A 9 de Maio de 1945, o Exército Vermelho decretava o "Dia da Vitória"

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

José Dias Coelho - A Morte Saiu à Rua - José Afonso

José Dias Coelho Nasceu a 19 de Junho de 1923 em Pinhel (Guarda) e foi assassinado pela PIDE em Lisboa a 19 de Dezembro de 1961.

Muito haverá para dizer de José Dias Coelho. Vamos apenas fazer uma singela homenagem ao 50º aniversário da morte do artista, antifascista e militante comunista, porque todas estas "artes" são complementares!


Foi na Rua da Creche (Calvário - Lisboa) que a PIDE fez o que de melhor sabia fazer, matar. Hoje a rua tem o seu nome. (Deveria ler-se ESCULTOR E MILITANTE COMUNISTA).








Esta será a mais conhecida homenagem feita ao Pintor José pelo compositor e cantor Zeca. Cantada por inúmeras vozes e em várias versões, mas a original continua a ser a melhor de todas elas.




Até sempre camarada José Dias coelho,

A luta continua


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Direito à saúde - Concentração em Portalegre 17 Dezembro












Dia 17 de Dezembro às 11 horas junto ao Hospital Dr. José Maria Grande

Tribuna da indignação e do compromisso.

Indignação face às tentativas de destruírem o Serviço Nacional de Saúde e o direito constitucional à saúde!

Compromisso na defesa do Serviço Nacional de Saúde, do acesso à saúde para os residentes no Norte Alentejo e do direito que temos em trabalhar e viver neste território.

Activistas sindicais e utentes das unidades de saúde do distrito vão mostrar a sua indignação contra a destruição do Serviço Nacional de Saúde e reafirmar o compromisso de continuarem a exigir o direito que a Constituição consagra e a democracia impõe: o direito à saúde para todos independentemente do local onde residam e dos rendimentos que possuam.


Porque a hora é de acção todos estamos convidados/convocados a participar!


Portalegre, 2011-12-13



A CECO da USNA/cgtp-in

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Convite à participação na reunião ordinária da Assembleia Municipal 15.Dezembro.2011




A Coodenadora da CDU Campo Maior convida a todos a assisstir e participar na reunião ordinária da Assembleia Municipal. Pelas 18:00 no Salão da Câmara Municipal de Campo Maior.

Onde poderão colocar todas as quastões relacionadas com a gestão (privada) da água, os encerramentos na saúde, a segurança, entre outros.

Este é o local por excelência para a população se pronunciar entre eleições.

Ajuda a divulgar este convite.

É com a CDU que podem contar.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

SEMANA DE PROTESTO E ACÇÃO - 12 a 16 Dezembro - CGTP-IN




A LUTA CONTINUA NOS LOCAIS DE TRABALHO E NA RUA!
Dia 12
LISBOA
TRIBUNA PÚBLICA DO STAL – Entrega de Petição, na Assembleia da República, pela defesa do Poder Local Democrático, contra a redução de autarquias e de trabalhadores, durante a Tribuna Pública que se realiza frente ao Parlamento, assinalando o 35.º aniversário das primeiras eleições autárquicas realizadas em Portugal após o 25 de Abril de 1974.
LEIRIA
TRIBUNA PÚBLICA, com trabalhadores da Empresa “BONVIDA”, pelas 10H30, na BATALHA, junto à Câmara Municipal, promovida pela União dos Sindicatos de Leiria.
Dia 13
SETÚBAL
CORDÃO HUMANO, pelas 16H30, da Praça do Brasil para o Largo da Misericórdia, em Setúbal, pelo Emprego, Salários e Direitos, promovido pela União dos Sindicatos de Setúbal.
VILA REAL
Concentração de trabalhadores e outras camadas da população, na Avenida Carvalho Araújo – Largo do Pelourinho, em Vila Real, pelas 17H00, promovida pela União dos Sindicatos de Vila Real.
FECTRANS / LISBOA
CONCENTRAÇÃO dos trabalhadores das empresas do sector dos transportes e comunicações, em Lisboa, às 14H00, em frente ao Ministério das Finanças e às 15H00 em frente ao Ministério da Economia.
FESAHT / LISBOA
CONCENTRAÇÃO de activistas e trabalhadores da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo, às 17H00, no cruzamento da Rua do Carmo com a Praça D. Pedro V, com deslocação ao Ministério da Economia (Rua da Horta Seca).
FESETE / PORTO
Concentração de trabalhadores do sector Têxtil, Vestuário e Calçado, no Largo do Toural em Guimarães, às 14.30h, inserida na Semana de Luta da CGTP-IN, em defesa dos direitos, dos horários de trabalho e da contratação colectiva
Dia 14
LISBOA
Marcha contra o aumento do horário e o roubo nos salários, promovida pela União dos Sindicatos de Lisboa, com concentração no Largo do Camões, pelas 17H00 e deslocação para o Ministério das Finanças (Praça do Comércio).
aveiro
Concentração de activistas sindicais, reformados, desempregados e trabalhadores designadamente dos turnos, dos sectores público e privado, promovida pela União dos Sindicatos de Aveiro, pelas 15H30, em Aveiro
LEIRIA / PENICHE
Distribuição do documento “Não ao aumento dos horários de trabalho”, das 12H00 às 13H30, junto à Empresa ESIP, das 15H30 às 17H30, junto à Empresa RAMIREZ, promovida pela União dos Sindicatos de Leiria.
FIEQUIMETAL / LISBOA
Greve de uma hora (10H30 às 11H30) dos trabalhadores da empresa Janz Contagem e Gestão de Fluidos, em Lisboa, com concentração à porta da empresa, antecedida de plenário, das 8H30 às 10H30.
Dia 15
PORTO
Concentração de activistas e outras camadas da população, promovida pela União dos Sindicatos do Porto, junto ao Ministério do Emprego (Inspecção do Trabalho), na Av. Boavista, às 11H00, Deslocação à CIP, junto da Exponor, pelas 15H00; Concentração de trabalhadores e população, na Praça da Batalha às 17H00.
STEFFA’S / LISBOA
CONCENTRAÇÃO de Dirigentes, Delegados e Activistas Sindicais do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa junto do Ministério da Defesa, da parte da manhã, tendo por objectivo exigir explicações por parte do MDN em relação ao futuro dos quatro Estabelecimentos Fabris do Exército (OGFE - Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento, OGME - Oficinas Gerais de Material de Engenharia, LMPQF - Laboratório Militar de Produtos Químicos e Farmacêuticos e MM - Manutenção Militar), bem como sobre a situação vivida na Arsenal do Alfeite, SA, empresa que está sem trabalho.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA / LISBOA
Cordão Humano de dirigentes, delegados e activistas sindicais da Administração Pública, do Marquês de Pombal para o Ministério das Finanças, contra o roubo dos salários, pensões, subsídios e outros direitos
Dia 16
Braga
Concentração de activistas e trabalhadores na Av. Central, promovida pela União dos Sindicatos de Braga, com activistas e trabalhadores, às 14.30 horas, e manifestação até à Segurança Social.
LEIRIA
CORDÃO HUMANO de trabalhadores e activistas, com concentração junto ao Posto de Turismo, pelas 17H30, promovida pela União dos Sindicatos de Leiria.
CASTELO BRANCO
VIGILIA de activistas e trabalhadores junto à Câmara Municipal de Castelo Branco, a partir das 16H30, promovida pela União dos Sindicatos de castelo Branco.
FESAHT / LISBOA
Greve dos trabalhadores da Empresa ACRAL, do Sector das Moagens, de Torres Vedras, em decisão tomada em Plenário de Trabalhadores. Esta Greve realiza-se por falta de pagamento de salários.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Os Verdes (PEV) amanhã (2.12.2011) em Campo Maior e pelo distrito este fim-de-semana


