Propostas Programa Eleitoral CDU Campo Maior

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quarta-feira, 29 de março de 2017

XI Congresso da JCP - 1 e 2 Abril 2017 - Setúbal



NOVA LOCALIZAÇÃO: AUDITÓRIO JOSÉ AFONSO // SETÚBAL

XI Congresso da JCP «Conquistar o presente, construir o futuro – É pela luta que lá vamos!» no Fórum Luísa Todi em Setúbal.


GROGNation e Peste & Sida confirmados! O 11º Congresso da JCP é luta, alegria e também música. No Sábado, dia 1 de Abril, às 22h no Auditório José Afonso, concerto do 11º Congresso da JCP, com GROGNation Peste & Sida Oficiall. Vem ao Congresso da JCP, dias 1 e 2 de Abril em Setúbal - transportes de todo o país.

Participa Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

1979 - 36º Aniversário da JCP - 2015



A Juventude Comunista Portuguesa celebra hoje (10 de Novembro de 2015) o seu 36.º aniversário.

Hoje, como antes, a juventude não se resigna e são muitas as batalhas que travamos: em defesa da escola pública, gratuita, democrática e de qualidade; em defesa da universalidade do acesso ao ensino superior; contra a precariedade, os baixos salários, o desemprego e a emigração forçada; pelos valores e direitos que a revolução de Abril consagrou, pelo direito a sermos felizes no nosso país!

Apesar dos muitos obstáculos que enfrentamos, estes 36 anos de intervenção e a capacidade transformadora da luta dão-nos confiança e mostram que é possível uma sociedade mais justa e fraterna e um mundo de paz e solidariedade entre os povos, onde não haja lugar à exploração do Homem pelo Homem e em que seja possível a plena concretização dos direitos e aspirações juvenis.

Viva a luta da juventude portuguesa! Viva a JCP!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Participação da JCP de Campo Maior no 13º ENES da JCP


No passado dia 21 de Fevereiro (Sábado) realizou-se no Barreiro o 13º Encontro Nacional do Ensino Secundário da Juventude Comunista Portuguesa.


Um encontro que contou com uma excelente representação da JCP de Campo Maior. 15 jovens entre militantes e amigos, marcaram presença numa importante iniciativa onde se debateram os problemas do quotidiano estundantil nacional. Diariamente enfrentados por todas as escolas do pais. Onde o distrito de Portalegre e Campo Maior não fogem à regra.


Carlos Cardoso, militante da Juventude Comunista Portuguesa fez uma intervenção sobre os problemas da juventude em Campo Maior, passando por pontos como a falta de professores, cortes na educação entre outros. Salientou igualmente o crescimento significativo do coletivo e defendeu a ideia que só com a luta diária na escola podemos vencer.

Citando Álvaro Cunhal finalizou: "Camaradas o futuro é o socialismo".

No encontro foram enumerados muitos problemas de variadas escolas a nível nacional, problemas aos quais não podemos ficar indiferentes. O encontro terminou com a intervenção de Jerónimo de Sousa que realçou a importância da luta da juventude.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

13.º Encontro Nacional do Ensino Secundário (JCP)



A JCP de Campo Maior prepara o encontro

13.º Encontro Nacional do Ensino Secundário

«Pela escola de Abril:lutar e resistir»

A JCP vai realizar, no dia 21 de Fevereiro, no Barreiro, o 13.º Encontro Nacional do Ensino Secundário (ENES), um grande momento de discussão, reflexão e fortalecimento da Organização do Ensino Secundário da JCP, que conta com a presença de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP. Ao Avante!, Miguel Violante, da Comissão Política, e Maria Almeida, da Direcção Nacional, sublinharam que só com a luta é possível conquistar uma Escola Pública, gratuita e democrática para todos.

Sob o lema «Pela escola de Abril: lutar e resistir», o ENES, que tem lugar na Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense «Os Penicheiros», contará com a participação de estudantes comunistas do Ensino Secundário e Básico de todo o País, mas também de muitos jovens que, mesmo não estando inscritos na JCP, têm interesse em aprofundar a reflexão sobre os ataques à Escola Pública preconizados, durante 38 anos, por sucessivos governos praticantes da política de direita.

Ali, assegurou Maria Almeida, serão traçadas linhas de trabalho para os próximos dois anos, com o objectivo de reforçar a organização da JCP e a luta dos estudantes, de modo a transformar a actual situação e impedir a destruição de uma das principais conquistas da Revolução de Abril: a Educação Pública, gratuita e de qualidade. «Reforçando a organização da JCP, serão criados mais colectivos, que lutarão para resolver os problemas nas escolas, face aos cada vez maiores ataques à educação, à democracia e à liberdade», afirmou a jovem comunista.

