A 9 de Maio de 1945, o Exército Vermelho decretava o "Dia da Vitória"

domingo, 30 de maio de 2010

“OS VERDES” DESLOCAM-SE A MONFORTE, PORTALEGRE

Partido Ecologista "Os Verdes"


Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, composta pela Deputada Heloísa Apolónia e pelo dirigente nacional Joaquim Correia, desloca-se na próxima segunda-feira, dia 31 de Maio, a Portalegre, com o objectivo de abordar a problemática do amianto nos estabelecimentos de ensino.

Esta deslocação parte de denúncias concretas que o Grupo Parlamentar “Os Verdes” recebeu por parte de um grupo de professores de Portalegre, reconhecendo a intervenção contínua que o PEV tem feito na Assembleia da República a propósito deste grave problema de saúde pública.

A delegação do PEV visitará o Agrupamento de Escolas de Monforte e reunirá com a delegação de Portalegre do Sindicato dos Professores da Zona Sul.

No final da deslocação, “Os Verdes” farão declarações à imprensa para dar conhecimento dos resultados da iniciativa.

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Amianto em edifícios escolares
Segunda-feira - 31 de Maio – 15.30h
Esplanada Coffe Company
(Av. Das Descobertas, 16F, Portalegre)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Manif da CGTP-IN dia 29 de Maio - lisboa



O Partido Comunista portugues apela e apoia a Grande Manifestação Nacional que se vai realizar em Lisboa dia 29 de Maio em Lisboa pelas 15:00 com partida no Marquês de Pombal.

Organizada pela maior central sindical do país a CGTP-IN conta com o apoio do PCP.


A Comissão Concelhia de Campo Maior do Partido Comunista Portugês estrá presente e conta com transporte para todos os interessados. Basta para tal que confirmem a sua presença atravéz de contacto com os mebros da Comissão de Concelhia ou pela opção de uma lista que está presente na C.U.R.P.I. em Campo Maior.

Coma luta dos trabalhadores, jovens reformados pensionistas, desempregados e de todo o povo portugês em geral é possívem travar esta política de direita. E concretizar uma política de esquerda, de modo a criar um país maus justo e fraterno para todos como o PCP propõe.

Contamos com o teu apoio. Divulga e participa nesta grande manifestação de liberdade.

Não podemos ser sempre os mesmos a pagar a crise! É tempo de dizer basta!!

Quem lucrou que pague a crise. Não o povo portugês que tenta sobreviver. Com ordenados e pensões de miséria.

domingo, 23 de maio de 2010

Esclarecimento à população "Não ao Roubo nos Salários"

Membros da Comissão Concelhia do Partido Comunista Português participaram na sessão de esclarecimento "Não ao Roubo nos Salários" que decorreu dia 20 a nível nacinal. Decidida em reunião extra-ordinária do Comité Central realizada no passado dia 17 em resposta a mais um ataque aos direitos dos trabalhadores portugueses e das classes mais desfavorecidas.

Levada a cabo pelo governo do Partido Socialista com o apoio do PPD/PSD demosntrado pelo actual líder Pedro Passos Coelho. Que em reunião de chefes dos respectivo partidos decidiram mais uma vez tirar a quem menos tem e deixar de lado as grandes fortunas e capitalistas que muito tem lucrado com esta e as anteriores crises em que nos colocaram.

A ação constou de colagem de cartazes e distribuição de panfletos informativos "Não ao Roubo nos Salários". Distribuição que foi feita à porta de algumas das empresas locais (à entrada e saída dos respectivos funciónários) e à população em geral. Esta acção foi bem recebida pela população em geral que não só recebeu os folhetos informativos como debateu com os membros da concelhia a situação actual do país. Onde foi também desmistificada a teoria dos governates que a crise está a ser paga igualmento por todos os portugueses. O que obviamente não corresponde à verdade.

Entre as múltiplas acções de esclarecimento realizadas por todo o país destacou-se o grande comício realizado na Voz do Operário em Lisboa onde a casa cheia demosntrou bem o apoio da população às ideias apresentadas pelo PCP na defesa doa trabalhadores e dos mais desfavorecidos.