“À MESA COM A PRODUÇÃO PORTUGUESA” 

A campanha nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, intitulada “À mesa com a produção portuguesa”, arranca na próxima sexta-feira, dia 2 de Dezembro, no Distrito de Portalegre, com iniciativas programadas nos concelhos de Elvas, Portalegre, Campo Maior, Nisa, Avis e Crato. Com esta campanha, o PEV pretende debater os problemas da produção alimentar nacional e sensibilizar para a necessidade de se assumir esta questão como uma prioridade para o país, neste momento de crise e de défice.

Dirigentes e activistas do Partido Ecologista “Os Verdes” percorrerão os mercados e feiras de todo o país com a campanha “À mesa com a produção portuguesa”, no sentido de alertar consumidores para a imperiosa necessidade de diminuir o défice alimentar do nosso país, que actualmente ronda os 70%. Ao longo desta campanha, “Os Verdes” irão também contactar produtores, cooperativas e organizações de produtores.

Destaque: Conferência de imprensa para apresentação da campanha “À mesa com a produção portuguesa” no dia 2 de Dezembro, às 10.30h, no Mercado de Elvas.

À MESA COM A PRODUÇÃO PORTUGUESA
Semeie esta ideia, cultive o país, colha soberania!
2/12 – 6ª feira
10.30h – Conferência de imprensa no Mercado de Elvas
12.30h – Escola Superior Agrária, Elvas
15.30h – Contacto com a população em Campo Maior(junto à Câmara Municipal)
3/12 - Sábado
10.30h – Declarações à imprensa no Mercado de Portalegre
15.00h – Contacto com a população em Nisa (junto à Câmara Municipal)
4/12 - Domingo
10.00h – Contacto com a população em Avis (junto à Câmara Municipal)
15.00h – Contacto com a população no Crato (junto à Câmara Municipal)
(iniciativas do PEV noutros concelhos do Distrito de Portalegre serão posteriormente divulgadas. As acções programadas estão sujeitas às condições climatéricas.)

Para mais informações e contacto com as “brigadas verdes” em cada localidade, os senhores e senhoras jornalistas poderão utilizar o número 913 017 475.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 30 de Novembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

IV Assembleia Regional do Alentejo do PCP - Serpa - 26.Novembro.2011





Campo Maior fez-se representar por três delegados e um convidado.

-Luta que transforma

-Aproveitar a terra

-Reforçar o Partido é questão central

-Jerónimo de Sousa em Serpa
"É preciso uma nova Reforma Agrária"


Viva ao Alentejo!

Viva a Portugal!

Viva ao PCP!






segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Comunicado sobre o funcionamento do Centro de Saúde e Ouguela


(A saúde em Avis é defendida pelo executivo municipal ao contrário de Campo Maior)


Todos os Campomaiorenses sabem que já tivemos o nosso Centro de Saúde a funcionar permanentemente, 24 horas.

Todos sabemos igualmente, que os governos do PS, PSD e CDS, nos foram reduzindo progressivamente o horário de funcionamento do mesmo, passando a estar aberto até à meia-noite, mais tarde até às 22 horas e agora, desde o dia 1 de Novembro, até às 20 horas de segunda a sexta- feira. E aos sábados, domingos e feriados só estará aberto até às 14 horas.

Ao mesmo tempo privam a população de Ouguela de ter médico semanalmente, como vinha acontecendo no seu posto de saúde, encerrando-o.

Sabemos também que criaram as injustas taxas moderadoras e que estas têm vindo a aumentar ao longo dos anos, tiraram-nos o transporte de doentes e tornaram mais difícil o acesso a credenciais, exames complementares de diagnóstico e análises clínicas.

Como se isto não bastasse, e para além de nos quererem roubar os subsídios de férias e de Natal, as medidas previstas no Orçamento de Estado para 2012 podem levar a cortes na saúde na ordem dos mil milhões de euros, o que significa que os trabalhadores, os pensionistas e a população em geral vão ter um serviço de saúde cada vez mais degradado.

Perante tamanho ataque ao Serviço Nacional de Saúde a Comissão Concelhia de Campo Maior do PCP manifesta-se frontalmente contra estas medidas desumanas e economicistas, que põem em causa o acesso aos cuidados de saúde.

A ofensiva com que nos defrontamos é enorme, vamos lutar contra ela porque só lutando se pode defender direitos e obter vitórias, como é exemplo a luta desenvolvida pela população e a Câmara de Avis.

Foi a concentração junto à Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano em Portalegre, a ocupação do Centro de Saúde de Avis e ao mesmo tempo interpondo duas providências cautelares, a que o Tribunal deu provimento (suspendendo as medidas que o governo impunha) e assim foi para já travada a redução de horário do Centro de Saúde de Avis e o encerramento das extensões de saúde de Alcórrego, Maranhão e Valongo.
 

A Comissão Concelhia do PCP lembra que a Constituição da Republica, no seu artigo 64º diz no primeiro ponto:

Todos têm direito à protecção da saúde e o DEVER de a DEFENDER e PROMOVER”


Todos temos o direito a dizer não, a manifestar a nossa opinião e a defender os nossos direitos, pelo que o PCP desde já reafirma a todos os Campomaiorenses, que se opõe a todas as medidas tendentes a reduzir o serviço de saúde prestado à população de Campo Maior.


Podem contar com a nossa disponibilidade, porque é pela luta que lá vamos.


Campo Maior, Novembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

24 Novembro - Concentração no jardim da Avenida - GREVE GERAL

 
GREVE GERAL
 
 
CONCENTRAÇÕES NO DISTRITO DE PORTALEGRE

AVIS - 15H00; frente à Câmara Municipal
CAMPO MAIOR - 15H00; Jardim da Avenida
NISA - 15H00; frente à Biblioteca Municipal
PORTALEGRE - 11H00; Av. Liberdade

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Jornal Avante! Hoje nas bancas



Está hoje nas bancas, mais uma edição do semanário Avante!

