A 9 de Maio de 1945, o Exército Vermelho decretava o "Dia da Vitória"

terça-feira, 27 de maio de 2014

Também no distrito de Portalegre Mais CDU

 
O Secretariado da Direcção da Organização Regional de Portalegre do PCP procedeu a uma primeira análise dos resultados das Eleições para o Parlamento Europeu, ao nível do Distrito de Portalegre.
 
Sem prejuízo de uma análise mais aprofundada, o Secretariado da DORPOR destaca, desde já, a significativa votação alcançada pela CDU também no Distrito, acompanhando e contribuindo para o reforço da expressão e influência eleitorais da CDU e para o aumento do número de mandatos com a eleição do terceiro deputado, facto a merecer tanto mais destaque quando se verifica num contexto de redução do número total de deputados portugueses.
 
Ao nível do Distrito de Portalegre, a CDU alcança 6857 votos e 19,2% (mais 1,3% quando comparado com o resultado obtido em 2009) e só não se torna a 2ª força política mais votada por 120 votos (cerca de três décimas).
 
Facto igualmente merecedor de destaque é a pesada derrota do Governo e de PSD e CDS que, em conjunto, perdem mais de um terço da sua votação face a 2009 (30,15%), ficando mesmo abaixo da fasquia dos 20%.
 
O Secretariado da DORPOR destaca ainda o significado político de PS + PSD+ CDS/PP, os Partidos que abriram portas e sustentaram as troikas, no seu conjunto, ficarem abaixo dos 60%.
 
O expressivo apoio à CDU vem confirmar não só a necessidade mas também a possibilidade de, pelo reforço da CDU, abrir caminho a uma política alternativa, patriótica e de esquerda que rompa com a política de direita que há décadas PS, PSD e CDS têm imposto ao País.
 
26 . Maio . 2014

O Secretariado da DORPOR do PCP

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O resultado da CDU é a vitória da confiança e da esperança

 

 
 
O aumento da expressão e influência eleitorais da CDU – passando de 10.7% para mais de 12% – e o aumento do número de mandatos com a eleição do terceiro deputado (tão mais valorizável quanto obtido no quadro da redução do número total de deputados portugueses) constitui um dos mais significativos êxitos eleitorais da CDU para o Parlamento Europeu, a mais expressiva dos últimos 25 anos. Constitui simultaneamente um factor de confiança para afirmar não só a necessidade mas também da possibilidade de, pelo reforço da CDU, abrir caminho a uma política alternativa, patriótica e de esquerda que rompa com a política de direita que há décadas PS, PSD e CDS têm imposto ao País.
 
O resultado da CDU que é antes de mais a vitória da confiança e da esperança sobre a desistência e o fatalismo, uma vitória da verdade sobre a mentira, uma clara afirmação da vontade popular e da sua força para tomar nas mãos a construção de um futuro melhor e mais digno.
 
Um resultado que, confirmando o avanço eleitoral em sucessivos actos eleitorais, é também expressão da contribuição dada pela CDU com a sua votação mas também com o seu esclarecimento e mobilização, para a pesada derrota que os partidos do Governo, PSD e CDS, sofreram nestas eleições.
 
Os resultados agora conhecidos confirmam uma inequívoca derrota dos partidos do governo e uma contundente condenação da sua política. Um resultado que expressa no plano eleitoral o indisfarçável isolamento político e social do Governo PSD/CDS-PP para o qual, a luta dos trabalhadores e do povo português e a intervenção coerente das forças que integram a CDU, deram a mais decisiva contribuição.
 
Dando expressão à corrente de condenação do governo e da política da troika, o PCP anuncia hoje – após informação às componentes da CDU – a sua decisão de apresentar uma moção de censura ao Governo. Uma censura a uma política e uma prática de permanente confronto com a Constituição da República, de afronta à lei e de comprometimento do normal funcionamento das instituições.
 
