Propostas Programa Eleitoral CDU Campo Maior

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quarta-feira, 1 de março de 2023

Greve de professores 2 e 3 de Março de 2023 | Manifestação nacional de professores 4 de Março de 2023 | FENPROF



 

Sindicatos reafirmam greves a 2 e 3 de março, contestarão serviços mínimos ilegais nos tribunais e transferem as Manifestações de 2 e 3, no Porto e em Lisboa, ambas para dia 4 de março.

28 de fevereiro, 2023 

Última hora: embora em Conferência de Imprensa, realizada no intervalo da reunião entre as 9 organizações, as manifestações no Porto e em Lisboa tivessem sido anunciadas para 4 e 11 de março, respetivamente, face à gravidade da situação que se está a viver na Educação e aos problemas que afetam os professores (que o governo teima em arrastar), foi decidido realizar ambas as manifestações no dia 4, sábado, antecipando a de Lisboa. A partir deste dia as formas de luta serão as que os professores decidirem no âmbito da consulta que se está a realizar em todo o país. 

Por estranha decisão do colégio arbitral, as greves dos próximos dias 2 e 3 de março terão serviços mínimos. Estranha porque, por um lado, o ME havia desistido do pedido de serviços mínimos; estranha porque, segundo o Acórdão aprovado apenas por maioria, a decisão de decretar serviços mínimos não decorre destas greves, mas de outras às quais estas nove organizações são alheias. 

Independentemente daquela decisão, ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU decidiram manter as greves e as manifestações, neste caso com ajuste de data, dado o teor da última reunião negocial com o ME, na qual se mantiveram alguns dos aspetos mais contestados do diploma de concursos. Ademais, o ME não aceitou calendarizar negociações sobre a recuperação do tempo de serviço, a eliminação das vagas e das quotas, a aprovação de um regime específico de aposentação, a regularização dos horários de trabalho ou a revisão urgente do regime de mobilidade por doença, entre outros assuntos. A esta situação, já de si negativa, junta-se agora mais esta tentativa de parar a luta dos professores com a imposição de serviços mínimos ilegais, luta que, no entanto, não irá parar! 

Irresignados com os serviços mínimos, que consideram ilegal, as organizações sindicais decidiram recorrer aos tribunais. Nesta terça-feira, dia 28, cada organização apresentará uma ação cautelar (intimação ou providência), no sentido de tentar suspender esta decisão; posteriormente, em conjunto, as 9 organizações avançarão com uma ação em tribunal para que estes serviços mínimos sejam declarados ilegais, tal como aconteceu em 2018. 

Quanto à luta a desenvolver de imediato, as organizações sindicais decidiram: 
- Manter as greves de 2 de março (Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda e Coimbra) e 3 de março (Leiria, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Lisboa, Setúbal, Beja, Évora e Faro); 

- Caso não sejam suspensos os serviços mínimos, instar os professores e os educadores a, nestes dias, se limitarem ao seu estrito cumprimento desses serviços, não aceitando desenvolver qualquer outro para além daquele (que, por ser cumprido, não poderá ser descontado no salário), usando o autocolante que os identifica como estando em serviços mínimos; 

- Promover, em todo o país, concentrações à porta das escolas no dia da respetiva greve, chamando a comunicação social e enviando às organizações sindicais fotografias desse momento para divulgação, divulgando-as, também, nas redes sociais; 

- Devido aos serviços mínimos, deslocar as duas manifestações para dia 4, próximo sábado, ambas às 15:30 horas; 

- Os pontos de encontro destas manifestações serão: em Lisboa o Rossio com desfile para a Assembleia da República; No Porto a Praça do Marquês deslocando-se para os Aliados; 

- Em 2 de março, requerer junto do ME a negociação suplementar do diploma de concursos; 

- Convocar uma Concentração com Plenário Nacional junto às instalações do Ministério da Educação para o dia em que se realizar a reunião de negociação suplementar; 

- Em 7 de março, à tarde, em Conferência de Imprensa a realizar em Lisboa, divulgar as formas de luta seguintes, decididas a partir da consulta que está a ser realizada junto dos professores e educadores em todo o país, no âmbito dos Dias 4D - Debate Democrático pela Dignificação da Profissão. 

