Propostas Programa Eleitoral CDU Campo Maior

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

PS chumba propostas para o Distrito de Portalegre


As propostas de investimento para o Distrito de Portalegre apresentadas pelo PCP foram, na sua totalidade, chumbadas com os votos contra do PS e as abstenções de PSD e CDS.


O Grupo Parlamentar do PCP apresentou um conjunto de propostas de investimento, identificando 29 projectos concretos a considerar no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).
As propostas do PCP incidiam sob projectos essenciais para as populações e para o desenvolvimento do Distrito de Portalegre, como a construção e modernização de Serviços de Saúde, Segurança e Protecção Civil, a construção de Lares de Idosos e Equipamentos de apoio à 3.ª Idade, a construção e reparação de estradas, a requalificação urbana ou a construção de equipamentos colectivos, desportivos e culturais.

Com o voto contra do PS, e a abstenção do PSD e CDS/PP, inviabilizou-se a inscrição destes projectos no Orçamento de Estado 2010, impedindo que as populações do Distrito de Portalegre vejam resolvidos muitos dos problemas com que se confrontam diariamente e que fazem do nosso Distrito um dos piores nos indicadores económicos e sociais.

É caso para perguntar, o que fazem os deputados (um do PS e outro do PSD) eleitos pelo circulo Eleitoral de Portalegre na Assembleia da República, em prol do desenvolvimento do seu Distrito?

No PIDDAC para 2010, apesar dos mecanismos propositadamente criados pelo Governo para esconder a redução do investimento público, a dimensão desse corte é indisfarçável. O investimento público proposto para 2010 é cerca de 40% do previsto em 2005, sofrendo um corte de 24,4% em relação a 2009, no distrito de Portalegre o investimento público representa apenas 0,1%. do total nacional, é de registar ainda que, 7 dos 15 concelhos do distrito (Arronches, Campo Maior, Crato, Fronteira, Marvão, Ponte de Sor e Sousel) não têm inscrita qualquer verba no PIDDAC para 2010.

O Orçamento de Estado complementado por outros instrumentos de reestrinção económica e orçamental de que se destacam a Lei de Finanças Locais e o PEC – Programa de Estabilidade e Crescimento, recentemente apresentado pelo governo PS não é um programa de estabilidade e crescimento, é isso sim, um programa de instabilidade, de retrocesso e declínio económico.

A Lei de Finanças Locais é verdadeiramente penalizadora para o Distrito de Portalegre, em que 3 dos 15 Municipios e 37 das 86 Freguesias vêem reduzidas as verbas transferidas pela Administração Central.

O PEC constitui uma repetição das velhas e agora agravadas receitas, medidas e orientações que tantos sacrifícios desigualdades e injustiças têm imposto à maioria do povo português e vai continuar a penalizar os mesmos de sempre, com cortes nos salários e aumento da idade da reforma aos trabalhadores da Administração Pública e subsequentes efeitos no sector privado, cortes nas prestações sociais, corte nos investimentos públicos, privatizações de dezenas de empresas estratégicas para a economia nacional, diminuição das deduções à colecta de IRS. Governo PS, com o apoio de PSD e CDS, prepara-se para aprovar um novo PEC.

O Governo justifica estas medidas com a crise e o défice, mas a verdade, é que mais uma vez, apenas vão ser exigidos sacrifícios aos trabalhadores e ao Povo, deixando de fora os lucros e privilégios dos grupos económicos. Este PEC e este Orçamento de Estado é sobretudo uma opção pelos mais ricos e poderosos contra os trabalhadores, o povo e o País.

Ao contrário do que dizem PS, PSD e CDS/PP, este caminho não é inevitável, rejeitamos veementemente este orçamento e este PEC, o PCP não prescinde de avançar com medidas que, inseridas num projecto de ruptura com a política de direita e mudança na vida nacional contribuam para a defesa do emprego, o desenvolvimento da produção nacional, e combate às injustiças sociais, a afirmação da nossa soberania.

O PCP reafirma a sua determinação em lutar ao lado das populações por uma política alternativa e de esquerda que garanta a melhoria das condições de vida, o combate às desigualdades e o desenvolvimento do Distrito.

