A 9 de Maio de 1945, o Exército Vermelho decretava o "Dia da Vitória"

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mensagem de Ano Novo de Jerónimo de Sousa

Mensagem de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do P.C.P.
 
Num momento em que o governo executa uma política destrutiva, de confisco de salários, reformas e pensões, de ataques a direitos fundamentais, Jerónimo de Sousa deixa na sua mensagem de Ano Novo, «uma palavra de confiança, de esperança, dessa esperança que não fica à espera, que ganha nova dimensão com a luta dos trabalhadores e do povo».
 
O Secretário-Geral do PCP destaca que em 2014 se assinala «o ano 40 da Revolução de Abril, desse Abril que se transformou no acto e no processo mais avançado da nossa história contemporânea», e reafirma o compromisso de que «o PCP, nas horas boas e nas horas más, estará do lado certo, do lado dos trabalhadores e do povo português».
 
Sábado 28 de Dezembro de 2013
 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

"Esta reforma do IRC não serve os interesses da economia nacional" (Acordada entre PS, PSD e CDS-PP)

 

 
Declaração de Paulo Sá, Deputado, Lisboa

"Esta reforma do IRC não serve os interesses da economia nacional"

Quinta 19 de Dezembro de 2013

Reagindo ao acordo entre os três partidos da troika interna, PSD/CDS/PS, Paulo Sá afirmou que este acordo não se traduz em vantagens para as pequenas e micro empresas, pois o que este sector precisa é a eliminação do valor do PEC e a redução do IVA da restauração. O PCP continua a rejeitar esta reforma do IRC porque não serve os interesses da economia nacional.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Posição do PCP Sobre as Provas de Acesso dos Professores

Caro Professor (a),
Vimos por este meio informá-lo que no âmbito da Apreciação Parlamentar ao Decreto-Lei da Prova de Ingresso (em anexo) que foi discutida no dia 5 de novembro, o PCP apresentou um Projeto de Resolução que cessava a vigência do Decreto-lei da Prova de Ingresso (intervenção da deputada Rita Rato) que foi chumbado pela maioria PSD/CDS.
Esta matéria é inseparável da ofensiva em curso do Governo PSD/CDS contra a Escola Pública de Qualidade para todos e do objetivo de despedimento de milhares de professores que tanta falta fazem no sistema público de ensino para que cumpra o seu papel de instrumento para a emancipação individual e coletiva, conforme consagrado na Constituição.
O anterior Governo PS criou a Prova de Ingresso na Carreira Docente, o atual Governo PSD/CDS pretende aplicá-la. Esta proposta sustenta-se numa ofensiva propagandística dirigida contra os professores como forma de degradar todo o Sistema Público de Ensino e de justificar a sua visão puramente economicista e privatizadora e representa a concretização de mais uma medida inaceitável de desvalorização e ataque aos professores contratados a termo na Escola Pública.
Agora como em 2007, o PCP reafirma a sua total oposição a qualquer prova de ingresso. Ao longo dos anos, o Partido Comunista Português tem apresentado sempre a solução viável e justa para a situação dos professores contratados: a abertura de vagas a concurso nacional por lista graduada em função de todas as necessidades manifestadas pelas escolas para horários completos que se verifiquem durante três anos consecutivos.
Da parte do PCP pode continuar com todo o empenho na defesa da valorização da profissão docente e da Escola Pública de Qualidade para Todos.
Com os melhores cumprimentos
Pedro Ramos
Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP
 
Lisboa, 9 de dezembro de 2013

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Plano do PS de 2011 previa privatização dos estaleiros (Esteleiros Navais de Viana do Castelo)

Manter a construção naval em Viana na esfera pública ou privada é uma das linhas que separam o Governo da oposição, mas o plano de refundação dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) aprovado pelo Executivo PS, em 2011, incluía a sua privatização.
A decisão tomada nas vésperas de o atual Governo assumir funções assentava no estudo da empresa A. T. Kearney (ATK), a que o DN teve acesso, que fazia o diagnóstico dos ENVC e admitia três cenários futuros: manter o statu quo, encerrá-la ou refundá-la
O cenário da refundação era o único, segundo a consultora, que iria "permitir gerar resultados para fazer face ao serviço da dívida das instituições financeiras, manter 340 postos de trabalho e 200 subcontratados e recuperar o investimento do acionista (cem milhões de euros) através da privatização."
O "Projeto Icebreaker" da ATK foi entregue em fevereiro de 2011, dois anos após as Finanças afirmarem que se assistia na empresa "à contínua ausência de estudos específicos, internos ou de entidades externas, no âmbito, nomeadamente, da eventual necessidade de reestruturação a ser desenvolvida na área dos recursos humanos dos ENVC."
 
Diário de Notícias, 7 de Dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

PCP expressa o seu profundo pesar pelo falecimento de Nelson Mandela

 
 
O Partido Comunista Português expressa o seu profundo pesar pelo falecimento de Nelson Mandela e transmite ao povo sul-africano e às forças progressistas e revolucionárias da África do Sul as suas mais sentidas condolências e a solidariedade dos comunistas portugueses perante a dolorosa perda do dirigente histórico da luta do povo sul-africano contra o apartheid e pela conquista da liberdade, democracia e progresso social.
 
Nelson Mandela desde muito cedo se identificou com as aspirações de liberdade e justiça do seu povo, dedicando a sua vida à luta contra o regime explorador e opressor do apartheid na África do Sul. Participou desde 1942 no Congresso Nacional Africano, e foi fundador, em 1944, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, da sua Liga Juvenil. Na sequência do massacre de Sharpeville, perpetrado pela polícia sul-africana, e da ilegalização do ANC, em 1960, Nelson Mandela conduziu a luta armada do ANC contra o apartheid.
 
Em 1962, Nelson Mandela foi preso, vindo a ser condenado a prisão perpétua. Em 1985 foi-lhe negada a liberdade condicional por se recusar a renegar a luta armada do seu povo contra o apartheid. Após 28 anos na prisão, em 1990, culminando a heroica luta do povo sul-africano e uma campanha de solidariedade e de exigência da sua libertação desenvolvida ao nível mundial pelas forças progressistas, Nelson Mandela viria a ser libertado, tomando o seu lugar na direcção do processo que conduziria ao fim do hediondo regime de apartheid. Em 1991, seria eleito Presidente do ANC, substituindo Oliver Tambo, e em Maio de 1994 foi eleito Presidente da República da África do Sul, tendo exercido esta função até 1999.
 
Nelson Mandela permaneceu até 2008 integrado na lista das personalidades consideradas terroristas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos da América.
 
O falecimento de Nelson Mandela é uma enorme tristeza para todos aqueles que no Mundo consideram a sua vida um elevado exemplo de coragem, de dignidade e de total entrega à causa da liberdade, da justiça e do progresso social.
 
O PCP recorda que a Revolução portuguesa – a Revolução de Abril –, nos seus dois anos de existência, pondo fim ao regime fascista e colonialista português e solidária com a luta de libertação nacional dos povos africanos, contribuiu para o isolamento do apartheid e do colonialismo na África Austral e apoiou, com os Países da Linha da Frente, a luta do povo sul-africano pela liberdade.
O Partido Comunista Português reafirma a sua solidariedade de sempre ao Congresso Nacional Africano (ANC), ao Partido Comunista da Africa do Sul (SACP) e ao Congresso dos Sindicatos da Africa do Sul (COSATU) – forças da Aliança Tripartida –, com a confiança que através da sua unidade e determinação construirão os caminhos para a concretização do programa de profundas transformações que, dando solução aos complexos problemas com que se confronta a África do Sul, responda aos anseios do seu povo.
 
Nota do Secretariado do Comité Central do PCP
 
Quinta 5 de Dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Apesar da traição da FNE e da UGT, a luta contra a prova continua!

 
É com  a FENPROF que Pais, Professores, Alunos, e a Escola Pública podem contar!
 
