Propostas Programa Eleitoral CDU Campo Maior

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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Comunicado CDU sobre cancelamento do Mercado Municipal de 14 de Agosto


 Foi anunciado pelo Município de Campo Maior o cancelamento do Mercado Mensal do próximo dia 14 de Agosto. 

Na reunião de Câmara do passado dia 4, em que esta questão foi discutida, o vereador da CDU, Paulo Ivo Almeida, opôs-se ao cancelamento pelas seguintes razões: 

- Durante todo o período de pandemia, enquanto outros concelhos retomavam a normalidade no que diz respeito à realização dos mercados, a maioria do Partido Socialista recusou retomar a realização do mercado em Campo Maior, apesar das inúmeras insistências da CDU, quer na Câmara, quer na Assembleia Municipal; 

- Esta recusa reiterada em retomar o mercado prejudicou seriamente os feirantes, os produtores, muitos deles locais, assim como os campomaiorenses que habitualmente se deslocam ao mercado para fazerem as suas compras; 

- Não nos opomos, bem pelo contrário, defendemos a retoma de espetáculos musicais ou de outra índole em segurança, mas consideramos que a realização destes não tem porque inviabilizar a realização do mercado mensal, sendo que existem no concelho outros espaços onde as condições sanitárias e o controlo de entradas poderia ser assegurado. 

Para a CDU a cultura, a sua promoção e fruição são necessários todos os dias e não apenas em períodos pré-eleitorais, mas também assegurar a realização do mercado mensal, pela importância que tem para os feirantes, os produtores e para muitos campomaiorenses, é essencial. Sempre e quando haja vontade política para tal é possível assegurar a cultura para todos e manter a realização do mercado.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

ELEITOS DO PS NA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO MAIOR VOTAM CONTRA TRABALHADORES


ELEITOS DO PS NA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO MAIOR VOTAM CONTRA TRABALHADORES

O vereador da CDU, Paulo Ivo, apresentou, em reunião de Câmara, uma recomendação a enviar ao Governo e aos partidos representados na Assembleia da República, tendo em vista a urgente e efetiva regulamentação da atribuição do suplemento remuneratório por trabalho executado em condições de risco, penosidade e insalubridade, assim como dos respetivos complementos.

Este suplemento, previsto na lei desde 1998 mas nunca regulamentado, visa compensar os trabalhadores cujas funções são consideradas de risco, com maior penosidade e com maiores perigos para a saúde, devido ao exercício dessas funções.

Neste momento que o país e o Mundo atravessam, recordamos que estes trabalhadores apesar da exposição e de um maior risco de contágio continuaram a fazer o seu trabalho e a assegurar que as nossas vilas, aldeias e cidades mantivessem as condições de higiene e limpeza a que estamos habituados.

Se já antes da epidemia se sentia, de forma clara, a necessidade urgente de regulamentação destes suplementos, nesta fase da nossa vida coletiva essa necessidade torna-se, ainda, mais evidente.

Os eleitos do PS escudaram-se em falsos argumentos jurídicos, para esconder o óbvio, ou seja, a falta de coragem política para defender os interesses dos trabalhadores e da nossa população. Menos se compreende esta posição do PS quando outras autarquias, lideradas pelo mesmo partido, aprovaram recomendações semelhantes.

Os direitos e a democracia não se encontram suspensos e não estão, nem podem estar, de quarentena.
Os eleitos da CDU cá estarão, mesmo em tempo de pandemia, para continuar a defender os interesses dos trabalhadores e do nosso povo.

No combate à epidemia, nem um direito a menos!


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Comunicado da CDU Portalegre sobre a gestão a meio do mandato na capital de distrito

Divulga-se, na íntegra, o comunicado da CDU entregue aos jornalistas na conferência de imprensa realizada para balanço da primeira metade deste mandato autárquico:

Os órgãos autárquicos do Município de Portalegre cumpriram já metade do mandato que terminará em 2021.
No início do novo ano e quando faltam já menos de 2 anos para o fim deste mandato autárquico, a CDU entende ser o tempo para fazer um balanço geral que sirva também como um alerta para alterar a má governação que tem afetado o concelho.

Portalegre está parado.

É certo que algumas provas desportivas e algumas festas têm sido feitas, mas Portalegre continua parado no seu desenvolvimento e na qualidade de vida dos portalegrenses. E está parado por incompetência política da Presidente da Câmara e da sua maioria.