Por seu lado, Miguel Violante valorizou o facto de o ENES estar a ser marcado por um processo de discussão muito amplo do Projecto de Resolução Política. «Esta reflexão que estamos a ter, não só no seio da organização, mas com o máximo de estudantes, está já decorrer desde Dezembro de 2014, e tem sido marcada por um conjunto muito alargado de reuniões, plenários e iniciativas», referiu, precisando que uma das grandes preocupações do Projecto é o de «reflectir a realidade concreta do estudante dentro da escola», caracterizando a ofensiva entre o último ENES, que se realizou em 2012, e o que agora vai ter lugar.

«Podendo os problemas ser diferentes de escola para escola, de concelho para concelho, de região para região, há uma questão central em todas elas: a redução do financiamento na educação», disse Miguel Violante, dando a conhecer que o Executivo PSD/CDS, entre 2011 e 2015, foi «responsável por cortar mais de dois mil milhões de euros na Educação». Como resultado desta política, criticou, «centenas de escolas estão a precisar de obras», muitas delas iniciadas pela empresa Parque Escolar, ficando os processos a meio, como aconteceu na Escola Secundária António Arroio, em Lisboa. «Passados cinco anos, até o próprio edifício começa a deteriorar-se face à falta de intervenção», descreveu o jovem comunista, alertando para outros problemas. «São cada vez mais as escolas sem aquecimento, existindo uma grande pressão para não gastar electricidade». O mesmo acontece ao nível do serviço de Internet.

A tudo isto acrescenta-se a degradação do material escolar, como mesas e cadeiras, e a falta de funcionários e de trabalhadores não docentes. «Faltam mais de seis mil funcionários nas escolas», contabilizou Miguel Violante, dando conta da existência de escolas «em que as bibliotecas só se encontram abertas em determinados períodos do dia» e de salas de aulas e de casas de banho que não são limpas. «Na Escola Secundária José Afonso, no Seixal, não chega a haver 20 funcionários para os cerca de 1500 alunos», ilustrou.

Cortes aplicados de ano para ano

Estudantes roubados

Segundo Miguel Violante, da Comissão Política da JCP, existem estudantes que, neste segundo período lectivo, «ainda não têm todos os materiais», outros «não podem pagar o passe escolar» e «muitos já deixaram de estudar», sendo que a grande maioria vai «para a escola sem um único euro na carteira», não podendo «fazer uma refeição na escola». «Tudo isto não está desligado da política de direita que está a ser praticada, na qual o PS tem uma enorme responsabilidade», acusou.

Entretanto, cada vez mais, os estudantes apercebem-se do roubo a que estão a ser sujeitos, não havendo uma escola «onde os estudantes não venham colocar à JCP os seus problemas, todos eles relacionados com os cortes na educação». «Daí a importância de não baixar os braços. Em Arraiolos foi com a luta, à porta da escola, que se contratou mais funcionários», salientou Maria Almeida, da Direcção Nacional da JCP, frisando que, através dos exemplos, «acabamos por esclarecer mais malta».

«O processo que estamos a travar é muito exigente, é uma ofensiva tremenda, que se dá a vários níveis. Mas uma coisa é certa, cada vez que o estudante sente um problema concreto e tem capacidade de se organizar para o resolver, há avanços», sublinhou Miguel Violante, acentuando: «Sem haver esta acção concreta de luta, de reivindicação, de agitação, o Governo ganhava espaço e continuava a tirar, a descaracterizar e a retirar ainda mais qualidade à nossa escola».

Colectivos de escola

Por isso são tão importantes os colectivos de escola. «Nas reuniões de colectivo são traçadas as orientações e a actividade da JCP», afirmou Maria Almeida, que não esquece, antes valoriza, «o contributo individual que cada camarada tem para o trabalho colectivo».

«Quando falamos em reforço da organização, falamos de mais militantes, a reunirem, com capacidade realizadora. Nesta perspectiva, quanto mais organização tivermos, mais ligação temos à vida, à realidade, aos estudantes. Conhecendo a realidade, temos mais condições para intervir, no sentido de reforçar a luta que estamos a travar», destacou Miguel Violante.



