Propostas Programa Eleitoral CDU Campo Maior

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quarta-feira, 25 de julho de 2018

CDU VOTA CONTRA AUMENTO DOS PREÇOS DA RAYA JOVEM


Declaração de voto do vereador Paulo Almeida, eleito da CDU na Câmara Municipal de Campo Maior, relativo ao aumento do preço dos bilhetes para a Raya Jovem Summer Fest.

Pois “a proposta apresentada representa um aumento de quase 60% no preço das entradas em relação ao valor cobrado na edição anterior, este acréscimo não se reflete proporcionalmente num aumento do valor investido no evento, no número de dias, concertos ou numa diversificação do tipo de oferta cultural.

(...)

Posto isto, o vereador da CDU acredita que o interesse da autarquia é promover a inclusão é um acesso igualitário de todos os munícipes à cultura e que estás assimetrias serão corrigidas permitindo também aos jovens campomaiorenses um acesso gratuito a este evento a si dirigido.”

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Nelson Mandela nasceu há 100 anos

Assinala-se amanhã, dia 18, o centenário do nascimento de Nelson Mandela, dirigente histórico do ANC e da luta contra o apartheid na África do Sul.


Nelson Mandela e Graça Machel, numa fotografia de 30 de Janeiro de 1996. CréditosEPA/Nic Bothma / LUSA


Nelson Mandela envolveu-se desde cedo na luta contra o regime de apartheid que vigorava na África do Sul, tendo aderido em 1942 ao Congresso Nacional Africano (ANC).

Em 1944, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, fundou a Liga Juvenil do ANC e em 1960, na sequência do massacre de Sharpeville, em que a polícia sul-africana assassinou 69 manifestantes anti-apartheid e feriu 180, Nelson Mandela passou a liderar a luta armada conduzida pelo ANC.

Em Agosto de 1962, numa operação conjugada entre a CIA e a polícia sul-africana, Nelson Mandela foi preso e viria a ser condenado a prisão perpétua, sob a acusação da prática de actos de terrorismo, passando 28 anos nos cárceres do apartheid.

Em Fevereiro de 1985 foi-lhe negada a liberdade condicional por se recusar a renegar a luta armada do seu povo, acabando por ser libertado em Fevereiro de 1990, na sequência da intensa luta do povo sul-africano e de uma forte campanha de solidariedade mundial pela sua libertação.

A partir de então, Nelson Mandela passou a liderar o processo político que conduziria ao fim do regime de apartheid e, em Maio de 1994, nas primeiras eleições livres e justas da África do Sul, seria eleito Presidente da República, cargo que exerceu até 1999.

Nelson Mandela, apesar de no início deste século ainda permanecer integrado na lista das personalidades consideradas terroristas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos da América, tornou-se uma das figuras mais respeitadas em todo o mundo, pela sua integridade política e moral, pelo seu exemplo universal de coragem e empenho em defesa da Liberdade, da Justiça e da Igualdade entre os seres humanos.

Abril Abril, 17 DE JULHO DE 2018

sábado, 14 de julho de 2018

Portalegre: faltam 150 enfermeiros mas Governo só autoriza seis

Apesar de estar assinalada a necessidade de mais 150 enfermeiros na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, o Ministério da Saúde apenas autorizou a contração de seis, num concurso com 25 vagas.

A contratação de seis enfermeiros por tempo indeterminado para a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) foi anunciada esta semana, no seguimento do concurso público com 25 vagas, aberto em Novembro de 2017.

Porém, nove meses depois, o Ministério da Saúde, com o aval das Finanças, só autorizou a contratação de seis enfermeiros, entre os 25 previstos no concurso, para integrarem os serviços do Norte Alentejano. O número está muito aquém dos 150 que são necessários e que estão assinalados na Norma para o cálculo de Dotações Seguras dos Cuidados de Enfermagem.

Em reacção, em declarações à Rádio Portalegre, Celso Silva do Sindicato dos Enfermeros Portugueses (SEP) lamentou o número reduzido de profissionais indicado pelo Ministério da Saúde, assinalando que «não resolvem nem de perto, nem de longe» os problemas causados pela grave carência de pessoal, mas também criticou o conselho de administração da ULSNA por «não ter desenvolvido todos os esforços necessários».

Em nota de imprensa, o PCP também considerou ser «inadmissível» a opção do Governo, «num quadro de grave carência de enfermeiros», sobretudo sabendo que são necessários 150 e tendo 25 enfermeiros escolhidos por um júri num concurso concluído.

«Quando existe o risco real de vários serviços poderem entrar em ruptura, esta decisão absurda só pode ser entendida como provocação aos doentes, aos profissionais de saúde e ao Norte Alentejano», acrescentam os comunistas, que por sua vez exigem do Governo « a rápida reparação da situação e, no mínimo, a contratação dos 25 enfermeiros que integram o concurso já concluído».

Nos últimos meses, os enfermeiros têm denunciado intensamente a falta crónica de pessoal nos diversos serviços de Saúde por todo o País, não sendo única esta situação expressa no Norte Alentejano.

12 DE JULHO DE 2018, Abril Abril