Perante o anúncio de que a FNE e, segundo alguns órgãos de comunicação social, outros sindicatos da UGT teriam desconvocado a greve de 18 de dezembro contra a Prova de Acesso à Profissão, o Secretariado Nacional da FENPROF declara:
 
- mantêm-se todas as ações contra esta iníqua prova, incluindo a concentração em frente à Assembleia da República no dia 5 de dezembro e a Greve contra o serviço de vigilância à prova, de dia 18 de dezembro;
 
- o acordo palaciano feito entre UGT e PSD/CDS-PP/Governo corresponde à legitimação da Prova de Acesso à Profissão, o que os professores rejeitam.
 
Nesse sentido, a FENPROF informa que, mantendo-se a existência de uma prova aos docentes,
  • que foram sujeitos a avaliação académica e profissional, a qual lhes confere as condições exigidas para o exercício da profissão docente,
  • que passaram por um período probatório (já nas escolas),
  • que foram sujeitos a avaliação de desempenho obtendo sempre nota positiva (Bom, Muito Bom ou Excelente) sem a qual não poderiam candidatar-se a novo contrato,

MANTÉM OS SEUS COMPROMISSOS COM OS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO E QUE, PARA ALÉM DAS AÇÕES ACIMA REFERIDAS, PROSSEGUIRÁ COM O PROCESSO JURÍDICO, O QUAL SERÁ LEVADO ATÉ ÀS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS.

O Secretariado Nacional da FENPROF
2/12/2013

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Portugal. Ricos cada vez mais ricos, mostra ranking da Exame

Américo Amorim
 
A austeridade, quando nasce, não é para todos. Os 25 mais ricos de Portugal são hoje donos de 10% do PIB quando há um ano as suas fortunas não chegavam aos 8,5% do PIB.
 
Numa altura em que a riqueza disponível em Portugal é cada vez menor, os mais ricos do país estão a acumular cada vez mais fortuna. O ranking dos 25 mais ricos do país, que será amanhã divulgado pela revista “Exame”, mostra que as 25 maiores fortunas em Portugal somam 16,7 mil milhões de euros em 2013, o que revela um crescimento face aos 14,4 mil milhões que valiam em 2012.
 
“Os tempos podem ser de crise, mas as maiores fortunas nacionais continuam a crescer”, resume a revista no artigo que amanhã chega às bancas.
 
Além desta maior concentração de riqueza num punhado de portugueses – suficiente para distribuir 1600 euros a cada residente em Portugal -, o ranking de 2013 dos mais ricos mostra também que Américo Amorim recuperou a posição de “Mais Rico” do país, depois de em 2012 ter sido ultrapassado por Alexandre Soares dos Santos.
 
A “Exame” justifica a recuperação de Amorim com “com a subida de flecha do preço das acções que detém na Galp Energia, no Banco Popular e na Corticeira Amorim”. Amorim tem uma fortuna avaliada em 4,5 mil milhões, quando em 2012 a revista do grupo Impresa avaliava a fortuna deste empresário em 1,95 mil milhões.
 
OS 10 MAIS DE 2013
 
1. Américo Amorim: 4503,6 milhões de euros (vs. 1955,9 milhões em 2012, quando estava em segundo no ranking)
2. Alexandre Soares dos Santos: 2190,3 milhões de euros (vs. 2070 milhões de euros em 2012, era primeiro no ranking)
3. Família Guimarães de Mello, 1673 milhões de euros (vs. 700,1 milhões de euros em 2012, terceiro no ranking)
4. Belmiro de Azevedo: 1210,7 milhões de euros (vs. 680,9 milhões de euros em 2012, mantém quarto lugar no ranking)
5. António da Silva Rodrigues: 642, 9 milhões de euros (entrada directa no top 10)
6. Fernando Figueiredo dos Santos: 574,9 milhões de euros (vs. 542,3 milhões de euros em 2012, em que ocupava o 8.º lugar)
7. Maria Isabel dos Santos: 574,9 milhões de euros (vs. 542,3 milhões de euros em 2012, em que ocupava o 9.º lugar)
8. António Mota: 537,8 milhões de euros (entrada directa no top 10)
9. Família Alves Ribeiro: 505,2 milhões de euros (vs. 650,8 milhões de euros em 2012, quando estavam no 5.º lugar)
10. Maria do Carmo Espírito Santos Silva: 497,4 milhões de euros (entrada directa no top 10).
 
Jornal i, 27 de Novembro de 2013
 
O P.C.P. defende uma justa distribuição da riqueza criada.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O 25 de Novembro e a Ratificação da Constituição

O caminho da destruição

das conquistas de Abril


O 25 de Novembro de 1975 criou condições para o avanço e a aceleração dos planos contra-revolucionários.

A reacção concentrou então a sua linha de acção na continuação da intriga e divisão das forças democráticas e da desestabilização militar, política, económica e social com vista a impedir a aprovação e a ratificação da Constituição da República. Só não conseguiram este objectivo porque o Presidente da República, general Costa Gomes, cuja urgente demissão pretendiam forçar, foi à própria Assembleia assistir à aprovação da Constituição e aí mesmo procedeu à sua ratificação (2.4.1976).

Encerrando no plano jurídico o período revolucionário, a Constituição elaborada e aprovada em 1976 pela Assembleia Constituinte eleita por sufrágio universal em 1975, institucionalizou e inscreveu como irreversíveis as grandes conquistas democráticas. Passou a haver uma nova legitimidade: a legitimidade constitucional.

Surge então uma nova contradição que marca a vida política nacional desde então. Aqueles mesmos que aprovaram a Constituição empreenderam, uma vez no governo, uma política de destruição e liquidação das grandes conquistas democráticas.

As primeiras eleições para a Assembleia da República (25.4.1976) tiveram resultados um tanto inesperados. O PPD perdeu 200 000 votos. O PS perdeu 260 000 votos. O PCP aumentou 70 000 e passou de 30 para 40 deputados. PCP e PS em conjunto obtiveram a maioria na Assembleia da República (147 lugares no total de 263). Havia condições institucionais para procurar uma solução contra o avanço da reacção mas o PS, no prosseguimento da acção anterior, uma vez mais se aliou à direita. Após as eleições presidenciais (27.6.76) nas quais o PCP sofreu um revés dá-se a formação do governo do PS sozinho (23.7.76), governo minoritário apoiado pela direita, que marca o lançamento da ofensiva sistemática contra as conquistas de Abril. O Governo do PS tendo como Primeiro Ministro Mário Soares, declarou inicialmente no seu programa defender as conquistas da revolução. As orientações e as medidas tomadas foram em sentido contrário. Com o governo PS sozinho começa o que classificámos na altura a política de recuperação capitalista, agrária e imperialista, ou seja o desencadeamento do processo contra-revolucionário violando abertamente a Constituição e a legalidade democrática.

Sucessivos governos (do PS, do PS/CDS, de iniciativa presidencial, do PS/PSD, do PSD/CDS, do PSD) prosseguiram a ofensiva contra-revolucionária tendo como objectivo estratégico a destruição das grandes conquistas da revolução de Abril (nacionalizações, reforma agrária, controle de gestão e outros direitos dos trabalhadores, poder local democrático e outras) e a restauração do capitalismo monopolista. Esse processo desenvolve-se há já 18 anos, não está terminado e é o governo do PSD de Cavaco Silva que se propõe terminá-lo.

O facto de que as grandes conquistas democráticas foram realizadas num curto espaço de tempo (1974/1975) e de que a sua destruição já leva 18 anos sem estar terminada significa que elas correspondiam a necessidades objectivas e a aspirações profundas de vastíssimos sectores da população e representaram progressos notáveis no reconhecimento de direitos e na melhoria das condições de vida do povo português.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Comício Comemorativo do centenário de Álvaro Cunhal (Saída de Campo Maior)

 

 

Comício Comemorativo do centenário de Álvaro Cunhal

Lisboa, 15:00

Comício Comemorativo do centenário de Álvaro Cunhal, pelas 15h00, no Campo Pequeno, em Lisboa.
 
Sai um autocarro de Campo Maior pelas 8:30 do Jardim Municipal (Junto ao Ciclo).


Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Comunicado à população sobre as Eleições Autárquicas de 29 de Setembro de 2013


COMUNICADO À POPULUÇÃO DE CAMPO MAIOR

 
A Comissão Concelhia de Campo Maior do PCP analisou a campanha e os resultados eleitorais das Eleições autárquicas de 29 de Setembro:
Mais presidências de Câmaras e freguesias, mais eleitos, mais mandatos e mais percentagem são os resultados da CDU a nível nacional. Com excepção de presidências de Câmara foi também assim no distrito.
Os resultados que no cômputo geral condenaram as políticas desenvolvidas pelos partidos que assinaram o “pacto de agressão“ (PS, PSD E CDS) não têm correspondência ao nível do nosso concelho ao que não é alheio o poder económico aliado ao poder político que aqui, pressiona, confunde e manipula deliberadamente e sem escrúpulos para atingir os seus fins. Apesar de tudo a CDU mantem o eleito na Assembleia Municipal.
Ao contrário da força política dominante que utilizaram arbitrariamente todos os meios do poder que gerem, foi a CDU que fez a diferença falando a verdade ao povo, fazendo uma campanha modesta e séria, dignificando a actividade política como é seu timbre.
Já sabemos que os que se mostraram demagogicamente tão activos e defensores da população nesta batalha eleitoral (PS e MPT) nada farão contra a ofensiva deste governo e da troika que se abate contra os trabalhadores e as populações, nomeadamente contra o poder local, a destruição dos serviços públicos que estão na calha, tais como saúde, ensino, serviços sociais, emprego, salários, privatizações dos CTT, das águas, encerramento de serviços de finanças etc.
Ao contrário, podem os campomaiorenses estar certos que o PCP e seus aliados na CDU, tal como sempre, estaremos todos os dias na linha da frente contra esta política de desastre nacional, por uma política patriótica e de esquerda que prossiga as conquistas de Abril. Assim foi já no dia 19 de Outubro na Marcha marcada pela CGTP/IN contra a exploração e empobrecimento.
A Comissão Concelhia do PCP saúda os activistas da CDU pelo empenho, dedicação e firmeza demonstrada na campanha eleitoral, com grande dignidade na defesa da verdade, denunciando embustes e fazendo propostas para a melhoria das condições de vida dos campomaiorenses. Saudamos igualmente, os homens, mulheres e jovens que confiaram o seu voto nesta força que tem como lema que muito nos orgulha ” Trabalho, Honestidade Competência”
 
Campo Maior Outubro 201

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Centenas de milhares marcharam em Lisboa e Porto exigindo a demissão do Governo PSD/CDS

 


Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP
 
Centenas de milhares de trabalhadores numa poderosa afirmação de dignidade, de coragem e determinação na defesa dos direitos. Uma empolgante afirmação de resistência perante a tentativa ilegítima de cercear liberdades fundamentais em que, à provocação do governo, os trabalhadores impuseram com a travessia da ponte 25 de Abril e o exercício dos direitos democráticos, uma nova e importante derrota ao governo. Uma grande demonstração de unidade e combatividade e força por Abril, pela Constituição e pela soberania.
 
Em Lisboa, no Porto e nas regiões autónomas uma imensa corrente de protesto e de indignação encheu as ruas para afirmar a exigência da demissão do governo, da derrota do Pacto de Agressão e da política de direita da construção de uma política ao serviço dos trabalhadores, do povo e da pátria.
 
Sábado 19 de Outubro de 2013
 
 


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

19 de Outubro - Marcha Contra o Empobrecimento - LX - CGTP-IN

 
As Uniões de Sindicatos da CGTP-IN estão a organizar transportes para os trabalhadores participarem nas marchas de 19 de Outubro. Veja os horários e percursos, contacte e inscreva-se na União Sindical do seu distrito. Veja aqui.
 
CGTP-IN

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Resumo da Assembleia Municipal de 16 de Setembro de 2013

UMA SESSÃO E UM MANDATO DE GRANDE DIGNIDADE POR PARTE DA CDU
  
"Tudo o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita" é um velho provérbio popular e que se pode aplicar perfeitamente, a este atribulado mandato que agora termina. Na verdade, quando o eleito da CDU chegou aos Paços do Concelho pelas 18,30 h do dia 16 de Setembro (com a pontualidade e a assiduidade que sempre o caracterizou, diga-se a propósito que não faltou a uma única reunião, durante os 4 anos de mandato, numa clara demonstração de respeito pelo Poder Local Democrático). Foi confrontado com a surpreendente decisão do Sr.Presidente da Assembleia Municipal ter suspendido esta última sessão, sem nada que o justificasse a não ser, uma tentativa de boicotar o funcionamento deste importante órgão autárquico, na sua derradeira reunião e nas vésperas da abertura oficial da campanha(os eleitos e candidatos do PS já há muito que a faziam com o dinheiro dos nossos impostos, via Câmara Municipal)) para o acto eleitoral do dia 29 de Setembro. No entanto e como o regimento prevê esta situação e como havia quorum (1 membro da CDU, 8 do PS e 2 do Grupo "A Nossa Terra") foi eleita uma nova mesa e onde o deputado da CDU ocupou o lugar de 1º.secretário. Depois de lido o expediente pelo presidente da mesa, intervieram 3 dos munícipes presentes, entrando-se de seguida no período Antes da Ordem do Dia, onde o representante da CDU, depois de cumprimentar a Assembleia, o Executivo e o Público presente, recordou o triste e lamentável episódio do voto em branco para a eleição da mesa da Assembleia Municipal no dia 29 de Outubro de 2009, reprovando quem "desenhou" e depois quem levou à prática tão ignóbil acto, traindo os seus companheiros de bancada e pondo em causa a honestidade e a lealdade dos restantes membros da Assembleia Municipal.

Destacou depois o respeito que sempre teve para com este órgão autárquico e para com os seus eleitos, reconhecendo também que sempre se sentiu respeitado por todos eles, ficando fora de todas as quezílias ocorridas entre os outros dois grupos parlamentares e que no fundo são da mesma área política e portanto, também responsáveis pela situação que se vive no País e particularmente em Campo Maior.

De seguida e sempre com o pensamento nos VALORES DE ABRIL, em respeito pelo programa apresentado pela CDU nas eleições autárquicas de 2009, pelos Campomaiorenses que nesse programa votaram e o elegeram e uma vez que é altura de prestar contas a esses eleitores a quem queremos dizer, responsavelmente, o que fizemos ao seu voto; lembrou as posições assumidas ao longo do mandato, em defesa dum melhor funcionamento do nosso Centro de Saúde e do Serviço Nacional de Saúde e manifestou a sua oposição à redução do horário do Centro; em defesa duma Escola Pública de qualidade, sobretudo quando tentaram encerrar o Ensino Básico em Degolados; manifestando-se contra a extinção de freguesias e a Lei de Finanças Locais aprovada pelo governo; a exploração do abastecimento de água à população do nosso concelho ter sido concedido a privados (a água é um bem público e essencial à nossa vida) com os consequentes prejuízos para os Campomaiorenses e para o Município; o ruinoso negócio das piscinas da Fonte Nova; a continuada insegurança que se vive na nossa terra; a não resolução e agravamento do problema do Mártir Santo; a constante e acelerada degradação do nosso centro histórico, pelo que propôs a criação de um gabinete técnico para se proceder ao levantamento dos prédios em mau estado de conservação; a realização da 1ª.Assembleia Municipal na histórica aldeia de Ouguela, as saudações a datas tão importantes da nossa História como são o 25 de Abril, o 5 de Outubro (que este governo de extrema direita deixou de considerar feriado) ou o 1º. de Maio, para além de em várias ocasiões, sempre com o pensamento nos VALORES DE ABRIL, ter manifestado a sua preocupação pelo crescente desemprego, pelos salários e reformas de miséria, pelos jovens que não têm perspectivas de futuro e sobretudo por muitas famílias que estão a passar por momentos difíceis e que em vez de se lhe procurar dar uma vida com dignidade, lhe vão dando caridade em nome da solidariedade.