Lisboa, 27 de fevereiro de 2023 

As organizações sindicais 

ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU

Manifestação Nacional de Mulheres | 11 de Março de 2023 | Lisboa

 

É com a certeza da luta que travamos todos os dias que faremos do dia 8 de Março de 2023 uma forte jornada de luta em defesa dos direitos das mulheres, um dia de forte ligação do MDM com as mulheres que estudam, trabalham e vivem nas diversas regiões do País e de novo realizaremos a Manifestação Nacional de Mulheres, a 4 e 11 de Março, no Porto e em Lisboa, momentos altos da projecção da força e vontade das mulheres em defender e exercer os seus direitos.


11 de Março há transporte para Lisboa

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Jornada de luta do MURPI em Évora


O MURPI - Movimento Unitário de Reformados Pensionistas e Idosos, convocou para o passado Sábado, dia 11 de Abril, um protesto descentralizado, para Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal, Aveiro, Leiria, Faro, Beja, Santarém, Guimarães, Grândola, Benavente, Tortosendo e Évora, para não deixar cair no esquecimento, o ataque aos rendimentos dos reformados e pensionistas, praticado pelo actual governo (PSD CDS-PP), com o roubo dos subsídios de férias e de Natal, com o corte e congelamento das reformas, das pensões e das prestações sociais. 

Nas razões de quem protestou, esteve também presente o aumento generalizado do custo de vida e dos bens essenciais, o agravamento da carga fiscal, a negação do direito à saúde e o encerramento de serviços públicos. Conscientes da importância desta jornada de luta, promovida pelo MURPI, 7 cidadãos de Campo Maior, 1 de Degolados e 1 de Ouguela, deslocaram-se a Évora, para se juntar aos cerca de 300 manifestantes que, em plena Praça do Giraldo, condenaram a falta de respeito deste governo pelos reformados, pensionistas e idosos e exigiram :

* Aumento de 4,7% nas pensões, sendo um mínimo de 25 € mensais nas pensões mais baixas;
* Reposição do pagamento por inteiro e nos meses previstos por lei, dos montantes adicionais de Julho (sub.de férias) e de Dezembro (sub.de Natal);
* Reposição dos complementos de reforma aos ex-trabalhadores do sector das empresas públicas;
* Prestação pelo Centro Nacional de Pensões de informação discriminada aos pensionistas do valor líquido das suas pensões;
* Redução das taxas do IRS e abolição da sobretaxa, bem como redução do IVA nos bens essenciais;
* Defesa do Serviço Nacional de Saúde, pela garantia de acesso aos serviços públicos de saúde de qualidade e de proximidade, investindo no emprego e qualificação dos profissionais de saúde, abolindo as taxas moderadoras, transportando gratuitamente os doentes na situação de não urgência e aplicando medidas de protecção e vigilância de saúde dos idosos;
* Reposição da isenção de 50% no pagamento dos transportes para idosos e garantia e melhoria de horário e acesso dos transportes públicos:
* Não encerramento de serviços públicos essenciais às populações;
* Reconhecimento do MURPI como parceiro social;
* Apoio do Estado à acção desenvolvida pelas associações de reformados na promoção da sua actividade social e cultural. 

www.murpi.pt


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Centenas de milhares marcharam em Lisboa e Porto exigindo a demissão do Governo PSD/CDS

 


Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP
 
Centenas de milhares de trabalhadores numa poderosa afirmação de dignidade, de coragem e determinação na defesa dos direitos. Uma empolgante afirmação de resistência perante a tentativa ilegítima de cercear liberdades fundamentais em que, à provocação do governo, os trabalhadores impuseram com a travessia da ponte 25 de Abril e o exercício dos direitos democráticos, uma nova e importante derrota ao governo. Uma grande demonstração de unidade e combatividade e força por Abril, pela Constituição e pela soberania.
 
Em Lisboa, no Porto e nas regiões autónomas uma imensa corrente de protesto e de indignação encheu as ruas para afirmar a exigência da demissão do governo, da derrota do Pacto de Agressão e da política de direita da construção de uma política ao serviço dos trabalhadores, do povo e da pátria.
 