O primeiro número saiu em 15 de Fevereiro de 1931.

Dos partidos políticos existentes durante as mais de quatro décadas de fascismo em Portugal, só o PCP – que este ano comemora 90 anos de vida e de luta - não acatou a ordem de dissolução decretada pelo fascismo, optando pela resistência, uma opção só possível nas condições da mais severa clandestinidade - e o Avante! foi a palavra escrita dessa resistência, o seu divulgador, o seu incentivador de todos os dias.

O Avante! é hoje, nas suas diferentes expressões, um jornal incontornável e insubstituível para compreender as grandes questões do nosso tempo, acompanhar a luta dos trabalhadores e do povos de todo o mundo, conhecer a amplitude e intensidade da intervenção do PCP. Vendido e divulgado por centenas de militantes do Partido nas empresas e locais de trabalho, nas ruas e praças do nosso país o Avante! é também o jornal que dá nome à maior e mais importante iniciativa política e cultural do país -a Festa do Avante! - e assume, na intervenção quotidiana do Partido Comunista Português, um papel incontornável no esclarecimento e mobilização para a luta. 

Na edição de hoje N.º 1981

Podemos encontrar, vários artigos de opinião, os temas que marcaram a semana de luta dos trabalhadores, as intervenções, críticas e propostas dos deputados do PCP e PEV na Assembleia da República (local mais apropriado para levar a voz dos que não se podem expressar). Um Jornal como o Avante! não se fica por aqui, aborda igualmente temas de carácter nacional, da Europa e internacionais.

Porque o futuro, embora construído no passado e reforçado no presente, pertence sobretudo à juventude, as suas lutas e tomadas de posição, de onde destacamos "A maior assembleia da FMJD dos últimos 20 anos" estão igualmente presentes no jornal que há mais tempo é editado em Portugal. 

O humor também faz parte da luta dos trabalhadores, logo, o espaço Cartoon nos brinda semanalmente com uma caricatura oriunda dos mais diversos países onde os trabalhadores não desistem de lutar pelos seus direitos.

Por todos estes motivos se justifica a leitura do Avante! O principal órgão de informação para quem vive do seu trabalho!


 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

JCP - ‎32 Anos a transformar o sonho em vida!



Fundada a 10 de Novembro de 1979 (pela unificação da União de Estudantes Comunistas e a União da Juventude Comunista) a Juventude Comunista Portuguesa assume-se, pelos seus objectivos, propostas e acção transformadora, como a organização revolucionária da juventude.
A JCP portadora das tradições revolucionárias e da heróica história de luta de gerações e gerações de jovens comunistas, contra o fascismo, contra o imperialismo e mais tarde pela revolução de Abril, orienta a sua acção tendo como base teórica o marxismo-leninismo, concepção materialista e dialéctica do mundo.

A JCP orienta os seus membros e a sua actividade no espírito do internacionalismo proletário, da cooperação entre as organizações de jovens comunistas e entre as forças juvenis revolucionárias e progressistas, da solidariedade para com os trabalhadores e a juventude dos outros países e para com os povos em luta contra a exploração e a opressão política, social, contra o imperialismo, o colonialismo e o neocolonialismo, o racismo, a xenofobia e o fascismo - pela liberdade, a democracia, o progresso social, a independência nacional, a paz e o socialismo.

Na JCP, os jovens trabalham e lutam ao lado do povo português, ao lado da classe operária e de todos os trabalhadores, com o Partido Comunista Português, formando-se, no espírito de dedicação ao povo e ao país e contribuindo para a construção de uma democracia avançada em Portugal e por uma nova sociedade a construir com o povo, onde não haja lugar à exploração do Homem pelo Homem, onde seja possível a plena concretização dos direitos e aspirações juvenis e em que a vida tenha os mais vastos horizontes de realização individual e colectiva - o Socialismo e o Comunismo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Reunião da Assembleia Municipal de 27 de Setembro de 2011 (post1/3)

O eleito da CDU no período antes da ordem do dia, questionou o senhor presidente sobre três temas. Em primeiro lugar, Qual a evolução da indeminisação referente ao trabalhador que faleceu em Janeiro. Em resposta o autarca informou a assembleia que segundo a companhia de seguros, a mesma não tinha obrigação de pagar qualquer indeminização à família. No enteneder da CDU Campo Maior, consideramos uma perfeita injustiça, uma vez que se encontrava ao serviço da autarquia. Que demosntra o à vontade com que as companhias seguros se libertam das suas responsabilidades. Em prejuizo, nesta situação, da família do funcionário falecido. De seguida perguntou qual a posição da autarquia sobre um espaçpo (situado no Bairro da Cooperativa de Habitação) que se encontra ao abandono, local onde existiu um parque Infantil. E qual a razão de 4 contetores que situam na Rua Herois do Ultramar estavam deslocados do seu devido local. Por fim, o eleito da CDU apresentou uma moção (post 2/3) sobre a desastrosa proposta da  reforma adiministravtiva do poder local pelo governo que foi aprovada por maioria com os votos favoráveis do proponente mais 7 deputados do PS e a abstenção do grupo de cidadãos A Nossa Terra e um deputado do PS. Por último foi apresentada uma declaração sobre as Festas do Povo (post 3/3).

Moção apresentada na reunião da Assembleia Municipal de 27 de Setembro de 2011 (post 2/3)

Moção


Considerando que a Troika estrangeira em conjunto com os que no nosso país subscreveram o programa de agressão e submissão pretendem impor a redução substancial de autarquias (freguesias e municípios);

Considerando que o poder local democrático, indissociável da existência de órgãos próprios eleitos democraticamente, com poderes e competências próprias e agindo em total autonomia face a outros órgãos e, submissão apenas à Constituição, às leis, aos tribunais em sede de aplicação dessas mesmas leis e ao povo, é parte da arquitectura do Estado Português;

Considerando ainda que as autarquias constituem um dos pilares da democracia pelo número alargado de cidadãos que chama a intervir, como representantes do povo, na gestão da coisa pública, pelas oportunidades de participação efectiva dos cidadãos em geral nas decisões que lhes interessam, pela forma aberta e transparente da sua acção e ainda pelas realizações concretas que promove e têm contribuído para a melhoria da salubridade, das acessibilidades, dos transportes, do acesso à saúde, à educação, à cultura e à prática desportiva;

Considerando que o poder local democrático e as pessoas territoriais que o integram detém atribuições únicas essenciais ao bem-estar das pessoas, à representação e defesa dos interesses populares e à concretização da vida em sociedade;