Na ordem do dia foi aprovada por maioria uma moção de repúdio pela tentativa de suspensão desta Assembleia, foram aprovadas as atas das sessões ordinárias de 30/04/13 e de 26/06/2013 e o acordo de colaboração de actividades de enriquecimento curricular e o respectivo procedimento concursal para o recrutamento de 10 técnicos para essas actividades. Com as intervenções finais do público, de 4 dos munícipes presentes e dos cordiais cumprimentos de despedida entre todos os autarcas presentes, chegámos ao final do mandato, onde procurámos defender os interesses de Campo Maior e dos seus residentes, pois os eleitos da CDU, estão nos órgãos autárquicos para servirem e não para se servir, com Trabalho, Honestidade e Competência.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Convite para a Cerimónia da Tomada de Posse no CCCM

 
Convite
 
A Coordenadora da CDU Campo Maior segundo o convite do Presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, Rui Manuel Gonçalves Pingo, tem a honra de convidar V.Exª. para a cerimónia de tomada de posse dos membros eleitos para a Assembleia Municipal e Câmara Municipal para o mandato 2013-2017, a ter lugar no próximo dia 11 de Outubro, pelas 18,30 horas, no auditório do Centro Cultural de Campo Maior.
 
CDU Campo Maior, 10.Outubro.2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

'Manifestação da CGTP não põe em causa a segurança'

 
Arménio Carlos - Secretário Geral da CGTP-IN
 
O secretário-geral da CGTP assegurou hoje que a manifestação que vai atravessar a ponte 25 de Abril, em Lisboa, no dia 19 não ameaça a circulação ferroviária nem a segurança das pessoas e não deverá originar situações de violência.
 
Arménio Carlos disse aos jornalistas que a questão da segurança não se coloca, quer para a circulação ferroviária quer para os manifestantes que vão desfilar no tabuleiro superior, e lembrou as várias provas desportivas que têm ocorrido na ponte 25 de Abril.
 
"Temos fotografias de corridas na ponte enquanto o comboio passava, sem problemas, e quanto à segurança das pessoas, salientamos que o tabuleiro tem várias faixas de rodagem e que todo o controlo de acesso é feito na zona das portagens", disse acrescentando que a CGTP também gere a saída dos manifestantes em Alcântara.
 
Arménio Carlos, que falava aos jornalistas à saída de uma audiência com a presidente da Assembleia da República, disse que, se for necessário, as estruturas da CGTP podem disponibilizar pessoas para garantir a segurança dos acessos ao tabuleiro inferior da ponte.
 
"Quanto aos alegados problemas de violência na sequência da manifestação, toda a gente sabe que não há violência nas manifestações da CGTP", afirmou o sindicalista lembrando que o próprio ministro da Administração Interna tem reconhecido o rigor e o civismo com que decorrem os protestos da CGTP.
 
O Sistema de Segurança Interna (SSI) deu um parecer técnico desfavorável à realização, a 19 de Outubro, de uma marcha de protesto da CGTP que inclui a travessia da ponte 25 de Abril, invocando diversos problemas de segurança.
 
A CGTP-Intersindical Nacional manteve a intenção de realizar a marcha na Ponte 25 de Abril considerando falsos os argumentos do parecer técnico desfavorável do Sistema de Segurança Interna.
"Isto deixou de ser um problema técnico e passou a ser um problema político e em democracia os problemas políticos resolvem-se com diálogo", disse o secretário-geral da CGTP-IN.
 
Arménio Carlos considerou que se justifica uma nova reunião com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e com os presidentes das câmaras municipais de Lisboa e Almada e do Sistema de Segurança Interna.
 
O sindicalista lembrou que a Inter já fez travessias de várias pontes do país, nomeadamente a ponte D. Luís, no Porto, sem qualquer problema.
 
A CGTP convocou para dia 19 uma jornada nacional de luta contra a austeridade e o empobrecimento, que inclui uma marcha com travessia da ponte 25 de Abril e outra marcha no Porto, com travessia da ponte do Infante.
 
A central sindical pediu a audiência à Presidente da Assembleia da República para lhe dar conta das suas reivindicações, nomeadamente a atribuição de subsídio social de desemprego, enquanto durar a crise, a quem já não recebe apoio social.
 
Lusa/SOL, Lisboa, 8.Outubro.2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Um conjunto de resultados de inegável valor, importância e significado

Intervenção de Jerónimo de Sousa, analisa e comenta o resultado das Eleições Autárquicas de 29 de Setembro de 2013. Ao Lado dos dirigentes do PEV, da ID e de muitos apoiantes independentes.
 
1. A CDU saúda os milhares de candidatos, activistas e militantes do PCP, do PEV, da ID, da juventude CDU e independentes que com a sua dedicação e a sua intervenção contribuíram para construir esta importante vitória eleitoral.
 
Uma vitória da confiança e da esperança sobre a desilusão e o conformismo, comprovando que os trabalhadores e o povo têm nas suas mãos e também no seu voto a possibilidade de com o apoio à CDU, juntar vontades e energias indispensáveis a uma empenhada e confiante intervenção na luta por um País mais justo, desenvolvido e soberano. Um resultado que dá mais força e confiança à luta por uma política alternativa que derrote o rumo de desastre imposto pela política de direita e abra perspectivas de uma política alternativa, patriótica e de esquerda.
 
A CDU saúda todos aqueles que lhe confiaram o seu apoio e o seu voto reafirmando-lhes o firme compromisso de que encontrarão agora na acção dos milhares de eleitos da Coligação uma presença de trabalho e dedicação para a construção de uma vida melhor e para o progresso e desenvolvimento das suas freguesias e concelhos. E sublinha especialmente que o apoio e a confiança agora depositadas na CDU estará presente para dar voz e expressão, em todos os locais e em todos os momentos, à luta em defesa dos direitos, pelo emprego, a protecção social e a uma vida digna.
 
2. A expressiva votação alcançada com o significativo reforço da percentagem eleitoral, aumento do número de vereadores, a confirmação da generalidade das suas posições de maioria e a conquista de novas maiorias, como são os casos de Évora, Beja, Grândola, Alcácer do Sal, Alandroal, Cuba, Vila Viçosa, Monforte, Silves, com a possibilidade de vencer em mais municípios, nomeadamente Loures.
Este reforço representa uma sólida progressão da CDU que testemunha a ampla corrente de apoio e confiança de um número crescente de portugueses e portuguesas.
 
3. A CDU sublinha o inegável valor, importância e significado do conjunto dos resultados hoje obtidos. Resultados que são expressão do reconhecimento da intervenção da CDU nas autarquias, do seu percurso de trabalho, honestidade e competência, de dedicação aos interesses populares e à causa pública.
 
Mas o importante progresso e avanço eleitoral, e o expressivo avanço da votação e posições obtidas traduz igualmente o reconhecimento da intervenção coerente e determinada das forças que integram a CDU – o PCP, o PEV, a Intervenção Democrática - na defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações e na resistência e combate à política de direita.
 
A votação obtida pela CDU constitui um factor de confiança e esperança de que é possível um outro caminho e um outro rumo, um estimulo à luta e ao que ela pode abrir de perspectivas e concretização de uma política alternativa, e um testemunho de que, como temos afirmado, está nas mãos dos trabalhadores e do povo com a sua acção, opções e voto derrotar os partidos da política de direita e dar mais força à CDU e à concretização de uma política patriótica e de esquerda.
 
4. A CDU reafirma a sua convicção de que cada posição agora conquistada, cada um dos mais de três mil mandatos alcançados pela CDU constituirão um elemento mais de trabalho, intervenção e inteira entrega na defesa dos interesses das populações, na promoção das condições de vida local e na luta por um Portugal mais justo e desenvolvido.
 
Uma intervenção que terá continuidade já amanhã na luta de todos os dias – em que avulta essa grande acção de luta nacional a “Marcha Por Abril, Contra a exploração e o empobrecimento” já convocada pela CGTP para o próximo dia 19 de Outubro.
 