Sábado 19 de Outubro de 2013
 
 


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

19 de Outubro - Marcha Contra o Empobrecimento - LX - CGTP-IN

 
As Uniões de Sindicatos da CGTP-IN estão a organizar transportes para os trabalhadores participarem nas marchas de 19 de Outubro. Veja os horários e percursos, contacte e inscreva-se na União Sindical do seu distrito. Veja aqui.
 
CGTP-IN

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

'Manifestação da CGTP não põe em causa a segurança'

 
Arménio Carlos - Secretário Geral da CGTP-IN
 
O secretário-geral da CGTP assegurou hoje que a manifestação que vai atravessar a ponte 25 de Abril, em Lisboa, no dia 19 não ameaça a circulação ferroviária nem a segurança das pessoas e não deverá originar situações de violência.
 
Arménio Carlos disse aos jornalistas que a questão da segurança não se coloca, quer para a circulação ferroviária quer para os manifestantes que vão desfilar no tabuleiro superior, e lembrou as várias provas desportivas que têm ocorrido na ponte 25 de Abril.
 
"Temos fotografias de corridas na ponte enquanto o comboio passava, sem problemas, e quanto à segurança das pessoas, salientamos que o tabuleiro tem várias faixas de rodagem e que todo o controlo de acesso é feito na zona das portagens", disse acrescentando que a CGTP também gere a saída dos manifestantes em Alcântara.
 
Arménio Carlos, que falava aos jornalistas à saída de uma audiência com a presidente da Assembleia da República, disse que, se for necessário, as estruturas da CGTP podem disponibilizar pessoas para garantir a segurança dos acessos ao tabuleiro inferior da ponte.
 
"Quanto aos alegados problemas de violência na sequência da manifestação, toda a gente sabe que não há violência nas manifestações da CGTP", afirmou o sindicalista lembrando que o próprio ministro da Administração Interna tem reconhecido o rigor e o civismo com que decorrem os protestos da CGTP.
 
O Sistema de Segurança Interna (SSI) deu um parecer técnico desfavorável à realização, a 19 de Outubro, de uma marcha de protesto da CGTP que inclui a travessia da ponte 25 de Abril, invocando diversos problemas de segurança.
 
A CGTP-Intersindical Nacional manteve a intenção de realizar a marcha na Ponte 25 de Abril considerando falsos os argumentos do parecer técnico desfavorável do Sistema de Segurança Interna.
"Isto deixou de ser um problema técnico e passou a ser um problema político e em democracia os problemas políticos resolvem-se com diálogo", disse o secretário-geral da CGTP-IN.
 
Arménio Carlos considerou que se justifica uma nova reunião com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e com os presidentes das câmaras municipais de Lisboa e Almada e do Sistema de Segurança Interna.
 
O sindicalista lembrou que a Inter já fez travessias de várias pontes do país, nomeadamente a ponte D. Luís, no Porto, sem qualquer problema.
 
A CGTP convocou para dia 19 uma jornada nacional de luta contra a austeridade e o empobrecimento, que inclui uma marcha com travessia da ponte 25 de Abril e outra marcha no Porto, com travessia da ponte do Infante.
 
A central sindical pediu a audiência à Presidente da Assembleia da República para lhe dar conta das suas reivindicações, nomeadamente a atribuição de subsídio social de desemprego, enquanto durar a crise, a quem já não recebe apoio social.
 
Lusa/SOL, Lisboa, 8.Outubro.2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

João Ferreira, eurodeputado do PCP, 2 Março em Lisboa, Manifestação "Que se lixe a troika. O povo é quem mais ordena!"

 
 
Declaração de João Ferreira, Membro do Comité Central do PCP e Deputado ao Parlamento Europeu, Lisboa, Manifestação "Que se lixe a troika. O povo é quem mais ordena!"
 
Uma grande afirmação de exigência de pôr fim a este governo.
 
Presente na manifestação realizada em Lisboa, João Ferreira, membro do Comité Central, afirmou que este protesto é mais uma afirmação da exigência de por fim a este governo, a esta politica e a aqueles que a executam e dar a palavra ao povo, uma torrente que cresce, que engrossa e que vai ter momentos importantes nos dias 9, 15 e 27 deste mês.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Manifestação da CGTP - 14 Fevereiro - Portalegre




Quando o desemprego bate records! Sobretudo o desemprego jovem! A pobreza aumenta! Os ataques aos serviços públicos são brutais!