Da reunião do CC do PCP ficou decidido também a apresentação de uma moção de censura, sexta-feira na assembleia da República, ao governo e o apelo à participação na grande manisfestação do dia 29 de Maio organizada pela CGTP-IN. Em Lisboa.

O Partido Comunista Portugês em Campo Maior tem tido sempre um papel presente junto da população Campomaiorense. Como o demonstrou, entre muitas outras, esta e a a anterior sessão de esclarecimento que visava sobretudo ilucidar as populações mais velhas, os reformados e pensionistas para o corte nas pensões proposto pelo PEC. A anterior sessão foi realizada com a deslocação dos membros da Comissão Concelhia do PCP de Campo Maior e da DORPOR à CURPI, Centro Comunitário e Jardim municipal.

A Comissão Concelhia do Partido Comunista Portugês de Campo Maior

sexta-feira, 21 de maio de 2010

9º Congresso JCP - Com a Luta da Juventude Construir o Futuro


O 9° Congresso da JCP está a horas de começar. Dos Açores ao Algarve, todas as Organizações Regionais fazem as últimas confirmações e preparam-se para se porem a caminho.

Em Lisboa, dão-se os últimos toques na implantação do congresso. Vamos ter um grande congresso, combativo e de luta, com muita cor e alegria!


É já este fim de semana dias 22 e 23 de Maio.


Informações úteis:

Local: Pavilhão do Complexo Municipal Casal Vistoso – Rua João Silva, Areeiro, Lisboa

Como chegar:
Metro: Linha verde; estação Areeiro
Autocarros Carris números: 10, 17, 20, 22, 35, 40, 67, 103
Comboio: Estação Roma/Areeiro

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Derrotar a nova ofensiva contra direitos e roubo aos salários


Jerónimo de Sousa acusou o PS e o PSD de se prepararem para dar mais um passo numa ofensiva sem precedentes. O ataque ao subsídio de Natal seria um roubo aos trabalhadores portugueses e um acto violento de espoliação dos rendimentos do trabalho e dos pensionistas para encher os cofres do capital financeiro.

PS e PSD, pela mão dos seus principais responsáveis, preparam-se para dar mais um passo numa ofensiva sem precedentes que, a pretexto da crise mas de facto em nome dos interesses dos especuladores e do grande capital, dirigem contra os trabalhadores, o povo e o país para favorecer a exploração e promover mais injustiças e desigualdades.

Assumidos defensores do capitalismo e da sua natureza exploradora, especulativa e predadora, não satisfeitos com os sacrifícios já previstos pelo Programa de Estabilidade e Crescimento, PS e PSD, renegando compromissos, conspiram em conjunto para dar novos e mais graves passos no ataque a direitos, no assalto aos salários e rendimentos de trabalho e numa confessada desistência do País capitulando perante os interesses – que manifestamente partilham e foram encarregados de defender – do capital financeiro e dos grupos económicos.

Nestes dias, invocando o combate ao défice, o Governo PS e o PSD aceleram a política de desastre nacional, de agravamento da exploração e das injustiças sociais.

O PCP rejeita e condena o ataque em curso ao subsídio de Natal, aos salários e pensões, ao subsídio de desemprego – reduzindo a protecção social, estimulando os despedimentos e favorecendo a redução dos salários - assim como o anunciado aumento do IVA, que penaliza sobretudo a população de menores rendimentos e o corte do investimento público, comprometendo o desenvolvimento, o crescimento económico e a criação de emprego.

O ataque ao subsídio de Natal seria um roubo aos trabalhadores portugueses e um acto violento de espoliação dos rendimentos do trabalho e dos pensionistas para encher os cofres do capital financeiro. Um roubo ainda mais chocante quando ainda recentemente foram canalizados mais de 4 mil milhões de euros de recursos públicos para o escândalo do BPN e quando, no momento em que estes sacrifícios estão a ser impostos, os principais bancos estão a lucrar mais de 5 milhões de euros por dia. Tal decisão privaria milhões de portugueses de verbas essenciais para a sua subsistência e o cumprimento dos seus compromissos e constituiria mais um rude golpe em milhares de pequenas e médias empresas, um passo mais para o declínio económico e o aumento do desemprego.