Uma moção de censura que é também uma censura e uma condenação à política da troika e às manobras para manter por outra via, agora pelo Tratado Orçamental que PS, PSD e CDS impuseram e apoiam, o mesmo rumo de exploração, empobrecimento e dependência.
 
Uma moção tão mais actual e imperiosa quanto não só se avolumam nos últimos dias, ao arrepio de toda a propaganda sobre o milagre económico e a tal “saída limpa”, dados que confirmam o rumo de desastre económico (endividamento, défice orçamental, exportações) como o governo se prepara para numa “fuga para a frente” desencadear um novo assalto a salários e direitos como o Documento de Estratégia Orçamental confirma.
 
A dimensão da derrota do PSD e do CDS-PP – a mais baixa votação de sempre obtida por estes partidos, não deixa margem para outra leitura que não seja a de uma clara censura do povo português e de uma inequívoca afirmação nacional de exigência de demissão do actual governo e dissolução da Assembleia da República. Não há mão protectora de Cavaco Silva que dê legitimidade e credibilidade política a este governo. A expressiva condenação política agora verificada não deixa ao Presidente da República, por maior que seja a sua cumplicidade com o rumo de desastre nacional, outra decisão que não seja a da convocação de eleições antecipadas como a única saída digna e democrática que a situação do País reclama.
 
A CDU saúda os milhares de portuguesas e de portugueses que com o seu voto deram uma contribuição decisiva para o importante reforço eleitoral da CDU. A todos quantos confiaram como sempre o seu voto na CDU, a todos quantos pela primeira vez (incluindo muitos milhares de jovens) deram o passo de transformar o seu apoio e reconhecimento pelo percurso de seriedade e coerência em expressão de voto, a todos eles reafirmamos o nosso compromisso de sempre de honrar a palavra dada, de intervir em defesa dos trabalhadores e do povo, dos seus direitos e aspirações. A força maior com que saímos destas eleições é a força acrescida com que todos podem contar para estar ao seu lado na defesa dos seus interesses, para lhes abrir uma janela de confiança que sim é possível derrotar esta política. Sim, saímos mais fortes e maior será a confiança na possibilidade de avançar e tornar mais próxima a ruptura com a política de direita e a construção de uma política alternativa patriótica e de esquerda.
 
Sim, saímos determinados para com a voz da CDU reforçada no Parlamento Europeu dar mais força à defesa dos interesses do povo e do País, contra as imposições do grande capital, do Euro e da União Europeia.
 
Sim, daremos com este resultado, expressão mais genuína das muitas razões de luta e de protesto dos trabalhadores e do povo e a expressão consequente de todos quantos quiseram juntar o seu voto à corrente de acção e intervenção, um forte impulso para resgatar para os trabalhadores, para o povo e para o País os salários e rendimentos, os direitos e a soberania roubados.
 
A CDU saúda ainda particularmente os milhares de activistas da CDU – comunistas, ecologistas e independentes – que, lado a lado, com os candidatos, ergueram a campanha de esclarecimento e mobilização que não só constituiu o factor decisivo para o resultado da CDU como ampliou, na consciência dos trabalhadores e do povo, as razões e responsáveis pela situação do País, os constrangimentos ao desenvolvimento soberano do processo de integração capitalista, a urgência da derrota deste governo e da indispensável ruptura com a política de direita.
 
A CDU sublinha ainda o significado da condenação da política das troikas. Uma condenação expressa pela redução da expressão eleitoral dos três partidos – PS, PSD e CDS – que subscreveram, apoiaram e se propõem manter o rumo de exploração e empobrecimento, e que no seu conjunto viram a sua votação reduzir-se.

Jerónimo de Sousa

Lisboa, 25 de Maio de 2014

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Domingo vota CDU - Coligação Democrática Unitária - PCP-PEV


Domingo vota CDU - Coligação Democrática Unitária - PCP-PEV

Votar na CDU é simples. É a terceira força política a contar de baixo para cima no boletim de voto. 