Só com a continuação da luta se porá fim a estas opções políticas e se retomará os caminhos de Abril. Portalegre, 22 de Março de 2010

O Secretariado da DORPOR do PCP

quarta-feira, 31 de março de 2010

Adere à Juventude Comunista Portuguesa


Fundada a 10 de Novembro de 1979 (pela unificação da União de Estudantes Comunistas e a União da Juventude Comunista) a Juventude Comunista Portuguesa assume-se, pelos seus objectivos, propostas e acção transformadora, como a organização revolucionária da juventude.

A JCP portadora das tradições revolucionárias e da heróica história de luta de gerações e gerações de jovens comunistas, contra o fascismo, contra o imperialismo e mais tarde pela revolução de Abril, orienta a sua acção tendo como base teórica o marxismo-leninismo, concepção materialista e dialéctica do mundo.

A JCP orienta os seus membros e a sua actividade no espírito do internacionalismo proletário, da cooperação entre as organizações de jovens comunistas e entre as forças juvenis revolucionárias e progressistas, da solidariedade para com os trabalhadores e a juventude dos outros países e para com os povos em luta contra a exploração e a opressão política, social, contra o imperialismo, o colonialismo e o neocolonialismo, o racismo, a xenofobia e o fascismo - pela liberdade, a democracia, o progresso social, a independência nacional, a paz e o socialismo.

Na JCP, os jovens trabalham e lutam ao lado do povo português, ao lado da classe operária e de todos os trabalhadores, com o Partido Comunista Português, formando-se, no espírito de dedicação ao povo e ao país e contribuindo para a construção de uma democracia avançada em Portugal e por uma nova sociedade

Construir com o povo, onde não haja lugar à exploração do Homem pelo Homem, onde seja possível a plena concretização dos direitos e aspirações juvenis e em que a vida tenha os mais vastos horizontes de realização individual e colectiva - o Socialismo e o Comunismo.

(Definição da JCP retirada do site oficial)

Junta-te ao milhares de jovens que compõem a JCP. E desta forma participam na mudança da sociedade. Mais justa para todos e em especial para os mais desfavorecidos.

VIVEMOS A TRANFORMAR A VIDA!

Todas as informações em: www.jcp-pt.org ou www.portalegre.pcp.pt ou pcpcampomaior@gmail.com

Saudações revolucionárias

quarta-feira, 17 de março de 2010

Limpar Portugal, Limpar Campo Maior




Vai decorrer em todo os país a operação " Limpar Portugal" e Campo Maior não podia deixar de estar representado nesta belíssima demonstração de cidadania e ecologia.

Actualmente esta acção conta já com 44207 menbros inscritos e o nosso concelho com cerca de 12 seguidores na página oficial.

Conta com todo o apoio das mais altas instituições da Vila. Como a autarquia, o Centro Educativo Alice Nabeiro, o GEDA, A Delta Cafés, Grupo Motard de Campo Maior Apoiados também pelo SEPNA e a participação de mergulhadores.

Segundo informações, a centena de participantes era o número desejado. Mas quantos mais, melhor.

Os contactos estão todos na página oficial. Podem também contactar os organizadores e as entidades oficiais para qualquer esclarecimento.

Fica aqui o nosso apelo para a participação geral.

Saudações ecológicas.

terça-feira, 2 de março de 2010

JANTAR DO 89º ANIVERSÁRIO DO PCP NA CURPI


Vai realizar-se dia 13 de Março (Sábado) pelas 20:00 no salão da CURPI o jantar comemorativo da fundação do partido. Com a presença da camarada Luisa Araujo do secretariado do Comité Central. O jantar tem o valor de 10,00€

À semelhança do que se vai realizar um pouco por todo o país. Em especial na Aula Magna da Universidae de Lisboa (dia 6 de Março), com a presença do Secretário Geral do Partido, Jerónimo de Sousa.

Contamos com a tua presença.