Adelaide Teixeira não é sequer capaz de fazer um Orçamento e Grandes Opções do Plano para o Município.
Em Novembro, fora de prazo, chegou a ter um Orçamento aprovado, mas que ela própria revogou, para refazer cortando 120 mil euros na iluminação pública, que acabou por ter a discordância de quem antes o tinha viabilizado. E, em final de janeiro, não apresentou ainda qualquer nova proposta…

Mas não é a falta de Orçamento e Grandes Opções do Plano que impedem a CLIP de governar e resolver os problemas de Portalegre e dos portalegrenses.

Aliás, a CLIP tem:
 EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS APROVADOS, para obras que não faz.
 CANDIDATURAS APROVADAS para financiamentos comunitários a projetos, que não executa.
 PROJETOS DELIBERADOS em Câmara, que não implementa, por incompetência e incapacidade de governar.

São exemplos:
• A Piscina Coberta dos Assentos, que já teve de encerrar por avaria, sem lançar a obra de requalificação;

• As ruas e caminhos municipais que não preserva nem requalifica, com incómodos diários para os portalegrenses;

• A Avenida Francisco Fino, principal artéria da zona industrial, cujo atraso na execução da obra tem impactos diários nas atividades económicas ali instaladas;

• O Estádio Municipal Sousa Lima, sem condições mínimas para as práticas desportivas ali desenvolvidas;

• A Escola Cristóvão Falcão, com contrato assinado com o Ministério da Educação, mas que corre o risco de não ser cumprido pela Câmara Municipal;

• O Plátano do Rossio cuja operação de preservação do seu sistema radicular, foi interrompida e adiada sine die.

Não falando já de projetos fundamentais como:
• A regeneração do Jardim da Corredoura, onde se vão instalar meia dúzia de bancos e mesas passando a chamar-lhe “parque de merendas”;

• A recuperação da Quinta da Saúde, onde chegou a ser anunciado um investimento de meio milhão de euros, mas só conseguiu “apascentar animais” com o mato e silvas que invadem o espaço;

• A manutenção do edifício da Sociedade União Operária, em risco de derrocada mesmo ao lado da fonte da Boneca e que vai provocar o encerramento de mais uma rua no centro histórico – a Rua da Paciência;

• O problema do Monumento aos Dadores de Sangue, com demolição anunciada por 75 mil euros, implodindo um investimento público de meio milhão de euros…

Ao que parece, a Câmara ficar-se-á pela intervenção na Rua Direita, mas sem salvaguardar o essencial: o repovoamento habitacional do centro histórico, a recuperação dos edifícios e lojas devolutas, o problema do estacionamento e da mobilidade… a Presidente nem consegue informar a Câmara sobre o destino atual do antigo edifício dos SMAT, que foi vendido pela Câmara e que torna vazio e devoluto todo um quarteirão que devia ser estratégico, junto à Porta da Devesa.

A incompetência tem sido gritante ao longo deste mandato e nem os recentes apoios tácitos do PS, resultam em mais-valia para Portalegre. Pelo contrário, impediram benefícios para os portalegrenses como seriam:

• A redução do preço da água, RSU e saneamento, propostos pela CDU e chumbados pela CLIP/PS;

• A baixa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) proposta pela CDU e chumbada pela CLIP/PS;

• A manutenção da Farmácia Portalegrense no centro histórico da cidade, proposta pela CDU e chumbada pela CLIP/PS e também pelo PSD.

Não falando já no escândalo da compra e venda da Fábrica Robinson, sustentados pela CLIP/PS, e que furtam aos portalegrenses parte do património que faz a identidade coletiva de Portalegre, num negócio cuja legalidade terá ainda de ser esclarecida e que nasce ensombrado pela, até agora impune, demolição de património no seu interior.

A CLIP tem governado em círculo fechado, de interesses e favores, em detrimento da generalidade dos portalegrenses, e tem descurado as suas obrigações fundamentais de serviço público.