Uma intervenção para fazer avançar as propostas que assegurem a melhoria dos salários e pensões, o respeito pelos direitos de quem trabalha, o reforço da protecção social, a defesa e valorização dos serviços públicos, a aposta na produção nacional e na criação de emprego.
 
O avanço da CDU é um importante estímulo na intervenção activa e confiante para o reforço de posições nas eleições do Parlamento Europeu de 25 de Maio do próximo ano, na defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, da soberania e independência nacionais.
 
5. Independentemente da natureza, factores e dinâmica locais destas eleições, a expressiva perda de votação de PSD e CDS é indissociável de uma clara condenação dos trabalhadores e do povo português da política de ruína e de empobrecimento para que estão a arrastar o país e a vida dos portugueses.
 
As manobras já ensaiadas para procurar afastar leituras nacionais destas eleições não iludem que estes resultados traduzem uma expressão significativa o plano eleitoral do crescente isolamento político e social dos partidos do Governo que só reforçam a necessidade, possibilidade e urgência da sua demissão.
 
6. Os resultados obtidos pela CDU, e sobretudo a corrente de apoio às suas propostas e intervenção, a expressiva participação de jovens e independentes que fazem desta coligação um grande espaço de convergência, são um sólido elemento de confiança para as batalhas políticas futuras que continuaremos a travar por uma vida melhor, pela indispensável demissão do Governo, pela rejeição do Pacto de Agressão e pela derrota da política de direita, por uma política patriótica e de esquerda, que afirme os valores de Abril no futuro de Portugal.
 
Jerónimo de Sousa, Secretário Geral do PCP. Lisboa, 29 de Setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

António João Gonçalves - Candidato à Câmara Municipal de Campo Maior





Após a apresentação pública das listas no Centro Comunitário de Campo Maior, da oficialização das mesmas no Tribunal de Elvas dia 5 de Agosto.
 
Iniciou-se a 8 de Agosto uma longa série de reuniões de trabalho com várias Instituições, associações e colectividades do nosso concelho entre as quais: o Centro de Saúde de Campo Maior, a Paróquia, a Banda 1º.de Dezembro, a CURPI, o Núcleo da Liga dos Combatentes, o Despertar Alentejano, as Harmónicas, a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, o GEDA, os Bombeiros Voluntários de Campo Maior, a Casa do Povo de Campo Maior, a Associação dos Trabalhadores do Município, o Rancho Folclórico, o Convento de Santo António, a Cooperativa de Habitação e o Centro de Dia de Degolados. Encontros que serviram para dar a conhecer os nossos candidatos e as linhas mestras do nosso programa, bem como sentir o pulso de todas essas forças vivas do nosso concelho. que, embora, com as muitas dificuldades que têm sentido, sobretudo de ordem financeira, muito têm contribuído para o desenvolvimento de Campo Maior e uma melhor qualidade de vida dos campomaiorenses.
 
Disponibilizando-se os candidatos da CDU, se forem eleitos como esperam, para colaborar na melhoria das condições de trabalho dentro das mesmas com o intuito que este se reflicta na população, através de uma estreita e eficaz parceria, de resolver os problemas com que se debatem.
 
Tivemos ainda oportunidade de visitar em plena laboração, a prestigiada fábrica de aperitivos Sanzé, onde o seu proprietário, amigo João Cachola, nos recebeu e guiou simpaticamente, pelas várias secções das suas instalações, o que muito nos sensibilizou.
 
Visita dos alunos da Escola Básica da Avenida
 
Momento alto da campanha foi a simpática e interessante visita, na passada Quarta Feira dia 25, à nossa sede de candidatura, duma turma de 26 alunos do ensino básico da Escola da Avenida, acompanhados da respectiva professora Lurdes Lopes, que foram colocar ao candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal, várias perguntas relacionadas com a sua candidatura e actividade politico-partidária. O que nos deixou muito honrados e comovidos, ao constatar que as crianças, futuras senhoras e senhores, demonstram muito interesse pela mais nobre das tarefas que o ser humano pode desempenhar. A arte de servir o próximo.
 
 Foi na verdade um momento muito especial na nossa campanha eleitoral e que nós valorizámos muito, pela forma como estas crianças do nosso concelho, sabiamente conduzidas pela sua competente e dedicada mestra, abordaram tantos e tão diversificados temas sobre a vida do dia a dia dos Campomaiorenses e que soluções teremos para resolver as muita adversidades com que nos debatemos.
 
Merece, da nossa parte, uma reflexão, porque eles são os homens e as mulheres do futuro, do amanhã! Contamos com eles e eles também podem contar connosco, podem contar com a CDU!

 A campanha tem seguido tranquila, com respeito pelos eleitores do nosso concelho e também pelas outras forças politicas, distribuindo os nossos documentos e nomeadamente o nosso programa eleitoral e culminará no último dia de campanha com a distribuição dum comunicado à população, apelando ao voto na CDU, que é na verdade a força politica que mais tem defendido os interesses de quem trabalhou, trabalha, perdeu o emprego ou espera ingressar no mercado de trabalho.
 
Apesar da serenidade que tem pautado a nossa campanha, não deixamos de esclarecer o que tem sido, na nossa opinião, um mau desempenho dos executivos eleitos. Porque se comprometeram a aumentar a qualidade de vida à população, o que na realidade não tem acontecido, fruto sobretudo de políticas erradas e má gestão dos dinheiros públicos.
 
A Comissão Coordenadora Concelhia da CDU de Campo Maior

26 de Setembro de 2013

 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Paula Campos - Mandatário da Candidatura da CDU Campo Maior

 
Mensagem de António de Paula Campos, mandatário da candidatura da CDU Campo Maior às Eleições Autárquicas de 2013.
 
Vão a sufrágio os três importantes órgãos do poder local democrático (sendo que as Assembleias de Freguesia são constituídas por três distintas).
 
Constituição completa da lista de candidatos da CDU Campo Maior.
 
Câmara Municipal:

. António Gonçalves
. José Leão
. Ana Cachapa
. Manuel da Rosa
. Liliana Pereira
. José Caldeirão
. José Favita

 
Assembleia Municipal:
 
. Paulo Ivo Almeida
. Joel Moriano
. Sandra Vitorino
. António Ceia
. Vítor Silva
. Ana Barata
. Luís Sabino
. António Vieira...
. Carla Carrajana
. Luís Ramalhete Gonçalves
. João Cordeiro
. Maria Silveira
. Francisco Chorão
. Elisa Cordeiro
. António Carixas
. Rui Vieira
. Maria Almeida
. António Estribio
. Marta Pinto Ângelo
. João Pinheiro
 
 
Assembleias de Freguesia:
 
Lista da CDU para a Assembleia de Freguesia N.ª S.ª da Graça dos Degolados

. João José Pinheiro
. Maria Miranda
. Liliana Pereira
. Rogério Martins
. Hugo Laço
. Manuela Afonso
. António Rodrigues
. António Pessoa
. Joel Moriano
. José Leão
 
Lista da CDU para Assembleia de Freguesia N.ª S.ª Expectação

. Sandra Rosa
. João Sachim
. Bruno Saragoça
. Damiana Saragoça
. Manuel Azinhais
. Fernando Sousa
. Jacinta Tiburcio
. Jorge Nini...
. Francisco Fitas...
. Ana Chorão
. Manuela Carreiras
. Luís Silva
 
Lista da CDU para Assembleia de Freguesia S. João Baptista

. Luís Torre Gonçalves
. Fátima Vitorino Pereira
. João Soutino
. Joaquim Teixeira
. Aldemira Negrita
. António Silveira
. Luís Gartagaté da Silva
. Maria Cachapa...
. João Domingos
. Catarina Pinto Ângelo
. Idaulina Rosa
. Francisco Chorão
 
CDU nas Autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

João Pinheiro - Candidato à Freguesia de Degolados




Falar da única freguesia rural de Campo Maior passa inevitavelmente pela abordagem à maior construção pública ali existente. A Barragem do Abrilongo.
 