Todas as previsões do governo falharam.

É TEMPO DE DIZER BASTA! Não fiques em casa, sentado, a reclamar!

A CGTP-IN promove manifestações em todos os Distritos!

Em Portalegre, a concentração é frente ao Café Alentejano, com desfile até ao Rossio, junto ao Plátano. Pelas 10:30, Sábado 16 de Fevereiro de 2013
 
A luta é o caminho!
 
Traz outro amigo também

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Grande Manifestação da CGTP-IN - 15 Dezembro - Lisboa

 15 de Dezembro de 2012 - lisboa
 
 No próximo sábado, dia 15, em Lisboa, tem lugar a segunda manifestação nacional que a CGTP-IN decidiu realizar, para dar seguimento aos objectivos que uniram milhões de trabalhadores na última greve geral. Tal como no Porto, dia 8, o alvo mais próximo é o Orçamento do Estado, e a exigência mais lata é o combate à exploração e ao empobrecimento, a par da reclamação de uma nova política.
 
A concentração de trabalhadores dos distritos de Leiria, Santarém, Castelo Branco, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro está marcada para as 15 horas, em Alcântara. A manifestação seguirá para junto da residência oficial do Presidente da República, em Belém.

 
8 de Dezembro de 2012 - Porto
 
No sábado, dia 8, a manifestação da CGTP-IN no Porto, contra o Orçamento do Estado para 2013, contra a exploração e pela mudança de política, evidenciou a determinação de quem resiste e luta, mas também deixou claro que as posições do movimento sindical unitário merecem crescente simpatia da população.
 
Toda a reportagem aqui.
 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Partida para manifestação 29.Setembro.2012 de Campo Maior às 9:00 (Transporte gratuito)

 
Grande manifestação de luta contra as políticas de austeridade assinadas entre o governo (PSD-CDS) e Troika (FMI-BCE-UE) com o apoio do Partido Socialista, UGT e Presidente da República.
 
É tempo de dizer BASTA!
 
A Partida é às 9:00 do Jardim Municipal. Há transporte gratuito para todos.
 
A manifestação realiza-se às 15:00 no Terreiro do Paço em Lisboa.
 
Campo Maior está integrado na União dos Sindicatos do Norte Alentejano (USNA-CGTP-IN).
 
Contamos com a tua presença. Confirma pelo telefone 245201329 ou endereço electrónico usna@simplesnet.pt.
 
Trás outro amigo também.

domingo, 17 de junho de 2012

A voz de Portalegre nas ruas de Lisboa

A USNA-CGTP-IN defendeu os trabalhadores do distrito

O secretário-geral da CGTP disse hoje ser inevitável o aumento do salário mínimo nacional, considerando a manifestação desta tarde, em Lisboa, uma censura às políticas do Governo.
 
"Esta manifestação é de censura ao Governo e às suas políticas, mas é simultâneamente de exigência e de apresentação de propostas para as saídas que consideramos importantes e que vamos apresentar", afirmou Arménio Carlos, à Agência Lusa, durante o percurso entre o Marquês de Pombal e o Rossio.

Rodeado por manifestantes, o secretário-geral avançou com algumas ideias que a CGTP espera que tenham sucesso.

"Nomeadamente para a criação de emprego, o combate ao desemprego jovem e às políticas que visam retirar a protecção social aos desempregados. No que respeita à melhoria dos salários, é inevitável o aumento do salário mínimo nacional e também é preciso aumentar as pensões", defendeu o secretário-geral da intersindical.

Arménio Carlos preferiu não adiantar um número de manifestantes hoje presentes em Lisboa, mas mostrou-se satisfeito com a moldura humana.

Multidão contra as políticas do governo PSD/CDS-PP e Troika (apoio do PS)
 
"Estamos perante uma grande manifestação vivida com intensidade e com esperança e confiança e que é necessário alterar estas políticas e dar resposta a uma conjunto de necessidades e desejos dos trabalhadores e da população", referiu o secretário-geral da CGTP.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

26 Maio - Lisboa - É tempo de dizer BASTA!



A todos quantos não se conformam nem se resignam perante um rumo de declínio que agrava os problemas do país e empobrece os trabalhadores e o povo.