Mais considerando que é herdeiro de tradições centenárias (milenares no caso de muitas das freguesias que querem ver extintas) em cujo caldo se consolidaram e sobrevivem elementos essenciais da identidade comunitária à escala local e a própria identidade nacional, deles diversa, mas que os integre na sua múltipla diferença;

Considerando, por fim que é residual o peso do poder local nas contas públicas e, em especial, ínfimo o das freguesias;

Considerando que de há muito que alguns não se conformam com o carácter avançado, democrático e progressista do poder local e que alguns outros, em particular, de há muito consideram as freguesias como algo dispensável e até incómodo;

Considerando que a seriedade e coerência de qualquer reforma da organização administrativa que se pretenda eficaz deve considerar prioritariamente a criação das Regiões Administrativas e não a extinção de freguesias ou municípios;

A Assembleia Municipal de Campo Maior, reunida em 27/09/2011 DELIBERA:

1. Manifestar a sua convicção de que, pela exiguidade dos recursos públicos que lhe são afectos e pela forma exemplar como são aplicados

a. As autarquias locais têm um importante papel na promoção das condições de vida local e na realização de investimento público, indispensáveis ao progresso local, no combate às assimetrias regionais e, no presente quadro, às acções que contribuam para atenuar os efeitos da crise e em particular aos reflexos sociais mais negativos que a aplicação do actual programa de ingerência externa está a impor aos portugueses;

b. A extinção de autarquias que em quase nada contribuirá para reduzir a despesa pública, não só acarretará novos e maiores gastos para um pior serviço às populações como constituirá um factor de empobrecimento da vida democrática local;

2. Repudiar a intenção de extinguir as autarquias existentes, seja pela sua pura eliminação seja por recurso a qualquer forma de engenharia política, que lhes retire o que têm de essencial, a saber, os seus órgãos democraticamente eleitos, as suas atribuições próprias e a parte dos recursos públicos essenciais à sua existência e funcionamento nas condições de autonomia previstas na Constituição da República.

Campo Maior, 27 de Setembro de 2011

O eleito da CDU

Declaração apresentada na reunião da Assembleia Municipal de 27 de Setembro de 2011 (post 3/3)

DECLARAÇÃO


Campo Maior, entre 27 de Agosto e 4 de Setembro, esteve uma vez mais na ribalta da informação e das grandes realizações, através das suas belas Festas do Povo e de todo o ambiente que as envolve.

Os campomaiorenses mobilizaram-se e empenharam-se durante cerca de seis meses para construírem, senão a mais bela uma das mais belas manifestações de cultura popular que se conhecem, não só no nosso país, mas, por esse mundo fora.

Foi comum ouvirem-se os mais rasgados elogios, de muitos que nos visitaram durante esses breves mas gloriosos nove dias, para enaltecer a inspiração, a imaginação, a arte e eu sei lá quantos adjectivos mais, que este povo merece mas, sobretudo a grande lição de unidade que dá ao país e ao mundo, quando as condições climatéricas lhe são adversas, como uma vez mais lhe aconteceu, vê grande parte do seu laborioso e artístico trabalho destruído e em vês de chorar a desgraça acontecida, levanta-se, ergue-se, e com a garra e determinação que o caracteriza, reconstrói de novo o paraíso criado, para todos os que nos visitam.

Também na área económica, as nossas Festas do Povo, proporcionam aos empresários da restauração e da hotelaria, não só locais mas também regionais, receitas que em condições normais jamais atingiriam.

No entanto e apesar das hossanas cantadas, pena é que alguns dos responsáveis, ou seus representantes, pala governação do país, nas últimas décadas, e que por cá passaram, não consigam seguir-nos neste belo exemplo de construir e a única coisa que tem feito, dentro da sua mediocridade política, é destruir o país.

Destruíram a nossa agricultura e as nossas pescas, fecham fábricas, escolas e centros de saúde, cortam salários e abonos de família das nossas crianças, congelam reformas e pensões, cortam nos direitos dos trabalhadores, pagam milhões a banqueiros, que arruinaram os seus bancos e que não controlaram, endividaram escandalosamente o país e permitiram que o mesmo acontecesse na Madeira, sem que nada aconteça, e agora, preparam-se para nos roubar uma quantia significativa do nosso subsídio de Natal.

Um autêntico ajuste de contas com o Portugal de Abril, nascido da generosa e libertadora acção dos militares do MFA, liderados por Salgueiro Maia.

Vieram, passaram por cá, pela escola da flor de papel, mas dentro da sua pequenez, qual feira das vaidades, não aprenderam a lição.

Não mereceram a visita.

Campo Maior, 27 de Setembro de 2011

O eleito da CDU

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Subvenções Vitalícias (PCP Sempre foi contra)





O PCP reagiu, anteontem, através de um comunicado do seu Gabinete de Imprensa, às notícias vindas a público sobre as subvenções vitalícias a ex-detentores de cargos públicos:

«A propósito das notícias sobre a atribuição das subvenções vitalícias a detentores de cargos públicos e da campanha que ardilosamente tem sido promovida no sentido de amalgamar atitudes e responsabilidades, o PCP esclarece, independentemente das motivações que estão por detrás da actualidade dada a essa questão, que:

«1. O PCP não pode deixar de recordar que foi desde sempre contra a instituição das subvenções vitalícias, tendo assumido e expresso essa posição isoladamente em mais do que uma ocasião. Na verdade, foi pela mão de PS e PSD, com o voto contra do PCP, que esta subvenção foi criada.

«2. O facto dos eleitos comunistas não prescindirem de acederem a essa subvenção enquanto estiver em vigor, não ilude o facto de ser orientação do PCP a não utilização dessa verba em proveito pessoal e de esta ser colocada ao serviço dos trabalhadores e do povo português, do seu esclarecimento e da sua luta.»

Avante!, n.º1978, 27.Outubro.2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Conferência de Imprensa do Secretariado da Direcção de Organização Regional de Portalegre do PCP



O Secretariado da Direcção de Organização Regional de Portalegre do Partido Comunista Português, a 21 de Outubro em conferência de imprensa dá a conhecer a análise da actual situação política, económica e social do Distrito de Portalegre, identificando as linhas fundamentais da ofensiva contra os trabalhadores e o povo e seus reflexos no distrito de Portalegre. As políticas desenvolvidas pelos diferentes governos PSD/CDS-PP e PS ao longo dos últimos 35 anos arrastaram o País e o distrito de Portalegre para aquela que é a mais grave situação vivida no pós 25 de Abril.


Podes ler o artigo completo aqui


Portalegre, 21 de Outubro de 2012


O Secretariado da Direcção de Organização Regional de Portalegre do Partido Comunista Português

http://www.portalegre.pcp.pt/

domingo, 16 de outubro de 2011

UNICEF reconhece Cuba como país sem desnutrição infantil



Relatório do UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, ressalta que Cuba é o único país da América Latina e Caribe que conseguiu erradicar a desnutrição infantil, um flagelo que ameaça o presente e o futuro da região.