Equipamento mandado construir sobre a Ribeira do Abrilongo pelo então Ministro da Agricultura do Partido Socialista Luís Capoulas Santos,terminado em 2000 a sua construção, sem que até à data tenha sido dele (investimento) retirado qualquer retorno.
 
Retorno esse bem mais complicado de executar, pois toda a obra se encontra numa ZPE (Zona de Protecção Especial).
 
Informação retirada do Diário da república:
 
"ANEXO XXIII

 Zona de Protecção Especial de Campo Maior

 (superfície: 9575,99 ha)

 Limites

 A área da Zona de Protecção Especial de Campo Maior é definida pelos seguintes limites: acompanha o curso da ribeira do Abrilongo desde que este inflecte para o interior de Portugal até se encontrar com o rio Xévora. Segue o curso do rio Xévora até ao caminho carreteiro que o atravessa a sul do monte de São Salvador, seguindo para sudoeste, confluindo ao CM 1113. Segue este caminho municipal e no encontro com o ribeiro do Vale dos Meiras toma o percurso do último para sul até ao ponto de maior aproximação com o CM 1116, a sul da Horta da Figueira. Continua pela EM 1116 até se cruzar com a EN 371, a partir da qual toma a direcção de sudoeste até chegar ao retiro, que fica na fronteira. Continua para noroeste pela fronteira até se encontrar novamente com a entrada da ribeira do Abrilongo em Portugal."
 
Para Degolados e as suas gentes foi ainda decretado o encerramento da sua Escola Básica (felizmente não encerrou) por José Sócrates. A CDU apresentou uma moção contra o seu encerramento, contributo decisivo para que os alunos degoladenses não sentisses necessidade de se descolar a Campo Maior. Da mesma forma que esteve na linha da frente da defesa do estado social.
 
Pretendemos dar continuidade à nossas política.
 
Dia 29 de Setembro VOTA CDU!

sábado, 21 de setembro de 2013

Paulo Ivo - Candidato à Assembleia Municipal de Campo Maior

 
É de conhecimento geral da população que o anterior executivo do Partido Socialista deixou uma situação financeira na autarquia gravíssima. A obra de construção do e exploração do complexo de piscinas cobertas de Campo Maior foi uma das mais pesadas heranças. A somar a todo o passado da autarquia gerida desde sempre pelo PS. Num município que caminhou sempre com atraso face aos concelhos vizinhos do distrito em matérias estruturais de desenvolvimento.
 
O eleito da CDU reconheceu, humildemente, a 30 de Abril de 2013, que tinha alguma dificuldade em avaliar o acórdão do Tribunal de Contas, uma vez que não é jurista nem economista, nem tem nenhuma estrutura nessas duas áreas em apoia-lo, pelo que se limitou a reforçar a posição assumida pela CDU no mandato anterior ao considerar essa grande e moderna estrutura desportiva, um negócio altamente ruinoso para Campo Maior e para os Campomaiorenses, pois se a autarquia não encontrar uma solução viável, como por exemplo, a sua venda, a sua manutenção e todos encargos inerentes tornam-se incomportáveis a curto prazo.
 
Disse igualmente que se as acusações feitas, se confirmarem em relação a irregularidades cometidas no mandato anterior neste processo, prevemos uma situação gravíssima relativamente a todos os envolvidos. Mas de momento não queremos julgar ninguém, preferindo aguardar resolução. E pronunciar mais tarde.
 
Tudo isto causado pela recusa de visto do Tribunal de Contas no processo de fiscalização prévia, da minuta de contrato de cessão de exploração do complexo de piscinas cobertas de Campo Maior, com promessa de transmissão da propriedade plena, a celebrar com a Campiscinas, pelo prazo de 30 anos e no valor de 8.675.000,00€ (oito milhões, seiscentos e setenta e cinco mil euros).
 
Numa Parceria com uma empresa privada em que a autarquia não conseguiu salvaguardar a maioria do capital público. Entregando 51% do mesmo à empresa construtora da obra e ficando com a minoria de 49%.
 
A juntar a todo este processo, foi a confusão do actual executivo que demorou demasiado tempo a dar explicações sobre o estado do processo. Aumentando desta forma as despesas e sem qualquer entrada de receitas para a autarquia.
 
Dia 29 de Setembro vamos dar nova vida e mais importância às pessoas em Campo Maior.
 
VOTA CDU

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Reunião Ordinária da CIMAA - 19 Setembro de 2013

António João Gonçalves - Membro da CIMAA
 
A CDU Campo Maior convida toda a população a participar na Reunião Plenária Ordinária da Assembleia Intermunicipal do Alto Alentejo dia 19 de Setembro de 2013 pelas 19:00 no Auditório do Pavilhão Multiusos de Sousel.
                              

Ordem de Trabalhos:


1 - Período antes da ordem do dia;

2 - Discussão e votação da ata da reunião ordinária de 3 de Maio de 2013;

3 - Apresentação das actividades desenvolvidas pela CIMAA, nos termos da alínea e) do artº.16º. dos seus estatutos;

4 - Revisão ao orçamento nº.2;

5 - Informação sobre as contas da AMNA (convertida em CIMAA) - de 2005 até ao momento da sua extinção.
 
É na CDU que os campomaiorenses podem confiar.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Resumo da Assembleia Municipal de 26 de Junho de 2013

 

 
 
Introdução:
 
Na penúltima Assembleia Municipal, realizada a 26 de Junho, deste controverso mandato, onde sobressaiu a azeda rivalidade entre os dois grupos parlamentares (PS e A Nossa Terra) afectos à mesma área politica, que em nada beneficiou o normal funcionamento deste importante órgão autárquico do nosso concelho e tão pouco ajudou o desenvolvimento da nossa terra e uma melhor qualidade de vida dos nossos conterrâneos.
 
Período antes da Ordem do dia:
 
 O eleito da CDU interviu no período Antes da Ordem do Dia, com o respeito e a serenidade que sempre o caracterizou, para realçar a iniciativa que a Comissão Concelhia de Campo Maior do Partido Comunista Português promoveu no passado dia 8 de Junho, para assinalar o Centenário do nascimento dessa grande figura politica, cultural e artística, que foi Álvaro Cunhal, tendo agradecido mais uma vez à Câmara Municipal a cedência do Centro Cultural e o respectivo "staf" para a realização deste evento e a presença e participação na exposição e no colóquio que se seguiu dos Senhores Presidente Ricardo Pinheiro, Vereador Sérgio Bicho, Deputado Municipal João Muacho e Presidente da Junta de Freguesia de Degolados Florival Cirilo.
 
Solicitou ainda ao Sr.Presidente da Câmara uma explicação sobre o desaparecimento da placa toponímica da Rua do Emigrante, em homenagem a esse grande humanista que foi Manuel dos Santos Tomé, que enquanto emigrante na cidade de Bruxelas na Bélgica, ajudava e orientava todos quantos lhe "batiam" à porta para os encaminhar numa nova etapa das suas vidas, o que era sem dúvida uma importante e altruísta participação cívica num projecto de vida de um qualquer cidadão da sua terra.
 
CDU nas Autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência

sábado, 14 de setembro de 2013

Assembleia Municipal dia 16 de Setembro de 2013

António João Borrega Gonçalves - Eleito na Assembleia Municipal de Campo Maior.
 
A Coordenadora da CDU Campo Maior convida a todos a assistir e participar na Sessão Ordinária Pública da Assembleia Municipal de Campo Maior. A realizar no edifício dos Paços do Concelho dia 16 de Setembro de 2013 (Segunda) pelas 18h30.
 
Ordem de trabalhos:
 
1) Apreciação das informações do Sr. Presidente da Câmara Municipal à Assembleia Municipal da actividade do município e situação financeira.
 
2) Apreciação e votação das actas das sessões ordinárias de 30 de Abril e 26 de Junho de 2013.
 