Defender as conquistas de Abril

«A luta é um processo»

Hoje, os estudantes são confrontados com um conjunto de atropelos às liberdades e à democracia nas escolas, fruto da linha política dos governos do PS e PSD/CDS, que têm tentado diminuir a influência e participação dos estudantes. «De ano para ano temos mais directores de escola a intervirem em processos eleitorais, como se os estudantes não tivessem capacidade de se organizar e de decidir», disse Miguel Violante. Há ainda casos, adiantou o jovem comunista, «em que elementos da propaganda têm que ser verificados pelos directores antes de irem para o período de campanha». «Isto faz lembrar os tempos da outra senhora», condenou, informando que também as Reuniões Gerais de Alunos (RGA) têm sido alvo de «ataques», como aconteceu na Escola Secundária Alves Redol, em Vila Franca de Xira, «onde os estudantes foram proibidos de realizar uma RGA no Espaço do Aluno».

Para agravar o problema, continuou Miguel Violante, «os militantes da JCP estão a ser proibidos de distribuir documentos nas escolas».

Mas estes casos, que vão acontecendo em vários estabelecimentos de ensino, dão ainda mais força à luta. «A luta é um processo, não recomeça em cada ano lectivo. Sem esta oposição dos estudantes já não teríamos escola pública no País, porque o objectivo da política de direita e das forças que a apoiam é tornar a educação um privilégio, só para quem pode pagar», denunciou.

JCP defende e propõe:

Um maior e melhor investimento do Estado na rede nacional de escolas a todos os níveis, para que haja uma maior eficácia na rede pública, dotando as escolas das condições materiais e humanas necessárias a uma boa aprendizagem dos estudantes;

Uma escola em que a importância da Associação de Estudantes (AE) e a sua liberdade de intervenção e decisão sejam reconhecidas e exaltadas por toda a comunidade escolar;

O fim imediato dos exames nacionais e dos testes intermédios;

Uma avaliação realmente contínua, onde os estudantes sejam avaliados ao longo do ano e não em casos pontuais como tem vindo a acontecer;

A redução do número de alunos por turma, passando estas a contar no máximo com 20 estudantes;

A valorização da disciplina de Educação Física e a contagem da nota desta disciplina na média final do Ensino Secundário;

A criação das condições materiais e humanas nas escolas para que os períodos não lectivos sejam potenciados na valorização científica, cultural, social e desportiva dos estudantes;

A revogação do diploma de Autonomia e Gestão;

A valorização do papel das AE, dos delegados de turma e dos representantes dos alunos nos conselhos gerais, na sua participação na vida activa da escola;

A efectiva entrega dos regulamentos internos das escolas aos estudantes, como estímulo à sua participação na vida escolar;

O acesso ao Ensino Superior como um princípio universal e a exigência do fim progressivo do numerus clausus, enquanto sistema de restrição quantitativa global;

A gratuitidade dos manuais escolares e de todos os outros materiais de apoio;

A gratuitidade do passe social até ao final do Ensino Secundário bem como a imediata reposição do passe escolar 4_18 e que abranja estudantes maiores de 18 anos que estão a concluir o Ensino Secundário;

A extinção dos mega-agrupamentos;

A educação sexual deve ser posta em prática de uma forma interdisciplinar;

Os programas escolares devem ser reduzidos e menos desfasados da realidade, passando estes a incluir áreas temáticas como o ambiente, a toxicodependência, património histórico, transmitindo sempre os valores da democracia e da paz, permitindo ao estudante uma reflexão e discussão;

Uma Acção Social Escolar que garanta a igualdade de oportunidades no acesso, frequência e sucesso no ensino, nomeadamente com a construção de residências para os estudantes deslocados e de outras infra-estruturas, assim como o reforço das bolsas de estudo para estudantes;

Um Ensino Especial de qualidade, com turmas menores, maior acompanhamento dos estudantes e instalações e técnicos preparados para o efeito;

A existência de outros técnicos nas escolas, nomeadamente psicólogos, técnicos de animação sócio-cultural, técnicos de saúde, entre outros, em função das necessidades educativas de cada escola;

Uma escola laica, como garantia do respeito pelas opções religiosas de cada um.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Câmara Municipal do Porto retira, ilegalmente, mural da JCP



A Juventude Comunista Portuguesa pintou, no passado sábado (31 de Maio), um mural no muro da Escola Secundária Infante D. Henrique na Praça da Galiza, no Porto. Na terça-feira seguinte (3 de Junho) a Câmara Municipal do Porto apagou o mesmo de forma ilegal.

Sobre esta situação dizer o seguinte:

1 - A pintura de murais políticos está prevista na lei 97/88 sobre propaganda política e na Constituição da República Portuguesa emanada da Revolução de Abril de que este ano se comemoram os 40 anos (como aliás se faz referência no mural em causa). De acordo com a lei é possível pintar um mural político no muro desta escola pública sem necessidade de aviso prévio.