Entretida com minudências, a CLIP deixa passivamente arrastar os problemas, sem uma atitude enérgica que os ajude a resolver:

• A entrada sul da cidade, tornado numa espécie de “cruzamento da morte”, sem solução à vista, nem consideração pelas insistentes propostas apresentadas pela CDU;

• A não classificação de património da cidade, como tem sido insistentemente proposto pela CDU, e que se encontra à venda sem qualquer proteção: o Café Alentejano, o Convento de Santo António, o Crisfal, o Clube de Ténis na serra de S. Mamede;

• A degradação das respostas de saúde no concelho, seja o estado do Hospital, a falta de resposta do centro de saúde, o encerramento da extensão de saúde do Atalaião.

O exemplo maior do círculo fechado de governação em que a CLIP se encontra, apesar da cumplicidade tácita do PS, é a recente transferência de competências para as freguesias, resumidas às áreas que sempre têm sido descuradas pela Câmara, como o apoio e manutenção do parque escolar e da limpeza do espaço público e que agora são “empurradas” paras as juntas de freguesia, sem os meios adequados e necessários à sua boa execução que, uma vez mais, são repartidos sem critério lógico, mais em função das cores políticas e acordos conjunturais, do que das reais necessidades de cada freguesia e dos seus habitantes:

• Reguengo e São Julião (CLIP): 51.519,06 €
• Alegrete (CLIP): 47.272,89 euros
• Sé e São Lourenço (PS): 47.205,21 €
• Urra (PS): 40.371,29 €
• Fortios (PSD): 39.682,24 €
• Ribeira Nisa e Carreiras (CLIP): 35.114,64 €
• Alagoa (PS): 14.366,39 €

Com esta medida é a própria qualidade do serviço público que, inevitavelmente, ficará comprometida, por evidente insuficiência de meios.

Em conclusão, fica exposto à evidência a incapacidade da CLIP para governar Portalegre, para estabelecer pontes de convergência e para respeitar a pluralidade democrática, como foi exemplo a incapacidade e falta de vontade em cumprir o acordo tripartido que tinha estabelecido no início do mandato. E até as disputas internas, entre os próprios eleitos da CLIP, que vão transparecendo em diversas matérias.

Mesmo o atual entendimento tácito CLIP/PS, não parece ser suficiente para inverter o atraso em que Portalegre se tem vindo a afundar, sobretudo na última década de governação de Adelaide Teixeira. Pelo contrário, parece mesmo agravá-lo.

Neste mandato, a CLIP tem revelado uma triste propensão para ser uma espécie de Comissão Liquidatária de Portalegre, esgotando as suas energias numa “permanente campanha eleitoral”, com festas e foguetes, mentiras e ilusões, mas sem obra e sem governo.

Adelaide Teixeira teve já o tempo e os meios para fazer algo por Portalegre, mas dos seus mandatos só resultou estagnação e degradação para o concelho. Seria agora o tempo para, não sabendo fazer, deixar o lugar a quem saiba, devolvendo aos portalegrenses o poder de decisão e deixando funcionar a democracia.

Antes que seja tarde de mais.

(Portalegre, 21/01/2020) 

quinta-feira, 28 de março de 2019

Comunicado MURPI | Pensionistas da CGA Exigem Justiça

MURPI CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS

SEDE: RUA DE OVAR 548 1.º C – 1950-214 LISBOA TELF: 21 859 60 81 Telemóvel 964 370 256 E-mail: murpi@murpi.p

PENSIONISTAS DA CGA EXIGEM JUSTIÇA

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos MURPI congratula-se com a decisão do Tribunal Constitucional ao declarar inconstitucional o normativo criado pelo anterior governo PSD/CDS em 2013 que tem prejudicado milhares de aposentados com os cortes nas suas pensões.

Uma justa decisão, uma justa reparação que chega seis anos após a sua implementação não obstante os protestos dos reformados e do MURPI.

Está na altura do atual Governo proceder de imediato com medidas normativas que, dando cumprimento a decisão do Tribunal Constitucional, reponha a legalidade e proceda à reparação com efeitos retroativos repondo os valores das pensões em dívida a quase 100 mil aposentados.

Esta decisão do Tribunal Constitucional demonstra que vale sempre a pena lutar e quão é justa a luta dos reformados que lutaram e resistiram contra as medidas da troika contribuindo deste modo para dar mais força ao movimento associativo dos reformados MURPI.

Apelamos a todos os (as) aposentados (as) que reclamem dos Serviços da Caixa Geral de Aposentações o pagamento dos valores em atraso a que têm direito.

A Direção da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos MURPI

Lisboa, 25 de março de 2019