Esta sessão para além de ter a particularidade em ser a última do actual mandato. É igualmente uma excelente oportunidade para a população participar na democracia e colocar todas as questões, propostas e alternativas aos eleitos não só na qualidade de membros do executivo, numa espécie de presta contas como fazer uma balanço dos anteriores mandatos (pois alguns dos intervenientes não fizeram parte de executivos anteriores como se candidatam às próximas) e questionar os candidatos sobre as questões que mais preocupam os campomaiorenses.
 
CDU nas Autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Debate entre candidatos à autarquia de Campo Maior na RCM e RE.


A Coordenadora da CDU Campo Maior tem o prazer de convidar todas e todos a ouvir o debate entre os candidatos à Câmara Municipal de Campo Maior dia 13 de Setembro de 2013 pelas 22:00.
 
O debate, que será transmitido pela Rádio Campo Maior e pela Rádio Elvas. Conta com a presença do candidato pela CDU Campo Maior, António João Borrega Gonçalves.

Rádio Elvas: 91.5 e 104.3 (FM) online
Rádio Campo Maior: 95.9 (FM) online

CDU nas Autarquis - Trabalho - Honestidade - Competência



terça-feira, 10 de setembro de 2013

Joel Moriano - 2º candidato à Assembleia Municipal de Campo Maior

 
 
A entrega da gestão da água pública à Aquamaior, S.A. em 2007 pelo anterior executivo de Partido Socialista foi lesiva para os bolsos dos campomaiorenses e um mau negócio para a autarquia. Por isso a  CDU Campo Maior votou contra essa proposta à data. dando preferência pela gestão pública da água e dos resíduos. Desde sempre.
 
Em Reunião de Assembleia Municipal de 25 de Fevereiro de 2010. A votação sobre o aumento do valor das tarifas da água foi votado da seguinte forma:
 
8 votos a favor pelos eleitos do PS;
8 abstenções pelo Movimento Independente a Nossa Terra Campo Maior (anterior executivo do PS;
1 voto contra da CDU.
 
Na reunião de dia  de Junho a CDU, foi, mais uma vez coerente ao votar contra ao adiamento ao contrato de concessão da exploração e gestão dos sistemas de distribuição de água para consumo público e recolha de efluentes do concelho de Campo Maior.
 
Dia de Fevereiro, a CDU votou contra as propostas de contrato de cedência de utilização de infraestruturas de origens subterrâneas, Aditamento ao contrato de cedência de infraestruturas, contrato de cedência das infraestruturas reservatório de Santa Vitória e Acordo de regularização entre este Município e a Águas do Norte Alentejano. E tudo isto para pagar uma dívida da Câmara Municipal de Campo Maior à empresa Águas do Norte Alentejano, no valor de 972.493,40 Euros, dívida essa que foi criada ao longo dos anos, incluído já este mandato.
 
Posição da CDU Campo Maior sobre a gestão da água em Campo Maior:
 
 
 
 
CDU nas autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Paulo Gonçalves - Apoiante da CDU Campo Maior


A saúde, como excelente indicador do quanto uma sociedade conseguiu progredir, em Campo Maior tem duas interpretações:
 
A praticada pelos anteriores executivos locais (PS), em sintonia com o poder central (PS, PSD e CDS).

Que decretou as sucessivas perdas de qualidade, redução de serviços, valências e horário de atendimento à população em geral. Face à aposta (até mesma na subscrição) nos cuidados de saúde privados. Que a maioria da população não tem acesso por carências económicas.
 
Onde quem ganha são os compradores e vendedores deste "serviço" sendo os utentes apenas, mais, um meio.
 
E a defendida / praticada pela CDU (PCP-PEV-ID), onde detém poder para além da sua promoção e defesa consegue colocar ao serviço da população o que de melhor o Serviço Nacional de Saúde proporciona.
 
O Centro de Saúde de Campo Maior que já funcionou permanentemente (24Horas), passou a encerrar à meia-noite, depois às 22:00 e desde o dia 1 de Novembro de 2011 que encerra às 20:00 durante a semana e às 14:00 aos Sábados Domingos e feriados!!

Desde esta data que a população de Ouguela ficou igualmente privada do seu já paupérrimo serviço de saúde de uma visita semanal!!
 
Não obstante estas reduções foram aumentadas as taxas moderadoras, reduzido o transporte de doentes e tornaram mais difícil o acesso a credenciais, exames complementares de diagnóstico e análises clínicas.

A CDU promove a defesa da Constituição da República Portuguesa, e sobre o tema da saúde o Artigo 64.º em particular.
 
Alguma da actividade da Coligação Democrática Unitária pode ser consultada aqui.
 
 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Vitor Silva - 38 anos - Apoiante Independente da CDU Campo Maior

 
 
As questões aqui apresentadas pelo Vítor Silva demonstram que a população confia nos eleitos da CDU para fazer ouvir a sua voz em local próprio. E são uma Garantia de que os seus direitos serão defendidos e salvaguardados.
 
Desde sempre a CDU Campo Maior esteve junto da população na defesa dos mais elementares pilares da democracia.

A segurança, o património, a defesa das minorias étnicas contra a discriminação bem como a promoção da qualidade de vida numa sociedade inclusiva são para a CDU questões fundamentais. E
constaram das críticas, análises e propostas não só dos anteriores mandatos como do actual na Assembleia Municipal de Campo Maior, onde o eleito António João Gonçalves relatou publicamente e sucessivamente a complicada situação que se vive em Campo Maior. Questionando por diversas vezes o executivo e os restantes membros dos diversos órgãos autárquicos eleitos, alguns deles já no anterior mandato.
 
Como exemplo, questionou o executivo no dia 15 de Dezembro de 2011:
 
 
"Na introdução ao Orçamento Municipal, por parte do executivo, o eleito da CDU destacou duas propostas:
 
1ª "Encontrar as soluções adequadas para a caracterização dos principais anseios dos munícipes".
 
2ª "Apostar na valorização e qualificação ambiental e territorial".
 
Dia 6 de Maio de 2011, teve lugar nos Paços do Concelho uma reunião do Concelho Municipal de Segurança e após a mesma a sala foi aberta à população, que a encheu por completo. Com dois únicos temas: A falta de segurança que se vive em Campo Maior (com os assaltos constantes) e o elevado estado de degradação na zona do Mártir Santo. Quer a nível patrimonial (onde se destaca a igreja, que é Património Municipal) quer a nível ambiental.
 
Se estes foram os principais anseios da população, porque não existe uma única contemplação no orçamento e plano para 2012?"
 
A questão levantada, à data, continua, infelizmente, sem resposta por parte de quem as deveria dar.
 
 

Sala cheia no lançamento da Fotobiografia de Álvaro Cunhal




Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, Sessão de lançamento da Fotobiografia de Álvaro Cunhal.

Pode ser lida na totalidade aqui a intervenção.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Margarida Azinhais - Jovem Apoiante da CDU Campo Maior

 
A voz da Margarida traduz o sentimento de muitos jovens em Campo Maior. Que não encontram nas políticas para a juventude exercidas na nossa vila a resposta às suas necessidades e anseios. E onde o futuro se resume a uma mão cheia de nada.
 
Porque as breves palavras, por vezes, revelam um maior sentimento.
 
Os jovens em Campo Maior encontram na candidatura da CDU às Eleições Autárquicas de 2013 todas as respostas que procuram. A eles cabe decidir e construir o seu próprio futuro.
 
Vem construir a nova sociedade, incluisiva e sem discriminações, onde o mérito seja reconhecido e criar um lugar com verdadeiras oportunidades para todos.
 
 
"Na Terra dos Sonhos podes ser quem tú és, ninguém te leva a mal" Jorge Palma
 
 
A CDU está presente no Conselho Municipal da Juventude em Campo Maior.
 
 
CDU nas Autarquias - Trabalho - Honestidade - Competência
 
 
Junta o teu apoio à CDU!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Apresentação e oficialização da candidatura da CDU aos órgãos autárquicos de Campo Maior

 

 
Com a entrega no Tribunal da comarca de Elvas, pelas 09,45h da manhã de 2ª.feira, dia 5 de Agosto, das listas concorrentes às próximas eleições autárquicas, a CDU do concelho de Campo Maior, completou um longo e exaltante processo administrativo, de participação cívica e democrática, onde se envolveram largas dezenas de democratas e de Campomaiorenses, que querem o desenvolvimento da sua terra e o bem estar dos seus conterrâneos.
 