O fato demonstra a vontade política das autoridades cubanas no que diz respeito a dar prioridade à satisfação das necessidades da população, acima da escassez de recursos e das restrições econômicas e financeiras.

O UNICEF indicou que no mundo há 146 milhões de menores que sofrem desnutrição: 28% na África, 17% no Oriente Médio, 15% na Ásia, 7% na América Latina e o Caribe e 5% na Europa Central. O restante vive noutras zonas do planeta. Nenhum deles em Cuba.

O informe ratifica as declarações do representante da entidade em Havana, José Juan Ortiz. Ele prestou homenagem a esta Ilha e agradeceu ao governo pelo respeito aos direitos sagrados da infância.

Nesta semana foi comemorado o 20º aniversário da adesão de Cuba à Convenção dos Direitos da Criança. Esse pacto internacional, de importância vital, só não foi revalidado pelos EUA e a Somália.

O país também garante o atendimento às grávidas e às mães. Isso foi reconhecido pela organização não-governamental Save the Children, que coloca Cuba na vanguarda da América Latina e das nações do hemisfério sul quanto aos direitos maternos.

O estudo levou em conta 10 indicadores, que tem a ver com o nível de educação, saúde, econômico, político e social das mães e a situação de bem-estar dos filhos.

Cabe destacar esse aspecto, quando a Assembléia Geral da ONU está prestes a debater o documento apresentado por Cuba contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos EUA, vigente há cinco décadas.

O texto indica que essa medida genocida tem o propósito de exterminar o povo cubano através da fome, as doenças e as dificuldades. Os prejuízos econômicos são estimados em 975 bilhões de dólares.

(G.A., 21 de setembro)


domingo, 9 de outubro de 2011

Grande demosntração de unidade em Lisboa e no Porto - CGTP-IN




No passado dia 1 de Outubro ao comemorar o seu 41º aniversário a GTP-IN voltou a sair à rua em defesa dos trabalhadores, pensionistas, idosos, reformados, jovens e do futuro de Portugal.


Foram cerca de 130 mil em Lisboa e  60 mil no Porto a desfilar. Contra o empobrecimento e as injustiças.

Portalegre também se fez represtar com 5 autocarros, entre eles cerca de 25 pessoas de Campo Maior.

Foram muitos, muitos mil em luta, sabendo o que queriam e o que não queriam; sabendo por que estavam ali, por isso conscientes – com uma consciência, política e de classe, que os levou a assumir, ali mesmo, o compromisso de prosseguir a luta, de não dar tréguas às malfeitorias praticadas pelo Governo Passos Coelho/Paulo Portas, de fazer da semana de 20 a 27 de Outubro uma forte semana de luta, com greves, paralisações e acções de rua.

Parabéns à CGTP-IN no seu 41º aniversário a defender Portugal.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

GRANDE MANIFESTAÇÃO DIA 1 DE OUTUBRO


Dia 1 de Outubro tens mais uma oportunidade de demonstrar o desagrado face às medidas que o governo PSD/CDS com o apoio do PS levam a cabo com a aplicação do memorando da Troika que resulta numa forte agressão ao povo e aos trabalhadores, com o aumento das injustiças e da pobreza.

Este é mais um momento para provar que existem alternativas à exploração e ao capitalismo selvagem, do trabalho sem direitos e garantias.

Alternativa é a criação de uma sociedade socialista, tendencialmente Comunista. Onde exista trabalho com direitos e uma justa distribuição da riqueza.

Este tem sido o caminho, ao longo de 41 anos, que a CGTP- IN percorreu para defender quem trabalha.

Junta a tua à nossa voz, em Lisboa pelas 15:00 horas numa marcha desde o Saldanha aos Restauradores. E no Porto com partida à mesma hora da Praça dos Leões à Praça da Batalha.


CGTP-IN 41 - ANOS A DEFENDER OS TRABALHADORES

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PCP apresenta propostas sobre a situação financeira da Região Autónoma da Madeira


Atendendo à actual situação financeira da Região Autónoma da Madeira, o PCP decidiu apresentar durante a tarde de hoje, segunda-feira, dia 19 de Setembro de 2011, através do seu Grupo Parlamentar na Assembleia da República, duas iniciativas com o objectivo de se garantir o rápido apuramento da situação financeira, do montante global da dívida pública e a execução da Lei de Meios, a saber:
1- Projecto de Resolução que “Recomenda ao Governo que solicite ao Banco de Portugal que determine de forma autónoma, rigorosa e transparente o valor total da dívida pública directa e indirecta da Região Autónoma da Madeira”; e
2- Projecto de Resolução que “Cria uma Comissão Parlamentar Eventual para o Apuramento da Situação Financeira da Região Autónoma da Madeira”.
Com estas iniciativas (cópias em anexo), o PCP propõe linhas de orientação e materialização de medidas de salvaguarda do interesse público regional, indispensáveis à definição de um novo rumo para o progresso e desenvolvimento futuros.

domingo, 11 de setembro de 2011

Festa do Avante 2011

Resumir a "Festa do Avante" aos 3 dias de Setembro em que as portas da Quinta da Atalaia se abrem para o mar de gente que marcou presença em 2011 é manifestamente pouco.

Pois a mesma se inicia quando a edição do ano anterior termina. E está em permanente actividade.

A base para todo este período de festa são as Jornadas de Trabalho, em que centenas de voluntários colaboram em todo o processo de construção até à presença nos respectivos pavilhões para receber os visitantes. Este ano, e mais uma vez, os Campomaiorenses marcaram presença em várias jornadas de trabalho fazendo equipa com diversos camaradas e amigos de concelhos do Distrito de Portalegre.

 
 Jornada de Trabalho

Além dos vinhos da região e dos pratos típicos (Ensopado de Borrego, no restaurante e a Açorda no Bar). Portalegre demonstrou que também tem músicos com grande qualidade. A  Banda "Paramusical" e a "Brigada 14 de Janeiro" de Elvas marcaram presença. Sendo estreia no caso da primeira e repetição na segunda.