A todos quantos sabem, e sentem nas suas vidas, que a política que estão a impor ao país só lhes acrescenta exploração, privações, dificuldades e incertezas quanto ao futuro.

A todos quantos percebem que, por detrás da conversa sobre a “crise” e a “divida pública”, o que se esconde é uma política deliberada para continuar a entregar milhões aos grupos económicos e financeiros e a amassar fortunas de uns poucos, enquanto a esmagadora maioria dos portugueses vêem a sua vida feita um inferno.

A todos quantos não não abdicam de viver num país soberano e independente e não aceitam ver o país transformado num mero protectorado das principais potências europeias e governado a partir dos interesses económicos de Berlim ou Paris.

A todos quanto sabem e acreditam que há uma política alternativa e um outro rumo capaz de afirmar os direitos dos trabalhadores e do povo e elevar as suas condições de vida, assente na promoção da produção nacional, na valorização dos salários e reformas, no controlo público dos sectores e empresas estratégicas.

A todos quantos vêem cortados os seus direitos de acesso à saúde, às prestações e apoio social, à segurança e estabilidade no emprego, ao direito à habitação, aos transportes e serviços públicos.
É tempo de dizer Basta!

É tempo de não calar mais a indignação e o protesto, de transformar a indignação e revolta de cada um na acção e na luta de todos que há-de ser capaz de derrotar esta política ruinosa que a não ser travada conduzirá o país para o abismo.

É tempo de cada um fazer ouvir a sua voz e engrossar a corrente dos que erguem como imperativo nacional a exigência de rejeição do Pacto de Agressão que as troikas estrangeira e nacional estão a impor ao país e aos portugueses.

Dia 12 na cidade do Porto e dia 26 de Maio em Lisboa, junta-te ao PCP, vem dar mais força à luta por uma vida melhor e mais digna, vem expressar a tua indignação, afirmar os teus direitos, juntar a tua força à luta coerente por uma ruptura com o actual rumo.

Dia 12 e 26 afirmemos, com confiança, que é possível mudar, que é possível uma política patriótica e de esquerda que assegure o desenvolvimento económico, dê resposta aos direitos e aspirações dos trabalhadores e do povo, assegure um Portugal com futuro.

Com o PCP, Democracia e Socialismo

Os valores de Abril no futuro de Portugal

segunda-feira, 2 de abril de 2012

CDU Campo Maior disse NÃO À EXTINÇÃO DE FREGUESIAS em Lisboa

 
Cerca de 200000 cidadãos de norte a sul, litoral ao interior, continente e ilhas disseram NÃO À EXTINÇÃO DE FREGUESIAS proposta pelo governo PSD/CDS-PP atravéz da Lei 44/XII (sobre a reorganização administrativa, que mais não é que a extinção de mais de um terço das freguesias através da agregação). Numa manifestação organizada pela ANAFRE. Sábado em Lisboa. 
 

O Alentejo, e em particular o distrito de Portalegre também se fez representar com cerca de 15 autocarros (Freguesia de: Vale do Peso - Crato, Gáfete - Crato, Alagoa - Portalegre, Tolosa - Nisa, St. Aleixo - Monforte, Assumar - Monforte, Chancelaria - Alter do Chão, Todas as freguesias de Avis, etc..). O eleito da CDU Campo Maior seguiu em transporte da Câmara Municipal de Monforte.
 
 
Esta manifestação ultrapassou fronteiras políticas e ideológicas, pois pretende combater:
 
-Enfraquecimento da democracia participada
-Perda de capacidade de afirmação, representação, luta e defesa dos interesses das populações, com a perda dos seus porta-vozes e representantes mais próximos
-O despedimento ou a mobilidade dos trabalhadores das freguesias a extinguir.
 
A participação na manifestação não era apenas dirigida às juntas de freguesia e municípios em perigo de extinção. Ela demonstrou ao governo o importante significado que tem a junta de freguesia para as populações, especialmente as rurais e distantes da sede do município. E reforçou a unidade das mesmas. A CDU local deu resposta positiva não só nesta manisfestação como pelas acções apresentadas na Assembleia Municipal de Campo Maior.