Estiveram presentes neste importante e significativo acto, o mandatário concelhio António Paula Campos, os cabeças de lista às Juntas de Freguesia de Degolados e de S. João Batista, respectivamente João José Pinheiro e Luís Gonçalves, à Assembleia Municipal, Paulo Ivo Almeida, à Câmara Municipal, António João Gonçalves, o apoiante Florindo Sabino e o coordenador distrital da CDU, João Fernando Serra. Um acto simples e breve mas que nos encheu de satisfação a todos nós pela concretização duma responsabilidade assumida, no tempo e na altura certa, em prol e na defesa do Poder Local Democrático e duma vida melhor para os homens, mulheres e jovens do nosso Concelho.
 
 
 
Já antes, na tarde do dia 13 de Julho no Centro Comunitário de Campo Maior, tivera lugar a apresentação pública da candidatura da Coligação Democrática Unitária e os cidadãos presentes na sessão ("devemos promover a coragem onde há medo"...disse Nelson Mandela) ficaram a conhecer a lista completa ao Municipio e os cabeças de lista aos outros órgãos autárquicos, conforme indicado mais acima, faltando aqui apenas apresentar publicamente a nossa camarada Sandra Rosa como a primeira da lista à Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação. Esta iniciativa da Comissão Concelhia Coordenadora da CDU foi presidida e apresentada pelo camarada João José Pinheiro e onde intervieram o mandatário António Paula Campos, os candidatos Paulo Ivo Almeida e António João Gonçalves e por fim a nossa camarada Gabriela Tsukamoto, presidente da Câmara Municipal de Nisa e membro da DORPOR - Direcção da Organização de Portalegre do Partido Comunista Português, que numa acertiva e brilhante intervenção, abordou alguns aspectos da situação politica local, regional e nacional.
 
Para finalizar esta nossa informação, informamos que se realizou na manhã de 6 de Agosto, no Tribunal de Elvas, o sorteio para o posicionamento nos boletins de voto, das forças politicas concorrentes a este acto eleitoral no nosso concelho dia 29 de Setembro de 2013,  estando a CDU situada na terceira posição.
 
CDU - Trabalho - Honestidade - Competência

terça-feira, 23 de julho de 2013

Acampamento Pela Paz - 26 a 28 Julho - Maranhão - Avis




De 26 a 28 de Julho -- Está de volta a IV edição do Acampamento pela Paz, inserido na preparação do 18º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes!

--- Informações sobre o Acampamento pela Paz --

Está quase a chegar a IV edição do Acampamento pela Paz! Aqui vão algumas informações úteis:

. Todas as inscrições podem ser feitas através do e-mail cnp.portugal.18@gmail.com (indicando nome, idade, contacto telefónico e localidade)

. O preço do Acampamento (25€) inclui transporte, refeição ligeira na 6a feira à chegada, jantar de sábado, entrada na Feira Franca de Avis no sábado à noite, campismo, participação em qualquer actividade (ou em todas!) durante o Acampamento

. No e-mail de inscrição, pedimos que nos informem de onde pretendem sair. Estamos a organizar os transportes, e em função do número de pessoas em cada sítio organizaremos melhor os pontos de partida.

. O pagamento pode ser feito durante o transporte ou à chegada a Avis

. Qualquer dúvida, já sabem, enviem e-mail para cnp.portugal.18@gmail.com

. Em breve publicaremos o Programa de Actividades, fiquem atentos!



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sobre a decisão do Presidente da República de manter o actual governo em funções

Conferência de Imprensa, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa
 
A decisão anunciada pelo Presidente da República de prolongar a vida a um governo e a uma maioria agonizantes confirma a inteira cumplicidade com que Passos Coelho e Paulo Portas têm contado para suportar os seus projectos de destruição nacional.
 
Ao contrário do que o Presidente da República invoca, não há na Constituição limitação ao poder que tem e devia exercer de dissolução da Assembleia da República. Ao não a assumir, Cavaco Silva confirma a sua opção estratégica: a de uma intervenção ao serviço dos interesses do grande capital (os chamados mercados) e do directório de potências que têm em curso um processo de exploração, extorsão dos recursos nacionais e dos rendimentos dos portugueses. Ficou claro que o chamado compromisso de “salvação nacional” não foi mais que um exercício para tentar aprisionar o País ao caminho da política de direita, do Pacto de Agressão que o afunda e da submissão externa.
 
O inaceitável espectáculo de degradação política, os repetidos atropelos à lei fundamental do país, a manifesta situação de não funcionamento regular das instituições, a descredibilização ética do governo e da maioria, o seu isolamento social não justificam outra decisão para uma saída digna e democrática da actual crise politica e institucional que não seja a da dissolução da Assembleia da República e a convocação de eleições antecipadas. Ao não o fazer, o Presidente da República assume, mais do que antes, a inteira responsabilidade de todas as consequências do prosseguimento da acção do governo e do rumo para o abismo económico e social. O passo dado por Cavaco Silva significa, não um passo para vencer os problemas nacionais, mas sim no agravamento da crise política, institucional, económica e social em que o País se encontra.
 
Não é a invocação de falsas incertezas e instabilidades que justificam o comprometimento do Presidente da República com este governo e a sua manutenção, mas sim a deliberada atitude de criar as condições para que este possa prosseguir já no Orçamento de Estado o roubo nos salários e rendimentos dos trabalhadores e do povo, novos cortes nas funções sociais do Estado, na protecção social, milhares de despedimentos na Administração Pública, novos passos na ruinosa política de privatizações.
 
O PCP rejeita as manobras de incitação ao medo com que o Presidente da República tenta justificar o injustificável. Não são as eleições que podem criar problemas na vida política nacional. Bem pelo contrário, é a permanência em funções do governo PSD/CDS que se assumirá como factor de agravamento dos problemas do país. As eleições assumem-se assim como um imperativo nacional e um contributo para uma clarificação da actual situação, uma oportunidade para o povo português poder afirmar a sua vontade de inverter o caminho de exploração, empobrecimento e declínio nacional. Não há remodelações que disfarcem a falta de legitimidade de um governo e de uma maioria que são já passado e que estão derrotados pela luta dos trabalhadores e do povo.
 
Há muito que o actual governo perdeu a sua legitimidade política. Invocar a verificação de uma maioria desesperada e obcecadamente agarrada que lhe dá suporte não é mais que a recusa por parte do Presidente da República do exercício das suas funções e responsabilidades.
 
O anúncio de uma moção de confiança encenando uma pretensa legitimidade do Governo sustentada numa maioria em decomposição, sem base de apoio social e político, só acentua a necessidade e a urgência da dissolução da Assembleia da República e a realização eleições antecipadas.
 
Perante um Governo e uma maioria que sofreram um abalo irreparável, a questão que se coloca já não é a de se serão derrotados, mas sim a do desenvolvimento e intensificação da luta dos trabalhadores e do povo para acelerar a sua derrota.
 
No actual momento, o PCP reafirma o seu apelo às forças sociais e políticas, a todos os democratas e patriotas para a convergência e mobilização capaz de romper com a actual política e assegurar um rumo de desenvolvimento, soberania e progresso social.
 
O país precisa do PCP e da CDU, dos seus valores de trabalho, honestidade e competência, e da sua entrega e dedicação aos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo. O povo português tem no reforço da CDU, a começar nas eleições para as autarquias locais, um importante momento para afirmar a sua determinação em dar força e expressão à ruptura com a política de direita e à afirmação de uma alternativa política patriótica e de esquerda.
 
Na actual situação está ainda mais nas mãos dos trabalhadores e do povo, com o uso de todos os direitos que a Constituição consagra, a possibilidade de impedir o desastre nacional e de abrir caminho a um Portugal com futuro.
 
Domingo 21 de Julho de 2013