Brigada 14 de Janeiro (Elvas)



Paramusical (Elvas)

Do desporto (Atletismo, Judo, Ginástica, etc...) à gastronomia nacional (representação de todos os dirtitos e ílhas) e internacional (pelos mais diversos países representados no "Espaço Internacional"), passando pela cultura ("Festa do Livro") , as artes (com destaque para a Bienal de Artes Plásticas" e "CineAvante"), pela música (mais de 8 palcos) e obviamente a política (grande comício de abertura e encerramento da Festa) e os temas da actualidade. Se pode e deve classificar como a maior festa construida pelo povo e para o povo e as classes trabalhadores. Ver algumas fotos aqui


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

REUNIÃO ORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO DIA 27/06/2011

No período antes da ordem do dia e perante a presença do empresário Campomaiorense João Cachola e seus familiares, proprietários da empresa SANZÉ, que no dia 24 de Maio passado viu destruídas as suas instalações depois de um violento incêndio, o eleito da CDU enalteceu a coragem com que os mesmos enfrentaram essa complicada situação, para recuperar actividade normal da referida empresa e manter os seus importantes vinte e dois postos de trabalho. De seguida o eleito da CDU confrontou o presidente da Câmara com uma questão que lhe chegou ao conhecimento e que consiste no seguinte:um funcionário do Município do pelouro da Higiene e Limpeza, caiu do reboque que fazia a recolha do lixo doméstico e depois de estar hospitalizado alguns dias veio a falecer, recusando-se a companhia seguradora a pagar qualquer indemnização à família da vitima, o que achamos uma perfeita injustiça. Depois de confirmada essa mesma informação foi-nos garantido que a Câmara Municipal de Campo Maior continuava a bater-se para que fosse feita justiça, pelo que ficamos a aguardar por futuros desenvolvimentos desta preocupante questão.

O eleito da CDU voltou de novo ao assunto da insegurança que se continua a viver em Campo Maior e da “ocupação” da zona do Mártir Santo, que considera um insulto à civilização. Disse que esteve presente na reunião do dia 6 de Maio, aberta à população, depois de reunido o concelho municipal de segurança mas, apenas como observador e não quis intervir para não deitar mais achas para a fogueira, uma vez que os ânimos estava bastante exaltados e ele só poderia estar do lado dos queixosos e também por que estávamos próximo das eleições legislativas e não queria ser mal interpretado e acusado de populista. Mas a verdade é que com o aproximar das Festas do Povo é extremamente preocupante e vergonhoso, para nós Campomaiorenses que os visitantes da mais bela manifestação de cultura popular, que são as nossas festas, se deparem com aquela repugnante situação achando que teremos que continuar a lutar por encontrar uma solução que sirva os interesses de Campo Maior, dos Campomaiorenses e daqueles que ainda lá vivem.

Já no período da ordem de trabalhos, salientamos a coerente posição assumida pelo eleito da CDU em relação ao ponto 10, que tratava do aditamento ao contrato de concessão da exploração e gestão dos sistemas de distribuição de água para consumo público e recolha de efluentes do concelho de Campo Maior, tendo votado contra esta proposta, porque ela não serve os interesses de Campo Maior nem dos Campomaiorenses. Aliás, diga-se em a abono da verdade que desde que o anterior executivo decidiu entregar a exploração da água a uma empresa privada os eleitos da CDU manifestaram-se e votaram contra essa posição, e o tempo tem nos vindo a dar razão, devido ao aumentos dos encargos para o município e dos tarifários dos utentes desse mesmo serviço, que continuamos a pensar que era muito mais justo ser público.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Acampamento Pela Paz - Avis - Portalegre - 22, 23 e 24 de Julho




O Acampamento pela Paz é mais uma iniciativa da plataforma “Juventude com Futuro é com a Constituição do Presente!”, que a Ecolojovem - "Os Verdes" integra.

22, 23 e 24 de Julho

Avis - Portalegre - Alentejo

Todas as informações aqui

sexta-feira, 24 de junho de 2011

COMUNICADO DA COMISSÃO CONCELHIA DE CAMPO MAIOR DO PCP

REFORÇAR O PCP POR UMA VIDA MAIS DIGNA

A Comissão Concelhia de Campo Maior do PCP considera que a votação nos partidos de direita (PSD CDS) responsáveis, com o PS, pelo desastre económico e financeiro da nossa economia, não foi o melhor resultado para os interesses do nosso concelho, do nosso país e do nosso povo.

O PCP e os seus aliados na CDU tudo fizeram, com os seus meios, contactando e tentando esclarecer os cidadãos de Campo Maior para demonstrar as responsabilidades dos que governam há mais de 3 décadas e que têm conduzido o nosso povo e o país para a beira do abismo.

Foi mais forte a desculpabilização e a demagogia dos partidos de direita (PSD e CDS) ampliada pela comunicação social nacional, regional e local que promoveu a bipolarização entre PS e PSD/CDS tal como o fez a própria Rádio Campo Maior que no último dia de campanha entrevistou os cabeças de lista do PS e do PSD, ignorando os restantes candidatos pelo distrito, assim como ignorou a Conferência de Imprensa promovida pela CDU na Barragem de Abrilongo, empreendimento construído há mais de 10 anos e que se encontra completamente abandonado.

Aos que difundiram a ideia que todos temos responsabilidades pela situação em que o país se encontra a razão apela à memória:

Quem atacou gravemente a nossa produção agro-alimentar que no nosso concelho por exemplo aniquilou a fábrica de Caia e a Reforma Agrária? Quem destruiu o sector das pescas? Quem destruiu a metalo-mecânica e a industria têxtil que no nosso distrito, por exemplo, foi completamente extinta?

Quem desenvolveu a distribuição da riqueza produzida a favor do grande capital sendo Portugal hoje, reconhecido internacionalmente, o país onde as desigualdades mais se agravaram? Isto é: os ricos mais ricos e os trabalhadores cada vez mais pobres!

Quem desenvolveu os ataques aos trabalhadores e aos direitos sociais retirando os abonos de família a milhares de crianças, os transportes aos doentes, reduziu e prepara-se para reduzir mais ainda os horários e valências dos Centros de saúde?

Quem privatizou mais e se propõe privatizar, a água, os correios, a EDP, a saúde, o ensino etc...?

A resposta só pode ser uma: Foi em igual medida o PSD e o PS com o apoio do CDS.

Esta política não serviu nem serve o nosso povo, o nosso concelho nem o país, apesar dos comentadores e analistas políticos bem pagos para a defender e a promover.

A Comissão Concelhia do PCP, em conformidade com a Constituição da República, continuará a intervir e exortar o Povo de Campo Maior a lutar em defesa do direito ao trabalho com direitos, o direito à saúde, contra a destruição dos serviços públicos, como por exemplo, o encerramento da escola de Degolados, pelo ensino público e gratuito e contra o aumento do custo de vida.

A população de Campo Maior pode contar com a disponibilidade do PCP na luta por uma sociedade mais justa.

A Comissão concelhia de Campo Maior do PCP

Junho 2011

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A escolha certa



Ao cognome de pai da política de direita, Mário Soares junta um rol infindável de epítetos da mesma família.

E o facto de, sendo ele o maior inimigo da democracia de Abril, lograr fazer-se passar por «pai da democracia», faz com que lhe assente como uma luva o título de rei dos embusteiros.

Curiosamente, à medida que a idade lhe vai pesando – e à semelhança do criminoso que volta ao local do crime para apreciar a obra feita - ele desdobra-se em revelações sobre as suas actividades ocultas, desnudando-se e expondo as vergonhas, das quais, babado, se orgulha.