Inscreve-te e participa através do blog, no nossso endereço electrónico: cducampomaior@gmail.com, nas instalações da CURPI ou contactado os camaradas António João Gonçalves, João José Pinheiro bem como o responsável da concelhia camarada João Fernando.

Saudações Democráticas

segunda-feira, 1 de março de 2010

Reunião de Assembleia Municipal de 25 de Fevereiro


Dia 25 de Fevereiro realizou-se mais uma sessão ordinária da assembleia municipal de Campo Maior .

Onde entre outros assuntos se debateu o aumento do valor das tarifas da água.
O mesmo foi proposto a votação pela empresa (Aqualia) Aquamaior, s.a. Já estava previsto na concessão que o anterior executivo entregou por longo período. Mas que por lei obriga a ir a assembleia mucipal.

O deputado eleito pela CDU votou contra o mesmo aumento. Apresentando a seguinte declaração de voto:

“Quando a Câmara Municipal de Campo Maior decidiu, no mandato anterior, entregar a exloração do abastecimento de agua à populaçao do nosso concelho a uma empresa privada, desde logo os eleitos da CDU se manifestaram contra essa medida, por a considerarem lesiva dos interresses dos campomaiorenses, tendo por isso votado contra essa proposta.
Assim e na mesma linha de coerência em relação à posição anteriormente assumida e também por uma questâo de princípios, votamos contra a propopsta da empresa Aquamaior, s.a. e aceite pelo município de Campo Maior, do aumento do tarifario da agua, e dos serviços prestados a nossa populaçao por essa empresa.

Campo Maior 25 de fevereiro de 2010, o deputado eleito pela CDU Antonio João Borrega Gonçalves”

O resultado da votação final foi de 8 votor a favor pelos eleitos do PS, 8 absteções pelo Movimento Independente a Nossa Terra Campo Maior e um voto contra da CDU.
Seguindo desta forma a mesma politica do anterior executivo. Que em tempos de crise mais agrava as dificuldades da população.

CDU Campo Maior

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Apresentação do livro "A Reforma Agrária é necessária"








Decorreu nas instalações da CURPI ontém sábado pelas 16:00 horas apresentação do livro “ A Reforma Agrária é necessária” do autor António Gervásio e editado pela Editorial Avante.

Na Apresentação desta obra literária participou também José Casanova (Director do Jornal Avante). Integrou a mesa juntamente com joão Pedro Caldeirão, João José Pinheiro e José Pingo.

Este magnífico livro visa fundamentelmente comemorar o 35º aniversário do início da Reforma Agrária. Momento ímpar da nossa história em que os proletários e os trabalhadores do Alentejo e Ribatejo se impuseram contra o regime fascista apoiado pelos grandes latifundiários que os exploravam. No qual substituiram o desmprego, a miséria e o trabalho sem qualquer tipo de condições ou garantias pela produção, pelo trabalho e pelo pão. Assente como referência fundamental “ Aterra a quem a trabalha”.

Foram inúmeras as perseguições, as prisões, as torturas, os espancamentos e até a morte. Que entre muitos casos se destaca o brutal assassinato de Catrina Eufémia em Balizão (Beja) que foi morta pelo Tenente Carrajola da Guarada Nacional Republicana. Com três tiros à queima roupa no momento em que esta segurava ao colo um dos seus três filho de 8 meses e estando grávida de outro. Ao tentar pedir trabalho e pão.

A Reforma Agrária fou um êxito. Que pode ser comprovado pelo aumento das áreas cultivadas. As memdidas tomadas pelas cooperativas fizeram com que fosse melhorada a vida dos trabalhadores. Estabeleceram salários fixos e justos. Diminuindo desta forma a diferença do salário entre homens e mulheres. Criaram também inúmeras infra-estruturas de caracter social tais como: postos médicos, creches, jardins de infância e centros de dia. Tudo isto graças à extinção de exploradores e explorados. Algumas destas instalações ainda funcionam como é o caso da Casa do Povo de Campo Maior. Outras forma simplesmente destruidas pelas sucessivas medidas governamentais.