O Governo se pretende levar a cabo uma verdadeira reorganização administrativa, deve começar pela regionalização. Em lugar de atacar o primeiro pilar da democracia.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Nova lei dos despejos (coloca inquilinos na rua!)

No dia em que começou a ser discutida a proposta de lei do Executivo PSD/CDS sobre o arrendamento urbano, mais de uma centena de inquilinos manifestou-se junto da Assembleia da República contra a facilitação dos despejos e o aumento das rendas.


«Esta lei, a ser aplicada tal como está, vai pôr na rua milhares de inquilinos, que são pessoas muito carenciadas, com dificuldades financeiras e de saúde, pessoas que durante 50 ou 60 anos pagaram as suas rendas, assumiram totalmente os seus compromissos, sem nunca falharem, e agora, quando chegam ao fim da sua vida, vão ver-se no meio da rua, porque a lei vai permitir aos proprietários despejá-las por incumprimento», alertou no local, Romão Lavadinho, da Associação de Inquilinos Lisbonenses (AIL), promotora do protesto. Esta situação vai acontecer, nomeadamente, a pessoas que não vão poder «pagar rendas de 500 ou 600 euros», quando, muitas vezes, «nem sequer esse rendimento têm».

Outro dos aspectos negativos da nova lei é, segundo a AIL, a alteração dos contratos de arrendamento, que eram por tempo indeterminado, e que agora, com a proposta do Governo, passam para cinco anos.

«Mesmo que o inquilino tenha possibilidades de pagar o valor da renda proposta pelo proprietário, vai estar na circunstância de ser posto na rua, porque o contrato é apenas de cinco anos, findos os quais o proprietário tem toda a liberdade para denunciar o contrato. Isto em relação às pessoas com menos de 65 anos», explicou Romão Lavadinho.

Às pessoas com mais de 65 anos – prosseguiu –, no fundo, aplica-se a mesma regra, porque «vão poder continuar o contrato, mas como a renda vai ser tão elevada, não vão ter dinheiro para pagar, por isso, vão para a rua nas mesmas condições».

 
Habitações devolutas

A AIL, para além de rejeitar «a nova lei dos despejos e do aumento selvagem das rendas», condena ainda a existência de milhares de habitações devolutas, quando há falta de casas para arrendar. «Não é verdade que se queira dinamizar o arrendamento», acusa, num documento dirigido aos inquilinos, a Associação, informando que, só em Lisboa, «existem mais de 100 mil casas disponíveis».

 
«O que verdadeiramente se pretende é acabar com os contratos antigos e vender as casas vazias, bem como facilitar aos senhorios a entrega das casas aos Fundos Imobiliários para reabilitação e futura venda», explica a AIL, que promete tudo fazer para não deixar passar a lei, tal como aconteceu com a proposta apresentada em 2004, pelo então governo de Santana Lopes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Grande vitória dos trabalhadores da Cerâmica Valadares

Trabalhadores da Valadares em Lisboa 11.fevereiro.2012


CGTP-IN ao lado dos trabalhadores da Valadares


A DORP do PCP saúda a justa luta dos trabalhadores da Cerâmica Valadares que levou a que se firmasse hoje um acordo para a regularização dos salários em atraso.

A administração da empresa, viu-se forçada a aceitar todas as condições exigidas pelos trabalhadores: a garantia de pagamento do salário de Janeiro em atraso, o pagamento do mês de Fevereiro a horas, a garantia de não perseguição ou de represálias a trabalhadores pela sua luta, o pagamento dos dias de paralisação em Fevereiro.

A união e resistência destes trabalhadores perante uma situação difícil, a sua luta pelos salários devidos e pelos postos de trabalho, são um exemplo de determinação e coragem.

Os trabalhadores da Cerâmica Valadares demonstram assim que com unidade e determinação são mais fortes que a prepotência e arbitrariedade do patronato. Unidade que se mantém para o futuro, na vigilância do cumprimento do acordo hoje firmado.

A proposta que os trabalhadores apresentaram à administração foi aprovada por unanimidade num plenário que encheu o cineteatro Brasão em Valadares.

Terminam assim, 15 dias de vigília, dia e noite, face a condições adversas, mas termina com a alegria de quem lutou e venceu, conquistando o direito à remuneração como todos os direitos foram conquistados, com a luta.