2 - As duas últimas vezes em que a JCP tinha começado a pintar um mural político nesta parede, esta foi interrompida ilegitimamente pelas forças de segurança pública, acabando em detenções com uso excessivo da força e identificações de vários militantes desta organização, nunca permitindo que se terminasse o mural.

3 - Referir que os dois processos que daí decorreram foram arquivados dando uma vez mais razão aos jovens comunistas.

4 - Persistentes em defender um direito nosso e do povo português exercendo-o, a JCP decidiu voltar a pintar o referido muro. E à terceira foi de vez ficando a pintura completa, como divulgado. Denunciar ainda assim que durante esta iniciativa uma unidade da polícia municipal do porto e duas da polícia de segurança pública se deslocaram ao local por “ordem superior” e uma vez mais identificaram quem exercia um direito legítimo, ameaçando ainda interromper a pintura e apreender o material. Não conseguiram cercear este direito e a pintura ficou concluída.

5 - Três dias depois a Câmara Municipal do Porto apagou o mural político usando para cometer uma ilegalidade meios públicos, atendando uma vez mais contra a liberdade de expressão e o direito de propaganda política previstos na lei. Vimos por este meio denunciar este ataque e reiterar que quem agiu e está a agir à margem da lei é a CM do Porto quando sucessivamente atenta contra a liberdade de expressão.

6 - A JCP continuará a exercer este direito inserido na sua vasta actividade, continuando a defender firmemente a liberdade e os direitos democráticos e a lutar com a juventude e o povo português pela construção de uma efectiva Democracia Política, Social, Cultural e Económica que projecte os valores de Abril no futuro de Portugal, para (como inscrito no mural) “Pôr fim ao desastre, derrotar este governo e a política de direita” e abrir caminho a uma política patriótica e de esquerda e um governo que a execute.
 
Lisboa, Juventude Comunista Portugûesa
 
 
Adere è JCP

domingo, 11 de maio de 2014

A JCP de Campo Maior apoia a CDU dia 25 de Maio - Europeias 2014

 
A cada dia o nosso pais esta mais pobre, vivemos pior, com menos prespetivas de um razoável presente e um futuro risonho.
 
Os sucessivos governos dos últimos 38 anos (PS/PSD/CDS) tudo têm feito para uma centralização esmagadora do capital, e uma injustiça social só praticada no antigo e vencido regime Salazarista.
 
Querem esmagar a juventude com os cortes no ensino, o que nos dificulta evoluir culturalmente e progredir para o ensino superior, e que cada vez empurra estudantes pobres para o ensino profissional.
 
Mais de 10.000 emigram por mês e a esmagadora maioria são jovens que não vêm em Portugal uma perspectiva de futuro.
 
O momento que vivemos dá cada vez mais razão a Álvaro Cunhal e a luta dos comunistas, pelos direitos dos jovens, dos trabalhadores e do povo!
 
Com o país dominado por forças de direita, e interesses dos grandes grupos económicos, torna-se essencial combater todos aqueles que levaram o país a este estado.
 
Só com luta conseguiremos levar a nossa avante "Nas nossas mãos o destino das nossas vida".
 
A JCP aconselha a todos os jovens campomaiorenses, que no dia 25 de Maio votem CDU, por uma política patriótica e de esquerda.
 
Vota CDU!
 
Juventude Comunista Portuguesa de Campo Maior, 11 de Maio de 2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

JCP de Campo Maior presente no 10º Congresso da JCP - Lisboa


2ª Sessão - X Congresso da Juventude Comunista Portuguesa
 


No passado fim de semana decorreu em Lisbo o X Congresso da Juventude Comunista Portuguesa.

A JCP de Campo Maior marcou presença.

Intervenção de Carlos Cardoso, em nome do coletivo campomaiorense:
 
Boa tarde a todos os camaradas amigos e simpatizantes da JCP que aqui estão presentes . Antes de mais quero dizer que é um enorme prazer estar aqui entre vocês. Nos estamos aqui a representar um colectivo de jovens comunistas de Campo Maior que se preocupa com a sociedade e com o bem estar do povo. Eu sou vice presidente da Associação de Estudantes e quase melhor que ninguém sei quais são os reais problemas da juventude.
 