Disse ele, há dias, relembrando a concentração de 19 de Julho de 1975: «Conspirei activamente com D. António Ribeiro». E explicou: «todos os párocos disseram nas igrejas que seria bom que os católicos se juntassem na Fonte Luminosa contra o PCP». E confessou: (sem o apoio da Igreja) «nós não teríamos conseguido aquela manifestação que derrubou, no fundo, o caminho para onde se estava a dirigir o País».

Dizendo o que disse, Soares não disse nada que não se soubesse: a novidade está em ser ele a dizê-lo... sabendo bem que as razões que levaram a alta hierarquia da Igreja a apoiá-lo contra Abril são, no essencial, as mesmas que a levaram a apoiar o regime fascista durante quase meio século.

Notícia foi, também, o encontro Soares/Carlucci, na embaixada dos EUA - provavelmente na mesma sala onde, no auge da contra-revolução, ao abrigo do investimento nele feito pela CIA, era semanalmente recebido para despacho.

Recorde-se que Carlucci - o mandante e pagador - era senhor de um notável currículo nesta matéria, comprando quem se lhe vendia e eliminando pragmaticamente os que, com dignidade, recusavam trair os seus povos e as suas pátrias.

Desde novo, ele esteve em todo o lado onde a democracia, a liberdade e os direitos humanos o chamavam: no Congo, onde organizou o bárbaro assassinato de Patrice Lumumba, em 1960; na Tanzânia, donde foi expulso por ligação ao golpe contra Nyerere, em1964 – dali partindo para o Brasil com a tarefa de assegurar a execução de vários dirigentes progressistas.

E estava em Portugal para o que desse e viesse.

No Congo, face à dignidade de Lumumba, fez o que fez.

Em Portugal, fazendo de Soares o seu homem de mão, fez a escolha certa.

José Casanova, Avante, 16.06.2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

Álvaro Cunhal, o homem à frente no seu tempo.




Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu a 10 de Novembro de 1913 em Coimbra e faleceu a 13 de Junho de 2005 em Lisboa.

Álvaro Cunhal dedicou toda a sua vida ao ideal e projecto comunista, à causa da classe operária e dos trabalhadores, da solidariedade internacionalista, uma dedicação sem limites aos interesses do povo português, da soberania e independência de Portugal.
Intervindo com o seu Partido de sempre – o PCP – ao longo de mais de 74 anos de acção revolucionária, assumiu um papel ímpar na história portuguesa do Século XX, na resistência anti-fascista, pela liberdade e a democracia, nas transformações revolucionárias de Abril e em sua defesa, por uma sociedade livre da exploração e da opressão, a sociedade socialista.



Este post não é apenas uma recordação do camarada Álvaro, mas sim a confirmnação da continuidade do seu projecto revolucionário para Portugal. Sempre com os mais pobres e desfavorecidos. Por uma justa distribuição da riqueza criada e pelo fim da exploração do homem pelo homem. Pelo Comunismo e por uma sociedade socialista.

Até sempre, camarada.

A luta continua.




terça-feira, 7 de junho de 2011

Resultados eleitorais no distrito de Portalegre

No Distrito de Portalegre, os resultados obtidos confirmam a consolidação da expressão eleitoral da CDU em todo o País, que se traduziu no aumento de percentagem e do número de deputados.

Os resultados no Distrito expressam, por um lado, o aumento do despovoamento e do desencanto com as políticas de direita e, por outro, a consolidação da CDU como terceira força política e uma percentagem de votos que nos mantém em crescimento de influência junto das populações e em particular junto das novas gerações.

Apesar da diminuição do número de eleitores, de votantes, do aumento do número de votos nulos e brancos e também da pressão criada por uma bipolarização encenada entre o PS e PSD, a CDU mantém a sua força com uma percentagem de 12,8% e mantém no Distrito um concelho – Avis, com a maior percentagem de votos na CDU - com 43%, em termos nacionais.

As eleições confirmam as preocupações que manifestámos ao longo da campanha, mas os seus resultados foram diferentes das reais necessidades do Distrito e do País: a maioria de direita que PSD e CDS obtiveram não permite a política de rotura favorável aos trabalhadores e ao país.

A CDU saúda todos quantos se empenharam na batalha eleitoral, todos os que lhe confiaram o seu apoio e o seu voto e reafirma a absoluta necessidade de que, também no Distrito, o preconceito assente na falsa imagem que lhes dão do PCP e do PEV, seja ultrapassado e que das eleições saiam reforçados os que se batem pela defesa da população e dos trabalhadores.

A CDU mantém a força necessária para continuar, como sempre, a luta por um Distrito e um País mais desenvolvidos e com justiça social.

A CDU reforça o seu compromisso de que, na sua acção, continuará a ser a força que honrará integralmente a sua palavra e corresponderá aos anseios e aspirações do Distrito e das suas gentes!

Portalegre, 6 de Junho de 2011

O Secretariado da DORPOR do PCP

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Domingo, dá a oportunidade à CDU (Vota!)


O objectivo era ousado: levar a cabo uma forte campanha de massas, activa, criativa e dinâmica, baseada na afirmação da CDU e assente no contacto directo, na informação, no esclarecimento e na mobilização para uma ruptura e uma mudança na vida política nacional, sob o lema um milhão de contactos por uma política patriótica e de esquerda. Conscientes da magnitude da tarefa a que se propuseram, candidatos e milhares de activistas da CDU lançaram-se ao trabalho realizando distribuições de folhetos e mini-comícios, arruadas e sessões, visitas e reuniões e, sobretudo, multiplicando os contactos individuais com colegas de trabalho ou de estudo, vizinhos, amigos e familiares. Para lá, evidentemente, das grandes acções que contaram com a participação de Jerónimo de Sousa e dos candidatos da coligação PCP-PEV e que foram importantes jornadas de esclarecimento e mobilização populares.

E é assim, voto a voto, que se está a construir o resultado da CDU e também a ganhar mais e mais gente paras as duras lutas que nos esperam logo a partir de dia 6.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Apresentação das propostas da CDU para Portalegre.





A Terra e a Água
Riqueza do Distrito de Portalegre
Estruturante para o desenvolvimento e o emprego.

A terra, vista enquanto instrumento de produção, a água disponível em quantidade apreciável nos rios que banham o distrito, em várias barragens e charcas e ainda espaço e terrenos irrigáveis para a construção de outras, bem como a recuperação e construção de pequenos regadios tradicionais, traçam um cenário de extraordinárias potencialidades para a produção agro-pecuária no distrito de Portalegre.