A vitória hoje alcançada é portadora de confiança no futuro da Cerâmica de Valadares, mas não só. Por via desta luta, muitos trabalhadores que enfrentam dificuldades nas suas empresas poderão constatar que vale a pena lutar pela defesa dos direitos de quem trabalha.

O caminho de desastre nacional a que o país tem sido conduzido graças às políticas definidas pelo Pacto de agressão assinado pelo PS, PSD e CDS, com a União Europeia e FMI, pode ser invertido.

A DORP do PCP saúda todos os trabalhadores em luta e reafirma com toda a confiança que é necessário e possível uma ruptura com estas políticas e que é a luta dos trabalhadores e da população que determinará essa mudança.

13.02.2012 O Gabinete de Imprensa da DORP do PC

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mais de 300 mil no "Terreiro do Povo"


Sobre a Grande Manifestação Nacional a 11 de fevereiro em Lisboa.

O que os meios de comunicação não mostraram.

Mais de 300 mil transformaram o Terreiro do Paço no "Terreiro do Povo".

A maior manifestação dos últimos 30 anos.

Os trabalhadores disseram não à exploração e o pacto de agressão. Por um país desenvolvido e soberano.



...nós, também, não ficamos em casa.




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Autocarro para o progresso amanhã às 9:00 no Jardim Municipal. Contamos contigo.



«Este post dirige-se a ti, que apontas permanentemente o dedo à CGTP, acusando-a de sectarismo.

A CGTP convocou para amanhã, dia 11 de fevereiro, uma grande concentração no Terreiro do Paço. O objetivo é que o Terreiro do poder do sistema se transforme no Terreiro do Povo, e que ali a vontade e a mobilização comum de muitas pessoas faça tremer este governo que serve uma plutocracia parola, que se governa há 30 e tal anos à conta da desgraça alheia.

Eu sei que não te identificas com o sindicalismo, ou com o sindicalismo da CGTP. Eu sei que não costumas participar ativamente no protesto social, que achas que não vale a pena, e que costumas restringir o teu grito de revolta às conversas de café ou ao teclado do teu computador. Mas pensa: não estará na hora de dares expressão prática à tua revolta?

A manifestação convocada pela CGTP visa protestar contra o desemprego, a austeridade e o empobrecimento. Não estás de acordo que é precisar dizer "basta!"?

Se não estás de acordo então fica em casa, vai ao cinema, faz o que achares melhor com o teu tempo.

Se estás de acordo, se sentes que esta trupe já foi longe de mais, então não padeças tu do sectarismo de que acusas os outros e junta-te a quem, independentemente de tudo o resto, sente - como tu! - que este caminho conduz ao afundamente da maioria, para benefício de poucos (os mesmo de sempre).

Encontramo-nos lá, no Terreiro do Povo.» in o-companheirovasco.blogspot


A partida é do jardim Municipal pelas 9:00 da manhã de sábado. O autocarro sai de Monforte, passa pelo Assumar, Arronches, Campo Maior (9:00), Elvas e Vila Boim.

Almoço no Forum Montijo.
A concentração em Lisboa do distrito de portalegre é na zona de Santa Apolónia.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Grande Manifestação Nacional - 11 fevereiro - Lisboa



A CGTP-IN convocou uma grande manifestação nacional para sábado, 11 de Fevereiro, às 15 horas, em Lisboa, no Terreiro do Paço, para onde é justo e necessário que convirjam os motivos de descontentamento e protesto dos trabalhadores, da Administração Pública e das empresas privadas, de todas as idades e profissões, com vínculos laborais efectivos ou precários, mas também desempregados, reformados, utentes dos serviços públicos...

A ofensiva que está em marcha atinge todos e é indispensável que a resposta de luta seja ampla e firme e tenha uma muito forte expressão na manifestação que vai fazer do Terreiro do Paço um Terreiro do Povo e da Luta.

Foram marcadas quatro concentrações prévias, consoante os distritos de proveniência dos manifestantes:

- nos Restauradores: distrito de Lisboa

- no Martim Moniz: distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Porto e Aveiro

- no Cais do Sodré: distrito de Setúbal

- em Santa Apolónia: Coimbra, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.