A minha escola é uma escola reconstruida muito recentemente obras da Parque Escolar. O prazo esperado da duração da obra eram 12 meses, a obra começou em Abril de 2010 e ainda dura até ao presente. Actualmente na escola existem turmas de mais de 30 alunos, existem menos professores, um corte de funcionários a quase 50 %, enfim problemas muito graves que simplesmente são esquecidos como se não se passa–se nada. O material escolar cada vez mais caro  manuais, cadernos e até temos que pagar para fazer os exames. Situações que vão contra a C.R.P. de 76 que dita que a educação deve ser publica e gratuita. As condições de ensino são cada vez piores, não existem condições para os professores ensinarem nem, para os alunos aprenderem. Os professores estão revoltados por causa dos cortes e os alunos estão revoltados com as condições , os alunos com mais dificuldades, em vez de serem apoiados não, são esquecidos, deixados para traz como se fossem deficientes ou incompetentes!
 
A A.E. da Escola Secundaria de Campo Maior subscreveu o apelo à manifestação do 13 de Março. Estima-se que num dos picos da manifestação tenhamos conseguido atingir entre 150 e 230 alunos, numa escola que é da primeira vez a muitos anos que isso se fez e eu posso garantir que os números são muito positivos. Foi uma iniciativa que deu certamente alguma preocupação pela nossa parte e pela parte dos alunos, existiu distribuição de panfletos a pintura de uma faixa e os jovens aderiram com muita convicção, apesar de alguns obstáculos que nos foram metidos a luta fez-se. É necessário também salientar que há precisamente 1 ano, só existiam 2 camaradas na secundaria, actualmente já estamos muito perto dos 20, e cada vez o colectivo vai crescendo.
 
Nós enquanto Membros da JCP na vila de Campo Maior defendemos um principio básico que é apostar na juventude é apostar no futuro, defenderemos um direito que foi conseguido com bastante luta e é com bastante luta que o defendemos constantemente e o iremos continuar a defender. É necessário fazer-mos frente a estas politicas de empobrecimento que ao longo destes 40 anos de “democracia“ têm destruído o povo, os trabalhadores, a educação e a saúde.
 
Estaremos a formar futuros profissionais, trabalhadores, ou futuros desempregados?
 
Camaradas, esta na hora de dizer basta!
 
Viva o 10º Congresso da JCP!
 
Viva à Juventude!
 
Viva à JCP!
 
Obrigado!
 
Podem ser vistas aqui todas as sessões do congresso:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Por um Ensino Superior democrático! JCP



Tomada de Posição sobre o aproveitamento político do Governo das Praxes

Há poucos dias, sob o pretexto de discutir praxe, o Ministério da Educação reuniu algumas associações de estudantes e federações no sentido de desviar as atenções do aprofundamento de problemas estruturais do ensino superior e do aumento do ataque brutal que este está a sofrer.

Este Governo não ouve, nem nunca ouviu os estudantes e sob este pretexto dissimulado, não só procura distrair os estudantes das consequências da sua política como se prepara para acentuar o ataque à democracia nas instituições de ensino superior.

Desta reunião surge a estratégia de instituir um “Estatuto do Estudante do Ensino Superior”, um regime disciplinar que limitará a ação dos alunos, a sua capacidade de organização, com base numa revisão ao já injusto Regime Jurídico de Instituições de Ensino Superior (RJIES). Esta mesma estratégia é uma forma de avançar não só com a delegação de poderes disciplinares e sancionatórios nas direcções das instituições, como ignora o quadro legal em que qualquer acção dos estudantes se enquadre. Ainda servindo os propósitos da política economicista do Governo, este “Estatuto” é apresentado como uma contributo para a Reforma ao Ensino Superior, que é o mesmo que dizer que esta medida em si dá força à lógica de destruição da rede de Ensino Superior, pervertendo o seu funcionamento e função social.


Um governo que cortou mais de 700 milhões de euros no ES, alvo de inúmeros e crescentes protestos, que durante 3 anos se recusou sempre a ouvir os estudantes e perpetuou a ofensiva ao ensino público e democrático, não merece a confiança dos estudantes. Esta política de cortes na acção social escolar e de propinas, que claramente pretendem aprofundar, traça um caminho que obrigou milhares de estudantes a desistirem do seu curso e, avançou com o desinvestimento no futuro do país e no empobrecimento da democracia.

A JCP alerta para o aproveitamento político que se está a fazer de uma situação mediática para fazer esquecer e aprofundar o ataque à democracia nas instituições de ensino superior, que conta com a conivência de alguns sectores do movimento estudantil. Apelamos a que os estudantes lutem contra os cortes e o desinvestimento do Governo no Ensino Superior, exigindo que sejam respeitados os seus direitos e cumprida a Constituição da República Portuguesa, algo que só é possível com outra política.

03-Fev-2014