Desde sempre as mais diversas forças reaccionárias tentaram difamar e caluniar todo este movimento expontâneo do povo trabalhador agrícola. Até mesmo dentro do próprio estado. Esta ofendiva continuou com o governo do PS/Mário Soares (aquele que foi o maior atacante das classes operárias e mais desfavorecidas por gente dita de esquerda). Ao qual foi dada continuidade por todos os sucessivos governos do PS/CDS, PPD/CDS, PS/PPD, e PPD sozinho. Causando a restauração do capitalismo monopolista.

Todas estas ofensivas conseguiram destruir a Reforma Agrária e restaurar como no tempo da ditadura o grande latifúndio. Onde imperam os senhores das terras das quais recebem enormes quantias de dinheiro provenientes de verbas europeias para não produzirem rigorosamente nada! Criando a necessidade de importação da quase totalidade de bens agrícolas que anteriormente eram produzidos no nosso país.
Esta tese voltou a ser defendida pelo Secretário Geral do PCP Jerónimo de Sousa. Reforçando que está mais actual que nunca.

Todos estes temas foram abordados pelos diversos interveientes da mesa.

“A mais bela conquista da Revolução” Como muito bem ficou definida pelo camarada Álvaro Cunhal.

No final das intervenções o autor rubricou e fez dedicatórias à maioria das obras vendidas no local. Dando de seguida uma entrevista para a rádio local.








terça-feira, 5 de janeiro de 2010

COMUNICADO: ASSUMIMOS E CUMPRIMOS O QUE ASSUMIMOS

A comissão concelhia do Partido Comunista Português, reuniu no dia 29/10/2009 para analisar o comportamento de muitos dos assistentes à tomada de posse da Assembleia Municipal em relação ao membro eleito da CDU, repetimos, eleito nas listas da CDU.

Nas últimas eleições para as Autarquias o candidato da CDU não votou nos chamados independentes nem votou nos candidatos do Partido Socialista, não se bateu por lugares, não se ofereceu, não procurou tacho, não se vendeu, não mentiu, não enganou nada nem ninguém.

Na Eleição da Mesa da Assembleia, para que fique bem claro ao bloguista do anonimato, a democratas de ocasião, socialistas ou independentes por oportunismo, o eleito da CDU votou no candidatos do PS à Mesa da Assembleia, como decisão da Comissão de Concelhia do PCP realizada em 19/10/2009, e votou PS porque essa era de todas as formas a que melhor servia a população de Campo Maior.

A votação foi de 9 para os chamados independentes (?), 8 para o Partido Socialista e um voto em branco, e este resultao vai trazer problemas e desconfianças, mas pode a população ter a certeza que não foi o celeito da CDU, António João Gonçalves a votar em branco.

Sendo o voto secreto, nós comunistas assumimos e cumpimos o que asumimos, somos responsáveis da orientação que defendemos, do caminho que escolhemos, das analises críticas e autocríticas que fazemos.

A unidade é um trabalho de todos e é bom para o concelho, mas porque tmos dignidade não permitiremos que o eleito da Assembleia Municipal, nosso camarada António João Gonçalves seja tratado por alguns que não sabem, não respeitam e não praticam a democracia, alguns que mudam de opinião como as suas conveniências, gente que os princípios e os valores não contam para atingr os seus fins.

Existe um voto em branco tem de ser pocurado ness saco de gatos que é o Partido Socialista e os chamados independentes, todos eles da área do Partido Socialista.

A Comissão de Concelhia do Partido Comunista Português reafirma a sua total confiança no militante António João Gonçalves e reafirma que quando for necessário votar de braço no ar votará sempre mas sempre do lado que melhor sirva os interesse legítimos da população e do oncelho. Venha a proposta de quem vier, e se tiver que votar contra , votará.

Porque não estamos dispostos a que o funcionamento da Assembleia seja uma coutada de quem ganhou ou de quem a queria ganhar.

Fazemos parte de um partido com hisória, história que nos orgulhamos, temso valores e princípios, defendemos a liberdade e por ela lutamos e lutaremos.

Os trabalhadores, os democratas, a população do nosso concelho pdem, nos bons e nos maus momentos contar com os comunistas.

Campo maior, 30 de Outubro de 2009