Vamos reforçar a posição da CDU no Parlamento Europeu.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

30 ANOS DE UE, 15 ANOS DE EURO - FACTOS E NÚMEROS

 
Sobre a adesão à União Europeia e as tomadas de posição do PCP - CDU
 
 
Tempo de Antena do PCP - 1985


A posição do PCP em 1985 sobre a adesão à CEE é um marco histórico que muitos tentaram fazer desaparecer do mapa político nacional e europeu.
 
Desde sempre, o PCP e mais tarde aliado ao PEV e à ID na Coligação Democrática Unitária (CDU) que defendemos uma outra forma de entrada na Comunidade Económica Europeia (CEE). A nossa tese ganha força, ao afirmar-mos hoje que foi a CEE, hoje União Europeia que entrou em Portugal e não o contrário como os partidos do arco da crise (PS, PSD e CDS, com o apoio dos sucessivos Presidentes da República) tentam defender.
 
 
Em 1899 alertamos para as cosnsequeências da adesão, que se verificaram na nossa produção e consequente economia, com a entrada no Mercado Comum. Que beneficiou os grandes países e enfraqueceu Portugal e restantes países pequenos.
 
 
Contra a corrente e a ilusão dos milhões de euros de fundos comunitários então apresentados, evidenciámos que não só não trariam a coesão económica e social que propagandeavam, mas sim mais dependência, desigualdades e assimetrias. 
 
 
A entrada na moeda única
 
Há mais mais de década e meia denunciámos o que a criação da União Económica e monetária e adesão ao Euro significariam de liquidação de uma política monetária e cambial enquanto instrumento crucial para o desenvolvimento soberano.
 
 
Após sucessivos governos de más políticas (PS, PSD e CDS) a Troika é chamada pelo PS
 
Há três anos, perante o cínico e falso clamor da bancarrota agitado por PS, PSD e CDS, denunciámos que o Pacto de Agressão era apenas o pretexto para o aumento da exploração e para destruição de direitos, um instrumento de afundamento do país e de empobrecimento do povo português.
 
 
Declaração «Pacto de submissão é ilegítimo», 5 de Maio de 2011
 
 
Aqui pode ser visto ao pormenor o percurso de Portugal e o desfavorecimento que este foi para a nossa economia e qualidade de vida.
 
 
É tempo de dizer basta a esta política de retrocesso e injustiça.
 
Dia 25 de Maio vota CDU para o Parlamento Europeu.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Acção de campanha para as europeias em Campo Maior

 
 
 
 
A Coordenadora da Concelhia de Campo Maior da CDU convida a todos a participar na iniciativa que irá decorrer próximo Sábado dia 17 de Maio.
 
A concentração é no Centro de Trabalho para campanha (Cantos de Baixo) às 15h30.
 
Vai haver uma acção de campanha porta-a-porta nas ruas de Campo Maior.
 
Junta a tua à nossa voz pela verdadeira mudança. Na Europa, em Portugal e Campo Maior.
 
Dia 25 de Maio de 2014 Vota CDU!
 

domingo, 11 de maio de 2014

A JCP de Campo Maior apoia a CDU dia 25 de Maio - Europeias 2014

 
A cada dia o nosso pais esta mais pobre, vivemos pior, com menos prespetivas de um razoável presente e um futuro risonho.
 
Os sucessivos governos dos últimos 38 anos (PS/PSD/CDS) tudo têm feito para uma centralização esmagadora do capital, e uma injustiça social só praticada no antigo e vencido regime Salazarista.
 
Querem esmagar a juventude com os cortes no ensino, o que nos dificulta evoluir culturalmente e progredir para o ensino superior, e que cada vez empurra estudantes pobres para o ensino profissional.
 
Mais de 10.000 emigram por mês e a esmagadora maioria são jovens que não vêm em Portugal uma perspectiva de futuro.
 
O momento que vivemos dá cada vez mais razão a Álvaro Cunhal e a luta dos comunistas, pelos direitos dos jovens, dos trabalhadores e do povo!
 
