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quarta-feira, 1 de março de 2023

Greve de professores 2 e 3 de Março de 2023 | Manifestação nacional de professores 4 de Março de 2023 | FENPROF



 

Sindicatos reafirmam greves a 2 e 3 de março, contestarão serviços mínimos ilegais nos tribunais e transferem as Manifestações de 2 e 3, no Porto e em Lisboa, ambas para dia 4 de março.

28 de fevereiro, 2023 

Última hora: embora em Conferência de Imprensa, realizada no intervalo da reunião entre as 9 organizações, as manifestações no Porto e em Lisboa tivessem sido anunciadas para 4 e 11 de março, respetivamente, face à gravidade da situação que se está a viver na Educação e aos problemas que afetam os professores (que o governo teima em arrastar), foi decidido realizar ambas as manifestações no dia 4, sábado, antecipando a de Lisboa. A partir deste dia as formas de luta serão as que os professores decidirem no âmbito da consulta que se está a realizar em todo o país. 

Por estranha decisão do colégio arbitral, as greves dos próximos dias 2 e 3 de março terão serviços mínimos. Estranha porque, por um lado, o ME havia desistido do pedido de serviços mínimos; estranha porque, segundo o Acórdão aprovado apenas por maioria, a decisão de decretar serviços mínimos não decorre destas greves, mas de outras às quais estas nove organizações são alheias. 

Independentemente daquela decisão, ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU decidiram manter as greves e as manifestações, neste caso com ajuste de data, dado o teor da última reunião negocial com o ME, na qual se mantiveram alguns dos aspetos mais contestados do diploma de concursos. Ademais, o ME não aceitou calendarizar negociações sobre a recuperação do tempo de serviço, a eliminação das vagas e das quotas, a aprovação de um regime específico de aposentação, a regularização dos horários de trabalho ou a revisão urgente do regime de mobilidade por doença, entre outros assuntos. A esta situação, já de si negativa, junta-se agora mais esta tentativa de parar a luta dos professores com a imposição de serviços mínimos ilegais, luta que, no entanto, não irá parar! 

Irresignados com os serviços mínimos, que consideram ilegal, as organizações sindicais decidiram recorrer aos tribunais. Nesta terça-feira, dia 28, cada organização apresentará uma ação cautelar (intimação ou providência), no sentido de tentar suspender esta decisão; posteriormente, em conjunto, as 9 organizações avançarão com uma ação em tribunal para que estes serviços mínimos sejam declarados ilegais, tal como aconteceu em 2018. 

Quanto à luta a desenvolver de imediato, as organizações sindicais decidiram: 
- Manter as greves de 2 de março (Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda e Coimbra) e 3 de março (Leiria, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Lisboa, Setúbal, Beja, Évora e Faro); 

- Caso não sejam suspensos os serviços mínimos, instar os professores e os educadores a, nestes dias, se limitarem ao seu estrito cumprimento desses serviços, não aceitando desenvolver qualquer outro para além daquele (que, por ser cumprido, não poderá ser descontado no salário), usando o autocolante que os identifica como estando em serviços mínimos; 

- Promover, em todo o país, concentrações à porta das escolas no dia da respetiva greve, chamando a comunicação social e enviando às organizações sindicais fotografias desse momento para divulgação, divulgando-as, também, nas redes sociais; 

- Devido aos serviços mínimos, deslocar as duas manifestações para dia 4, próximo sábado, ambas às 15:30 horas; 

- Os pontos de encontro destas manifestações serão: em Lisboa o Rossio com desfile para a Assembleia da República; No Porto a Praça do Marquês deslocando-se para os Aliados; 

- Em 2 de março, requerer junto do ME a negociação suplementar do diploma de concursos; 

- Convocar uma Concentração com Plenário Nacional junto às instalações do Ministério da Educação para o dia em que se realizar a reunião de negociação suplementar; 

- Em 7 de março, à tarde, em Conferência de Imprensa a realizar em Lisboa, divulgar as formas de luta seguintes, decididas a partir da consulta que está a ser realizada junto dos professores e educadores em todo o país, no âmbito dos Dias 4D - Debate Democrático pela Dignificação da Profissão. 

Lisboa, 27 de fevereiro de 2023 

As organizações sindicais 

ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU

GREVE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA | 17 DE MARÇO 2023 | LOCAL - REGIONAL - NACIONAL


Os trabalhadores da Administração Pública vão estar em greve contra a política de empobrecimento que o governo PS quer impor e o brutal aumento do custo de vida. Em luta pelo imediato aumento dos salários e por respostas aos problemas com a negociação da PRC 2023! 

A OFENSIVA É GRANDE, A LUTA DOS TRABALHADORES SERÁ AINDA MAIOR! EXIGIMOS RESPOSTAS AOS PROBLEMAS QUE IDENTIFICAMOS E NÃO VAMOS ESPERAR MAIS!

segunda-feira, 17 de março de 2014

Adesão total na greve da Valorsul em defesa pelo serviço público!


Começou com adesão total dos trabalhadores a greve na Valorsul. Junto à central de São João da Talha, decorre uma concentração, onde se encontra também o secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos. 17.3.2014 às 00h10 - FIEQUIMETAL - CGTP-IN
 
A privatização da Valorsul é um negócio ruinoso para a economia e para o País, avisa a Comissão Sindical do SITE CSRA naquela empresa do Grupo EGF, a sub-holding das Águas de Portugal para o sector dos resíduos sólidos urbanos. À população e aos trabalhadores é feito apelo a que compareçam junto à Valorsul, no domingo à noite, no início da greve de quatro dias.
14.3.2014

«Não há qualquer razão de interesse público que justifique esta opção», refere a Comissão Sindical, num... comunicado aos trabalhadores e à população, afirmando que a única intenção é entregar à iniciativa privada importantes activos do Estado, que são fontes líquidas de receita.

Mas tal decisão ameaça colocar quase duas dezenas de autarquias na dependência de multinacionais, só para que estas se apossem de um sector altamente rentável, e fundamental para a vida e o bem-estar das populações.

Quem perde, com este negócio ruinoso, são os trabalhadores e as populações:

- os trabalhadores, porque os seus postos de trabalho e os seus direitos poderão estar em causa;

- as populações, porque passariam a ter este serviço prestado por uma empresa gerida pelo sector privado, que visa atingir o lucro fácil, através do aumento das taxas suportadas pelos munícipes.

Por tudo isto e contra os cortes e congelamento dos salários, pelo cumprimento do Acordo de Empresa, constantemente violado, os trabalhadores decidiram fazer greve nos dias 17, 18, 19 e 20 de Março.
 
É com a CGTP-IN que os trabalhadores e população em geral podem contar para a defesa dos seus interesses. Por mais e melhores serviços públicos de qualidade.