iria parar com os ensaios nucleares e o lançamento de mísseis balísticos intercontinentais, e iria encerrar o centro de ensaios nucleares da base de Punggye-ri».
Abril Abril, o outro lado das notícias.
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segunda-feira, 23 de abril de 2018
Verdes de “olho vivo e pé ligeiro” com administração da Fundação Robinson
Portalegre: Verdes de “olho vivo e pé ligeiro” com administração da Fundação Robinson
Os Verdes (PEV) estão de “olho vivo e pé ligeiro” com o novo conselho de administração da Fundação Robinson. Em declarações à Rádio Portalegre, Manuela Cunha, dirigente do partido ecologista, disse que os Verdes vão “dar o benefício da dúvida” aos novos administradores, depois de uma reunião onde se reafirmou a vontade de trabalhar no sentido de devolver o património da Robinson à cidade de Portalegre.
Manuela Cunha lembra, que os Verdes tiveram um papel preponderante em todo o processo “Robinson”, afirmando que foi o partido ecologista que conseguiu “tirar a fábrica do silêncio” e pressionar a câmara local a nomear um novo conselho de administração para a Fundação Robinson.
A dirigente afirma que os Verdes têm um compromisso nacional sobre esta matéria e vão acompanhar de perto o trabalho que vai ser desenvolvido, no sentido de revitalizar este património de Portalegre.
Manuela Cunha acrescenta que, depois de uma gestão “que deixa muito a desejar”, o novo conselho de administração da Fundação Robinson não tem a tarefa facilitada, mas tem o apoio dos Verdes para dar execução à Resolução da Assembleia da República, para salvar e valorizar o património Industrial Corticeiro da Robinson.
Os Verdes reuniram, esta quarta-feira, com o novo conselho de administração da Fundação Robinson, na sequência da reunião do PEV com o Ministro da Cultura e com a Diretora Regional de Cultura do Alentejo.
Esta quinta-feira os Verdes comemoram 35 anos, em Portalegre a data é assinalada com uma Conversa Ecologista, a partir das 18:00, seguida da inauguração de uma Exposição Fotográfica sobre os 35 anos de lutas ecologistas, que decorrerá no Bar “Pátio da Casa”.
Carla Aguiã | Rádio Portalegre
domingo, 22 de abril de 2018
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Assembleia Municipal dia 20 de Abril de 2018
Após vários alertas e exigências por parte da CDU para que, através dos meios disponíveis (site, redes sociais, sites noticiosos), fosse amplamente publicitada a realização das sessões da Assembleia Municipal, por forma a que os campomaiorenses pudessem assistir e intervir nas mesmas e uma vez que quer por parte da Mesa da Assembleia, quer por parte do Executivo nada foi feito nesse sentido, vem a CDU informar a população que:
SE REALIZARÁ NO PRÓXIMO DIA 20 DE ABRIL, PELAS 18:30H NO EDIFÍCIO DOS PAÇOS DO CONCELHO, COM A SEGUINTE ORDEM DE TRABALHOS:
1) Apreciação das informações do senhor Presidente da Câmara, acerca da actividade do município e da e da situação financeira;
2) Apreciação e votação da acta da sessão ordinário do dia 02/02/2018;
3) Apreciação do ofício da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Campo Maior, remetendo, para conhecimento, o relatório anual de avaliação da actividade da comissão;
4) Elaboração e votação do regulamento do Conselho Municipal de Segurança do concelho de Campo Maior;
5) Apreciação da proposta do senhor Presidente sobre a composição do Conselho Municipal de Educação;
6) Apreciação da proposta do senhor Presidente relativamente aos contratos interadministrativos de delegação de competências entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia de Nossa Senhora da Graça dos Degolados, São João Baptista e Nossa Senhora da Expectação;
7) Apreciação e votação do protocolo de colaboração entre a CCDR, o Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, Nova Information Management School da UNL, o IPP e o Município de Campo Maior, para a criação de um centro de inteligência competitiva em Campo Maior;
8) Apreciação e votação dos documentos de prestação de contas, referente ao ano de 2017;
9) Apreciação e votação da 6ª modificação aos documentos previsionais;
10) Apreciação e autorização da 1ª alteração ao mapa de pessoal;
11) Encerramento.
CONVIDAMOS TODOS OS CAMPOMAIORENSES A PARTICIPAR E INTERVIR NA SESSÃO DA ASSEMBLEIA.
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terça-feira, 17 de abril de 2018
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