Com o país dominado por forças de direita, e interesses dos grandes grupos económicos, torna-se essencial combater todos aqueles que levaram o país a este estado.
 
Só com luta conseguiremos levar a nossa avante "Nas nossas mãos o destino das nossas vida".
 
A JCP aconselha a todos os jovens campomaiorenses, que no dia 25 de Maio votem CDU, por uma política patriótica e de esquerda.
 
Vota CDU!
 
Juventude Comunista Portuguesa de Campo Maior, 11 de Maio de 2014

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Comício abertura de campanha "Mais força à CDU" - Coliseu - Lisboa

 
 
 
 
 
No arranque oficial de campanha eleitoral para as Eleições ao Parlamento Europeu, que se realizam a 25 de Maio, a CDU realiza amanhã, sábado, 10 de Maio, pelas 15.00h, no Coliseu de Lisboa, um comício sob o lema “Mais força à CDU”.
 
Com: Inês Zuber, Corregedor da Fonseca, Heloísa Apolónia, Jerónimo de Sousa, João Ferreira, Ilda Figueiredo, Miguel Viegas, Manuela Cunha, Carla Cruz, Francisca Goulart, Joana Manuel, Graciete Cruz, Rui Paixão, Paula Bravo, Casimiro Menezes, Susana Silva, Ana Paula Pires, presentes as candidatas de “Os Verdes”, nas listas da CDU, Manuela Cunha (4º lugar) e Susana Silva.
 
Dia 25 de Maio vamos votar CDU!
 