O eminente aumento do IVA, com que PS e PSD pretendem penalizar a população, insistindo no agravamento de um imposto cego sobre o consumo constitui um novo e mais rude golpe no poder de compra e um factor de penalização da actividade económica, da capacidade de concorrência e da apregoada competitividade de sectores e empresas nacionais. Aliás, não se pode deixar de recordar que, em nome do défice primeiro, da crise depois e agora de novo em nome do défice, o IVA passou nos últimos anos de 17 para 21%, preparando-se PS e PSD para o fixar acima desse valor.

Com esta política o futuro do País está em perigo. Estas medidas agravam a exploração, empobrecem os trabalhadores e o povo português, enriquecem ainda mais os grupos económicos e financeiros, os seus accionistas e gestores, favorecem a especulação, agravam a dependência externa e destroem capacidade produtiva, contribuindo para o afundamento económico do País.

O PCP rejeita este caminho de desastre e tudo fará para o combater.

O PCP apela aos trabalhadores e ao povo português para que façam ouvir a sua voz, para que façam sentir a sua força. É hora de dizer basta. O PCP apela à intensificação do protesto e da luta e a uma massiva participação na grande manifestação nacional convocada pela CGTP-IN para o próximo dia 29 de Maio em Lisboa.

Entre outras medidas, o caminho que o PCP propõe é outro: investimento, em particular investimento público, para o desenvolvimento económico, o aumento da produção nacional e a criação de emprego; aumento dos salários, que são dos mais baixos da Europa e também das pensões e reformas; reforço e alargamento das prestações sociais como é o caso do subsídio de desemprego; imposição à banca de uma taxa de pelo menos 25% de IRC sobre os seus lucros ; aplicação de imposto sobre transacções na bolsa, incluindo sobre os ganhos bolsistas que PS, PSD e CDS deixaram de fora nesta última alteração; a aplicação de uma taxa extraordinária de IRC a empresas com lucros superiores a 50 milhões de euros.

O PS, o PSD e o CDS, os grupos económicos e financeiros, responsáveis pela situação a que o País chegou, insistem na continuação e querem acelerar a política de desastre nacional. É preciso e é possível travar esta política. Com a luta dos trabalhadores e do Povo português é possível impor uma ruptura com a política de direita e concretizar uma política patriótica e de esquerda, para um país justo e desenvolvido como o PCP propõe.

Conferência de Imprensa, Jerónimo de Sousa, Secrtetário-geral do PCP

domingo, 2 de maio de 2010

Comemoração do 120º aniversário do 1º de Maio




Pela primeira vez à 120 anos tinha lugar a grande acção internacional da classe operária contra a opressão e exploração. Com a criação da jornada de trabalho de 8 horas.


Foi Carl Marx quem explicou pela primeira vez a importância da redução do horário na luta contra a exploração capitalista. Teve igualmente o mérito de ter defendido esta medida na I Internacional em 1866 conhecida como a Associação Internacional dos Trabalhadores.

Foi com uma luta intensa e inúmeros sacrifícios que os trabalhadores conseguiram festejar o 1º de Maio como o dia do trabalhador. Contando com uma forte opressão do patronato e do poder político que tentava manter os níveis de exploração.

As transformações e realizações revolucionárias com a força do seu empenho permitiram às classes mais desfavorecidas de trabalhadores grandes conquistas sociais. Que as classes dominadoras julgavam não ser possível. Daí resultou a construção do denominado estado social.
Foi no grandioso 1º de maio de 1974 que esta data teve uma demonstração das massas que até então não sido vista. Com a queda do regime fascista de carácter monopolista. O país teve uma série de transformações político sociais que desde então tem influenciado a nossa sociedade. sendo fundamentais no seu progresso. Até aos dias de hoje. Na construção da nossa democracia.