Se aliarmos a isto um clima que nos permite produzir das melhores hortofrutícolas do País, e o saber fazer dos nossos agricultores e operários agrícolas, estão criadas as condições, não só para o aumento da produção, mas também para uma produção de qualidade, o que valorizará ainda mais esta actividade.

Para o desenvolvimento e travar a recessão económica e social do distrito de Portalegre é necessária uma política que invista e apoie a agricultura e a agro-indústria transformadora, questão estruturante para a fixação das novas gerações, atracção de nova gente ao Distrito e para assegurar a dignidade destas actividades económicas e de quem nelas trabalha e delas vive.

Teve consequências desastrosas para o Distrito e para o país o encerramento de agro-indústrias, de maior ou menor dimensão, essencialmente à volta dos perímetros de rega do Caia, Maranhão e Montargil, em que a indústria transformadora de tomate tinha a dianteira.

Num tempo como o que atravessamos, com uma crise avassaladora no País, e quando o défice da balança comercial do sector atinge os 75% - cerca de 4.000 milhões de Euros anuais - não se entende, que o Ministério da Agricultura, volte a colocar na mesa, novos desligamentos de ajudas comunitárias. E menos se compreende porque são os estudos do próprio Ministério que comprovam ter sido essa estratégia a principal responsável pelo abandono da actividade produtiva, transformando a terra, não num instrumento de produção, mas num negócio em que, quem mais terra tem mais recebe, de preferência para não produzir.

Nestes novos desligamentos, assume destaque especial o tomate, com produtores que irão receber anualmente mais de 750 mil euros (150.000 contos), sem terem que produzir um único tomate, bastando para tal manter a terra.

Hoje, no que respeita ao regadio, mais de 50% dos terrenos, continuam sub-aproveitados, incorrectamente utilizados, ou mesmo abandonados. Esses regadios mantém-se com infra-estruturas sem manutenção, sem melhorias, nem modernização. Mais grave ainda é termos barragens construídas há anos, sem que as suas infra-estruturas de rega tenham sido implementadas, como acontece com a barragem de Abrilongo, no concelho de Campo Maior.

A situações excepcionais impõe-se responder com medidas excepcionais, e de concretização urgente, em nome dos superiores interesses do nosso povo, do nosso país e do nosso Distrito. A CDU defende:

A conclusão das obras das infra-estruturas de rega em falta na barragem de Abrilongo e a construção da Barragem do Pisão;

A recuperação, manutenção e modernização das infra-estruturas de rega já existentes nos perímetros de rega do Distrito;

A abertura imediata de negociações com a União Europeia, para que as ajudas sejam atribuídas a quem efectivamente produz;

A criação de uma reserva de terras que permita a sua utilização por jovens que pretendam produzir e fixar-se nos territórios rurais e a reforma da estrutura fundiária que racionalize a estrutura, posse e uso da terra, aplicando o estabelecido na Constituição da República;

A intervenção imediata do Estado, no controle dos preços dos factores de produção, impedindo a sua aquisição no estrangeiro, nomeadamente na vizinha Espanha;

A criação progressiva de quotas internas de aquisição de alimentos de origem vegetal e animal, para as grandes redes de distribuição a operarem no mercado nacional, assegurando assim o escoamento da nossa produção interna;

A criação de um organismo de concentração de oferta de produção com vista à exportação dos excedentes não consumidos no mercado interno.

Em toda a esfera da sua intervenção e luta, a CDU tudo fará para defender o correcto aproveitamento dos recursos hídricos e dos solos, através de uma agricultura cuja produção nacional defenda e salvaguarde a economia e os interesses nacionais, produzindo mais e melhor, que adopte medidas especiais de apoio às pequenas e médias produções agro-pecuárias, que aumente muito mais o número de postos de trabalho no distrito de Portalegre, criando mais riqueza e justiça social e que contribua para que o nosso país seja auto-suficiente dos produtos da terra.

Barragem de Abrilongo, 29 de Maio de 2011


A Candidatura CDU prelo Círculo Eleitoral de Portalegre.
 
Apresentação das propostas da CDU para Portalegre em Conferência de Imprensa. Que as rádios e jornais locais, apesar do convite, não quiseram ouvir.

domingo, 29 de maio de 2011

Odete Santos em Portalegre 31 de Maio (Terça)


No dia 31 de Maio, terça-feira, Odete Santos desloca-se a Portalegre no âmbito da campanha da candidatura da CDU pelo Círculo de Portalegre. Do programa consta uma visita a espaços culturais da Cidade — a Casa Museu José Régio, o Museu da Tapeçaria de Portalegre Guy Fino e a Biblioteca Municipal, realizando uma sessão pública subordinada ao tema Cultura e Democracia, na sala polivalente da Biblioteca Municipal de Portalegre às 18:00 horas, para a qual o/a convidamos a participar.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Juventude CDU em acção nas "Escadas Monumentais" em Coimbra


A CDU pintou, no passado dia 22 de Maio, Domingo uma inscrição mural ao longo da escadaria que dá acesso à Universidade de Coimbra, conhecida por todos como “escadas monumentais”. Numa acção no quadro da Juventude CDU, direccionada para os problemas dos estudantes do ensino superior, da pintura constam o fim das propinas e do Processo de Bolonha e a exigência de mais bolsas de estudo, culminando num apelo de que a luta por estas reivindicações se traduza no voto na CDU nas próximas eleições de dia 5.

Sobre isto quer a CDU esclarecer:

1.O exercício da Liberdade de Propaganda é regulado, para além da Constituição, pela Lei 97/88, com a alteração introduzida pela Lei 23/2000 de 23 de Agosto, que estabelece taxativamente os locais a ele vedados, não se enquadrando aquele lugar em nenhuma das previsões.

2.Acresce, para que quem conhece Coimbra sabe que aquele local – que nos anos 40 tomou o lugar da “escadaria do liceu”, aquando da “reconstrução” da Alta de Coimbra - tem sido, desde os anos 60 utilizado por diversas forças políticas, organizações juvenis, associações de estudantes, como palco para a expressão pelas mais diversas formas – incluindo a pintura mural – expressar o descontentamento e o protesto, enfrentando tantas vezes a repressão. Precisamente por esse facto se tornou emblema do contributo de resistência e de luta dado pelos estudantes para as lutas mais gerais em defesa da liberdade e da democracia, quer antes, quer depois do 25 de Abril.

3.O empolamento dado a esta acção de propaganda da CDU só pode ser lido como uma campanha que se destina a atingir a intervenção política da CDU e o que ela comporta de proposta alternativa ao rumo de desastre que está a ser imposto ao país.

4.A CDU reafirma, para lá deste episódio, o seu compromisso na luta por um ensino público, gratuito e de qualidade, pelo fim das propinas e no combate contra os cortes no financiamento do ensino superior, a gradação das condições de ensino e investigação, a falta de saídas profissionais para os milhares de estudantes que todos os anos terminam os seus cursos.