terça-feira, 6 de maio de 2014

Intervenção do PCP na Sessão do 40º Aniversário do 25 de Abril


Intervenção do PCP
Sessão solene do 40º aniversário do 25 de Abril
 
Hoje os trabalhadores e o povo português comemoram 40 anos do 25 de Abril de 1974.
A Revolução de Abril constituiu uma realização da vontade do povo português, uma afirmação de liberdade, de emancipação social e de independência nacional.
A Revolução de Abril, culminando uma prolongada e heróica luta anti-fascista, pôs fim a 48 anos de ditadura, à guerra colonial reconhecendo aos povos colonizados em luta o direito à independência, ao isolamento internacional de Portugal e realizou profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais que constituem componentes de um sistema e de um regime que abriram na vida do País a perspectiva de um novo período da história marcado pela liberdade e pelo progresso social.
A conquista e instauração das liberdades, dos direitos dos cidadãos e de um regime de democracia política foram inseparáveis da liquidação do poder económico e político dos grupos monopolista e dos latifundiários, através das nacionalizações, do controlo operário e da Reforma Agrária e das outras transformações socioeconómicas indispensáveis ao desenvolvimento do País. Perante a conspiração, a sabotagem e as tentativas de golpes de força de sectores reaccionários apoiados pelos grandes capitalistas, pelos agrários e pelo imperialismo estrangeiro, as referidas transformações foram além do mais necessárias para a defesa das liberdades e da democracia.
A classe operária, os trabalhadores, as massas populares e os militares progressistas – unidos na aliança Povo-MFA – desempenharam um papel fundamental em todas as conquistas democráticas, que foram depois consagradas na Constituição da República, aprovada em 2 de Abril de 1976.
Partido decisivo na luta pela conquista da liberdade e da democracia, o PCP interveio em todo este processo como força política insubstituível e determinante. O seu papel na Revolução de Abril e na fundação do regime democrático inscreve-se como dos maiores feitos da sua história.
A Revolução de Abril mostrou conter em si a força e as potencialidades necessárias para empreender a eliminação de muitas das mais graves desigualdades, discriminações e injustiças sociais e para a construção de uma nova sociedade democrática.
A Revolução de Abril significou um extraordinário progresso da sociedade portuguesa. As suas grandes e históricas conquistas criaram condições para um dinâmico desenvolvimento económico, social, político e cultural conforme com a situação, os interesses, as necessidades e as aspirações do povo português e de Portugal, que caracterizaram no seu conjunto o regime democrático resultante da Revolução – uma democracia avançada rumo ao socialismo.
Para além do seu significado histórico no plano nacional, a Revolução de Abril constituiu um relevante acontecimento na história contemporânea, com importantes repercussões internacionais.
Apesar das suas aquisições históricas, muitas das suas principais conquistas foram, entretanto, destruídas. Outras, embora enfraquecidas e ameaçadas, continuam presentes na vida nacional. Todas são referências e constituem valores essenciais no presente e para o futuro democrático e independente de Portugal.
Os grandes Valores da Revolução de Abril criaram profundas raízes na sociedade portuguesa e projectam-se como realidades, necessidades objectivas, experiências e aspirações no futuro democrático de Portugal.
O 40º Aniversário da Revolução de Abril assinala-se num momento em que os trabalhadores e o povo português se confrontam com o aprofundamento da agressão aos seus direitos sociais, económicos e culturais
A grave situação que Portugal vive actualmente é indissociável da política de direita levada a cabo ao longo dos últimos 37 anos por sucessivos governos, que foram sistematicamente destruindo e combatendo as transformações e conquistas progressistas da Revolução de Abril, promovendo a reconstituição do poder dos grupos monopolistas e a submissão do País à União Europeia, e ao imperialismo. Uma política de intensificação da exploração e destruição dos direitos laborais e sociais dos trabalhadores e do povo português, que afundou a produção nacional, arruinou a economia e endividou o País.
No momento em que os trabalhadores e o povo português assinalam o 40º Aniversário da Revolução de Abril, o PCP reafirma o seu firme empenhamento e confiança que, com a força e determinação da luta dos trabalhadores e do povo, com a acção convergente dos democratas e patriotas, é possível derrotar o governo PSD/CDS e a política de direita e abrir caminho à construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, na afirmação do projecto da Democracia Avançada, dos Valores de Abril no futuro de Portugal, tendo no horizonte o socialismo.
O PCP não pode deixar de expressar a sua mais firme rejeição pelas tentativas de responsabilizar a Revolução de Abril – e o que esta significou e representou de avanços de emancipação e de progresso social e nacional – pelas desastrosas consequências de 37 anos de processo contra-revolucionário, este sim, o verdadeiro responsável pelo actual rumo de retrocesso e declínio nacional.
Do mesmo modo, face às tentativas de reescrita da história e de apagamento da natureza e real significado da Revolução de Abril, o PCP salienta que comemorar Abril é combater o branqueamento da natureza terrorista da ditadura fascista que oprimiu o povo português e assassinou, prendeu, torturou milhares de democratas e da ditadura que intensificou a exploração dos povos das colónias e fez uma criminosa guerra colonial, causa da morte e estropiamento de milhares de jovens portugueses e de patriotas africanos.
Que comemorar Abril é defender e afirmar o seu carácter revolucionário que não só devolveu a liberdade ao povo e ao País, como realizou profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais.
Que comemorar Abril é prestar a justa homenagem aos militares de Abril pelo seu papel na liquidação da ditadura fascista e que reconhecidamente tão maltratados foram por sucessivos detentores do poder político ao longo dos últimos 37 anos.
Que comemorar Abril é combater o silenciamento e a descaracterização da luta heróica dos trabalhadores, de democratas e patriotas, nos quais se incluem, com relevante papel, os comunistas.
O futuro de Portugal como País democrático, desenvolvido, soberano e independente, não pode ser assegurado mantendo o domínio e interesses das forças que trouxeram o País à grave situação em que se encontra.
É na defesa do regime democrático e da Constituição da República, importantes conquistas de Abril, que se encontra a matriz de uma política patriótica e de esquerda capaz de assegurar o desenvolvimento económico e social do País, e não na sua subversão e destruição, como procuram fazer os dirigentes políticos e os partidos que querem autoabsolver-se e absolver as suas opções e práticas políticas como causas das situações de desastre em que nos encontramos.
Para o PCP as comemorações do 40º Aniversário da Revolução de Abril devem ser um tempo e um momento de afirmar nas ruas a indignação e recusa pelo que estão a fazer ao povo e a Portugal, à sua história e ao seu futuro, um momento de resistência e luta contra esta ofensiva reaccionária, contra as forças que pretendem ajustar contas com Abril, agredindo a democracia, a soberania, a liberdade e o desenvolvimento de Portugal.