O P.C.P. tem um papel fundamental na organização desta data como referência para todos os trabalhadores. Bem como em todas as conquistas que resultaram das suas reinvidicações em defesa de uma melhor qualidade de vida. Em 1962 mobilizou dezenas de milhares de trabalhadores em todo o país colocando um fim no horário de trabalho que até então era de sol a sol e conquistou a jornada de trabalho de 8 horas nos campo. Feito que parecia impossível aos olhos da ditadura. Mas que que com o trabalho esforço e dedicação dos militantes apoiantes e simpatizantes do Partido Comunista Português se tornou uma realidade.

Desde há quarenta anos que tudo se modificou a favor do grande capital. Que em resposta à sua grande crise decidiram recuperar tudo o que o que lhes tinha sido retirado para distribuir pelas classes mais desfavorecidas. Numa luta desigual. Criou como consequências uma grande escalada na perda de direitos e qualidade social que fora anteriormente conquistada com muito trabalho e sacrifício. Esta ofensiva só não teve consequências maiores devido à luta organizada dos povos e trabalhadores na defesa dos seus direitos e regalias.

Mas que mesmo assim se traduz num enorme fosso entre os que tem tudo e os que não tem nada! é este o chamado "Estado Socialista" que tinha sido prometido à data. Que não passa de mais uma manobra capitalista disfarçada de esquerda que vai permitindo que cerca de 2 milhões de pobres continuem a tentar SOBREVIVER neste pais onde cerca de 20% detêm 80% da riqueza nacional. É claro que todo este "maravilhoso trabalho" também se deve ao PSD e CDS que partilharam os sucessivos governos que alternadamente vão trocando do desorientação política.

O enorme desemprego, o trabalho cada vez mais precário e sem o pagamento justo pelos trabalhos efectuados. O fraco acesso ao serviço nacional de saúde, ploriferando cada vez mais as companhias privadas, como numa fingida substituição do estado. Onde tem acesso que tem dinheiro ou está protegido pelo sistema. As privatizações do que é de todos para passar a ser de poucos. O total descrédito na justiça como forma de afastar as populações indefesas dos seus direitos, com a sua morosidade e elevados custos.

São tudo consequências dos vários governos que nos tem "desgovernado" ao longo dos últimos anos.

Por toda uma ruptura necessária contra o seguimento destas políticas. E a criação de uma nova ordem de valores e ideais. O 1º de Maio está cada vez mais presente nos nossos dias. E será sempre celebrado e festejado pelo PCP como partido de esquerda que olha pelos trabalhadores e classes mais desfavorecidas com o já o demonstrou em diversas ocasiões.

A Comissão concelhia de Campo Maior do Partido Comunista Português esteve hoje presente no belíssimo desfile organizado pela CGTP-IN em Portalegre. que contou com a presença de centenas de trabalhadores de todo o distrito. Teve início no Largo Doutor Frederico Laranjo pelas 11:00 horas e terminou na Praça da República em frente ao Governo Civil de Portalegre. Onde o responsável pela estrutura sindical no distrito discursou. Fazendo referência aos temas referidos anteriormente.

Em Iisboa, na Alameda Afonso Henriques foi o culminar de uma enorme manifestação de trabalhadores de todo o país. Cerca de 90000 partiram do Martim Moniz até à Alameda. Onde o secretário geral da CGTP Carvalho da Silva discursou para a imensa massa presente. A marcha contou igualmente com a presença do Secretário Geral do PCP Jerónimo de Sousa. Entre outros dirigentes comunistas.

Carvalho da Silva anunciou uma grande manifestação para dia 29 de Maio em Lisboa. Fazendo o apelo a todos os trabalhadores do país na sua participação.

A Concelhia de Campo Maior do P.C.P. saúda todos os trabalhadores e apela à sindicalização como forma de defesa dos direitos dos trabalhadores contra a ofensiva que este governo com o apoio do Presidente da República está a fazer a todos os trabalhadores e classes mais desfavorecidas.

Todos os discursos e esclarecimentos estão presentes em http://www.pcp.pt/ e http://www.cgtp.pt/

A palavra de ordem do manifesto comunista está cada vez mais actual:

Proletários de todos os países, uni-vos

Viva ao 1º de Maio

Viva aos trabalhadores portugueses

Viva ao Partido Comunista Portugês