José Carlos Ary dos Santos “As portas que Abril abriu”
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
O PCP apela aos trabalhadores e ao povo, à juventude, a todos os democratas e patriotas para que participem activamente na comemorações do próximo 1º de Maio.
Para libertar Portugal da dependência e da submissão, recuperar para o País o que é do País, devolver aos trabalhadores e ao povo os seus direitos, salários e rendimentos – numa inabalável afirmação de confiança e luta pelos Valores de Abril no futuro de Portugal.
Viva a Revolução de Abril!
 
Campo Maior 25 de Abril de 2014
 

 

domingo, 4 de maio de 2014

João Ferreira (candidato da CDU) visita o Distrito de Portalegre

 
 
João Ferreira, primeiro candidato às eleições para o Parlamento Europeu e deputado eleito pela CDU visita o distrito de Portalegre, dia 5 de Maio.

A visita tem início às 10:00  na Estação de Tratamento de Plantas - Unidade de Investigação - Elvas

Contacto com a população e comerciante na Rua de Alcamim em Elvas às 11:30 - Elvas

Almoço Sobre Património Classificado Pela UNESCO às 13:00 no Restaurante São Domingos - Elvas

Reunião com a Administração do Hospital Distrital de Portalegre às 15:00 - Portalegre

Reunião com a união dos Sindicatos do Norte Alentejano na Rua do Carmo, 12 às 17:30 - Portalegre

Jantar com mandatários concelhios e apoiantes da CDU às 19:30 na Cervejaria Santos em Portalegre

Sessão Pública na Biblioteca Municipal de Portalegre às 21:30
 
É na Coligação Democrática Unitária que todos os nortealentejanos podem confiar, dia 25 de Maio é dia de reforçar a votação na CDU.
 
Toda a informação sobre a candidatura da CDU às eleições para o Parlamento europeu pode ser consultada aqui.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sessão Pública em Campo Maior com a presença do deputado João Oliveira


 
Convidamos todas e todos os campomaiorenses a participar na Sessão Pública em defesa dos serviços públicos, dia 4 de Maio (Domingo).
 
Pelas 16h00 no Centro Comunitário de Campo Maior, com a presença de João Oliveira, deputado à Assembleia da República e membro da Comissão Política do Partido Comunista Português.
 
Importante iniciativa com vista ao esclarecimento do que são os serviços públicos, qual a sua origem, quem os paga, com que intuito foram concebidos, quem tem direito a usufruir e qual o futuro destes mesmos serviços, fundamentais num verdadeiro estado social.
 
Num momento em que aumenta o forte ataque a estes essenciais benefícios, não só a nível internacional, regional, nacional e até mesmo em Campo Maior, com o provável encerramento das finanças, a falta de um tribunal de proximidade como acontece  em concelhos de menor população, o sucessivo corte no horário, valências e meios no Centro de Saúde, a inexistência de pólos de Saúde com a devida regularidade em Ouguela e Degolados, a escasses de meios de segurança, a gestão da água entregue a privados, etc... medidas, todas elas aprovadas pelas maiorias PS, PSD com ou sem o CDS a nível nacional e pelo PS apoiadas pelos vários movimentos independentes (MICM e A Nossa Terra) em Campo Maior.
 
Está nas nossas mãos o destino dos nossos serviços públicos.
 
Pensar global é votar CDU dia 25 de Maio para o Parlamento Europeu. Porque todas as políticas estão directamente relacionadas, a CDU é de confiança!!